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Hoje
ela tem a coragem moral de dizer parte do que aconteceu nos "anos de
chumbo".
Eu, de minha parte, vou dar uma contribuição à Comissão da Verdade. Fui uma subversivazinha medíocre, mal fui aliciada e já caí, com as mãos cheias de material comprometedor. Não tive nem o cuidado de esconder os jornais da organização clandestina a que eu pertencia, eles estavam no meio dos livros de uma estante, daquelas improvisadas, de tijolos e tábuas, que existia em todas as repúblicas de estudantes, em Brasília naquele ano de 1973.
Já contei o que eu fazia (quase nada). A minha verdadeira ação revolucionária
foi outra, esta sim, competente, profícua, sistemática: MENTI DESCARADAMENTE
DURANTE 30 ANOS!
http://blogdemirianmacedo.blogspot.com.brRepeti e escrevi a mentira de que tinha tomado choques elétricos (poucos, é verdade), que me interrogaram com luzes fortes, que me ameaçaram de estupro quando voltava à noite dos interrogatórios no DOI-CODI para o PIC e que eu ficavam ouvindo "gritos assombrosos" de outros presos sendo torturados (aconteceu uma única vez, por pouquíssimos segundos: ouvi gritos e alguém me disse que era minha irmã sendo torturada. Os gritos cessaram - achei, depois, que fosse gravação - e minha irmã, que também tinha sido presa, não teve um único fio de cabelo tocado). Eu menti dizendo que meus algozes diversas vezes se divertiam jogando-me escada abaixo, e, quando eu achava que ia rolar pelos degraus, alguém me amparava (inventei um trauma de escadas", imagina). A verdade: certa vez, ao descer as escadas até a garagem no subsolo, alguém me desequilibrou e outro me segurou, antes que eu caísse. Quanto aos empurrões de que eu fui alvo durante os dias de prisão, não houve violência nem chegaram a machucar nada mais que um gesto irritado de um dos inquisidores, eu os levava à loucura, com meu enrolation. Sou rápida no raciocínio, sei manipular as palavras, domino a arte de florear o discurso. Um deles repetia sempre: "Você é muito inteligente. Já contou o pré-primário. Agora, senta e escreve o resto". Quem, durante todos estes anos, tenha me ouvido relatar aqueles dias em que estive presa, tinha o dever de carimbar a minha testa com a marca de "vítima da repressão". A impressão, pelo relato, é de que aquilo deve ter sido um calvário tão doloroso que valeria uma nota preta hoje, os beneficiados com as indenizações da Comissão da Anistia sabem do que eu estou falando. Ma va! Torturada?! Eu?! As palmadas que dei na bunda de meus filhos podem ser consideradas tortura inumana se comparadas ao que (não) sofri nas mãos dos agentes do DOI-CODI. Que teve gente que padeceu, é claro que teve. Mas alguém acha que todos nós que saíamos da cadeia contando que tínhamos sido barbaramente torturados falávamos a verdade? Não, não é verdade. Noventa e nove por cento das barbaridades e torturas eram pura mentira! Por Deus, nós sabemos disto! Ninguém apresentava a marca de um beliscão no corpo. Éramos barbaramente torturados e ninguém tinha uma única mancha roxa para mostrar! Sei, técnica do torturadores. Não, técnica de torturado, ou seja, mentira. Mário Lago, comunista até a morte, ensinava: "quando sair da cadeia, diga que foi torturado. Sempre." A pior coisa que podia nos acontecer naqueles "anos de chumbo" era não ser preso. Como assim, todo mundo ia preso e nós não? Ser preso dava currículo, demonstrava que éramos da pesada, revolucionários perigosos, ameaça ao regime, comunistas de verdade! Sair dizendo que tínhamos apanhado, então! Mártires, heróis, cabras bons. Vaidade e mau-caratismo puros, só isto. Nós saímos com a aura de heróis e a ditadura com a marca da violência e arbítrio. Era mentira? Era, mas, para um revolucionário comunista, a verdade é um conceito burguês, Lênin já tínhamos nos ensinado o que fazer. E o que era melhor: dizer que tínhamos sido torturados escondia as patifarias e amarelões que nos acometiam quando ficávamos cara a cara com os "ômi". Com esta raia miúda que nós éramos, não precisava bater. Era só ameaçar, a gente abria o bico rapidinho. Quando um dia perguntaram-me se eu queria conhecer a marieta, pensei que fosse uma torturadora braba. Mas era choque elétrico (parece que marieta era uma corruptela de maritaca (nome que se dava à maquininha que rodava e dava choque elétrico). Eu não a quis conhecer. Relembrar estes fatos está sendo frutífero. Criei coragem e comecei a ler um livro que tenho desde 2009 (é mais um que eu ainda não tinha lido): "A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça." Vou conferir. (A autora é Jornalista. Publicado no blog da autora.) |
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
ANOS CHUMBO - MIRIAN MACEDO
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
PORQUE NÃO EXISTE PAZ - Gregorio Vivanco Lopes
Porque não existe paz
Gregorio Vivanco
Lopes
No dia 26 de janeiro último, o Papa
Francisco, após rezar pela paz entre Rússia e Ucrânia, soltou duas pombas,
símbolo da paz. Como se nota na foto, as pombas foram atacadas por uma gaivota e
depois por um corvo.
Nunca se falou tanto de
paz como em nossa época. Entretanto, nunca houve tanta
violência!
Os confrontos entre
Israel e o Hamas ameaçam transformar-se numa nova guerra geral. O mesmo se diga
das incursões russas na Ucrânia para desestabilizá-la. Há ainda a proclamação
ameaçadora de um Califado no Iraque por muçulmanos anticatólicos, primos dos que
entram às torrentes nos países europeus como imigrantes.
Na Nigéria, a
perseguição mortífera aos cristãos tem o caráter de genocídio. No Afeganistão,
os talibãs impõem pela força das armas seu Alcorão a uma população aterrorizada.
Na vizinha Colômbia, os guerrilheiros das FARC, no seu diálogo com um governo
concessivo e fraco, exigem que suas condições sejam aceitas. Na Bolívia, índios
protagonizam verdadeiras batalhas campais. Na Venezuela, o regime bolivariano
vai se radicalizando. Na Rússia, pergunta-se o que fará Putin, o autocrata
enigmático, com as armas atômicas armazenadas naquele país.
No Brasil, com
complacência das autoridades, os chamados sem-teto criam um clima de insegurança
e agitação constantes, somados aos outros “movimentos sociais” que o decreto
8.243 da presidente Dilma erige em interlocutores do governo, para substituir o
Legislativo. Ainda no Brasil — e em várias partes do mundo — a criminalidade
aumenta assustadoramente. A população tem medo até de sair às
ruas.
Mas a ausência de paz
também se nota de modo alarmante na esfera privada.
Está se tornando comum
filhos matarem os pais por “dá cá aquela palha”. Pelo mundo todo, mães matam os
filhos antes de eles nascerem, por meio do aborto, cada vez mais ameaçador.
“Máquinas da morte” estão sendo usadas em alguns países para produzir eutanásia.
Elas são acionadas por computador pela própria vítima, que aplica em si mesma
uma injeção letal.
Para conter a
violência, de nada adianta ficar somente falando em paz, dizer que esta é
necessária etc. Nesse sentido — como em muitos outros — a ação das associações
de direitos humanos, da ONU, das ONGs, e do que mais se queira, tem-se revelado
totalmente ineficaz.
De outro lado, como
esperar que a violência diminua, com a televisão despejando diariamente sua dose
envenenada de violência e imoralidade dentro dos lares?
Impõe-se uma
restauração moral da sociedade. Sem a prática dos Mandamentos da Lei de Deus,
não há violência que não estoure. Mas para isso seria necessário um empenho
sério e decidido do clero católico, desde os simples sacerdotes até os mais
altos escalões da hierarquia eclesiástica, na pregação da doutrina católica
tradicional. Porém, isso parece ser propriamente o que mais
falta.
Daí aplicar-se a nossos
dias a lamentação do Profeta Jeremias: “Sem responsabilidade, querem curar a
ferida do meu povo, dizendo: ‘Paz! Paz!’, quando não existe paz” (6, 14).
___________________
(*) Gregorio Vivanco
Lopes é advogado e colaborador da Agência Boa Imprensa
(ABIM).
Não desejando receber outras matérias, basta responder a este e-mail com a palavra REMOVER.
Prof. Ênio José Toniolo (aposentado da UNESP)
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
COMISSÃO DA INTERNACIONAL SOCIALISTA - RODRIGO CONSTANTINO
Comissão da
Internacional Socialista.
É tudo muito
asqueroso. Preparem a caixa de Engov, e em casos mais sensíveis, recomendo uma
injeção de Plasil preparada e acessível. Vejam o coral cantando a
“Internacional Socialista” em evento oficial da Comissão da Verdade no Rio, com
a presença da ministra Maria do Rosário. Eis o link do vídeo. :
http://mais.uol.com.br/view/e0qbgxid79uv/flash-para-coti-04024D183970D4C14326?types=A&
Trata-se do hino oficial dos comunistas, que
chegou a ser adotado pela antiga União Soviética. A URSS, para quem não lembra,
tem em seu currículo mais de 20 milhões de mortos inocentes. Lênin, Stalin,
Pol-Pot e Mao Tse-Tung fazem Hitler parecer um mero aprendiz de carniceiro.
Alguém poderia imaginar nazistas cantando com
o punho direito estendido em evento oficial de governo, na presença de
ministro? Seria um ultraje inaceitável, naturalmente. O nacional-socialismo
merece a lata do lixo da história, e todos sabem disso.
Curiosamente, muitos ainda usam a foice e o
martelo como símbolo oficial até de partido, cantam hinos comunistas, cerram os
punhos em homenagem aos maiores assassinos que a Humanidade já teve. E fica
tudo por isso mesmo!
Comissão da
Verdade? Sei… Comissão da Mentira, isso sim! Tentativa de reescrever a
história, de resgatar do limbo o fracassado comunismo, isso sim! Até quando
vamos tolerar esta pouca vergonha?
“Ah, mas o comunismo morreu e a Guerra Fria
acabou, não seja tão paranoico…”. Mesmo?
Rodrigo
Constantino
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
MENTIRAS QUE CUSTAM CARO - Vargas Llosa
MENTIRAS QUE CUSTAM CARO (Vargas Llosa), publicado no jornal
“O Estado de São Paulo”.
UM ESTRANGEIRO - não é petista nem tucano - FALA DO BRASIL
Talvez o maior escritor latino-americano vivo, o peruano
Mario Vargas
Llosa (Nobel em literatura em 2010) escreveu sobre o Brasil
para um
jornal argentino. Profundo conhecedor de nossas raízes, é
autor de uma
obra-prima literária, "A GUERRA DO FIM DO MUNDO",
romance histórico em
que retrata a saga de Canudos e de Antônio Conselheiro. O
texto é leve,
e interessante a sua opinião: quem olha de fora não está
afetivamente
ligado a nenhuma bandeira partidária, o que favorece a
imparcialidade.
Leia aqui a tradução do espanhol.
ARTIGO DE VARGAS LLOSA:
MENTIRAS QUE CUSTAM CARO
A DERROTA DO BRASIL, ESPELHO DE UM PAÍS EM APUROS
Por Mario Vargas Llosa | Para LA NACION
MADRID.- Senti muita pena da catastrófica derrota do Brasil
para a
Alemanha na semifinal da Copa do Mundo, mas confesso que não
chegou a
ser uma surpresa. Faz algum tempo que a famosa seleção
canarinho já não
é mais a mesma, hoje bem diferente da mítica esquadra
brasileira que
deslumbrou minha juventude, impressão que se confirmou para
mim já nas
primeiras partidas deste campeonato mundial. A equipe
brasileira deixou
uma imagem muito negativa: fazia esforços desesperados para
não ser o
que foi no passado, tratando de jogar um futebol de fria
eficiência, nos
moldes europeus.
Nada funcionava direito; havia algo forçado, artificial,
antinatural
nesse esforço, que se traduzia num rendimento sem inspiração
de todo o
grupo, inclusive de sua principal estrela, Neimar. Todos os
jogadores
pareciam amarrados. O velho estilo - de um Pelé, Sócrates,
Garrincha,
Tostão, Zico - seduzia porque estimulava o triunfo e a
criatividade de
cada um, disso resultando que a equipe brasileira, além de
fazer gols
(eficácia), também oferecia um espetáculo soberbo, no qual o
futebol era
mais do que esporte, convertendo-se em arte: coreografia,
dança, circo,
balé.
A crônica esportiva encheu de impropérios Luiz Felipe
Scolari (treinador
brasileiro), responsabilizando-o pela humilhante derrota,
alegando que
ele impôs à seleção um sistema de jogo coletivo que traiu
uma tradição
de excelência, impedindo a brilhatura e iniciativa
individuais, antes
inseparáveis de sua eficácia, transformando os jogadores em
simples
peças de uma estratégia, quase autômatos. No entanto,
acredito eu que a
culpa de Scolari não é exclusivamente sua; antes, é, talvez,
uma
manifestação - no âmbito esportivo - de um fenômeno que, já
faz algum
tempo, representa TODO O BRASIL, qual seja, viver uma ficção
que é
brutalmente desmentida por uma realidade profunda.
Tudo começa com o governo de Lula da Silva (2003-2010), o
qual, conforme
um mito universalmente aceito, "deu o impulso decisivo
ao
desenvolvimento econômico do Brasil, assim despertando o
gigante
adormecido e o encaminhando na direção das grandes
potências". As
estatísticas formidáveis fornecidas pelo Instituto
Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) eram aceitas por todos: no
período, o
número de pobres baixou de 49 para 16 milhões; e a classe
média aumentou
de 66 para 113 milhares. Não é de se estranhar que, com tais
credenciais, Dilma Rousseff (companheira e discípula de
Lula) haja
vencido as eleições com tanta facilidade. Porém, agora que
Dilma
pretende reeleger-se e a verdade sobre a economia brasileira
parece
tomar o lugar do mito, muitos a estão responsabilizando pelo
declínio
veloz da economia e, ainda, pedem um regresso ao
"lulismo", isto é, ao
governo que semeou, com suas políticas mercantilistas e
corruptas, as
sementes da catástrofe.
A verdade é que não houve nenhum milagre naqueles anos. O
que houve,
sim, foi uma grande fantasia, que somente agora começa a ser
desmascarada, exatamente como ocorreu com o futebol
brasileiro. Ora, a
política populista que Lula pôs em prática durante seus
mandatos acabou
produzindo a ilusão de progresso social e econômico que não
passou de
fugaz pirotecnia. O endividamento que financiava os custosos
programas
sociais era, com grande frequência, uma cortina de fumaça
para a
corrupção que levou muitos ministros e altos funcionários -
daqueles
anos e de agora também - para a cadeia ou ao banco dos réus.
As ligações
mercantilistas entre governo e empresas privadas
enriqueceram um
considerável número de agentes políticos e de empresários,
mas criaram
um sistema tão diabolicamente burocrático que acabou
incentivando a
corrupção e enfraquecendo os investimentos. Por outro lado,
o Estado se
meteu muitas vezes em faraônicas e irresponsáveis operações
como, por
exemplo, os enormes gastos com a Copa.
O governo brasileiro disse que não haveria dinheiro público
nos 13
bilhões que seriam investidos na organização da Copa. ERA
MENTIRA! O
BNDS (Banco Brasileiro de Desenvolvimento) financiou quase
todas as
empresas que "ganharam" as obras de
infraestrutura. E TODAS essas
empresas subsidiam o Partido dos Trabalhadores, atualmente
no poder.
(Calcula-se que, para cada dólar doado ao PT, as empresas
ganharam entre
15 e 30 em contratos.)
As próprias obras constituíram um caso flagrante de delírio
messiânico e
fantástica irresponsabilidade. Houve doze estádios
preparados para a
Copa, quando bastavam oito, conforme advertiu a própria
FIFA. O
planejamento foi tão negligente que a metade das obras de
infraestrutura
urbana e de transporte acabou cancelada ou somente será¡
concluída agora
que a Copa terminou. Não é de estranhar-se, pois, que a
insatisfação
popular diante de tanto desperdício de recurso público
(esbanjamento
praticado para ter uma publicidade eleitoreira), tenha
levado milhares
de brasileiros às ruas em agitações por todo o Brasil!
As cifras que os organismos internacionais (como o Banco
Mundial) dão,
neste momento, acerca do futuro imediato do Brasil são por
demais
alarmantes. Calcula-se que, para este ano de 2014, a
economia brasileira
terá o crescimento de um modesto 1,5%. Ou seja, terá uma
redução de meio
ponto sobre o índice dos últimos dois anos, período em que
apenas raspou
nos 2%. As perspectivas de investimento privado para este
ano são muito
escassas, isso pela desconfiança surgida: apostou-se num
modelo que se
acreditava original, mas que se revelou nada mais do que uma
perigosa
aliança de populismo com mercantilismo. A desconfiança vem
igualmente da
teia burocrática e intervencionista que asfixia a atividade
empresarial,
além de propagar as práticas mafiosas.
No entanto, mesmo diante desse horizonte tão preocupante, a
máquina
pública segue crescendo sem moderação - já consome 40% do
produto
interno bruto. O governo multiplica os impostos à guisa de
"correções"
do mercado, fazendo aumentar a insegurança dos empresários e
dos
investidores. Contudo, apesar disso, conforme as pesquisas,
Dilma deverá
vencer as próximas eleições; e seguirá governando inspirada
nas
realizações e sucessos de Lula da Silva.
Se for assim, o povo brasileiro não apenas estará provocando
sua própria
ruína, mas também (mais cedo que tarde) descobrirá que o
mito em que
está baseado o modelo brasileiro é uma ficção tão desprovida
de
seriedade quanto a sua seleção de futebol que foi aniquilada
pela
Alemanha. Descobrirá que é bem mais difícil reconstruir um
país do que
destruí-lo. O povo descobrirá, ainda, que em todos estes
anos - primeiro
com Lula, depois com Dilma - esteve vivendo uma mentira pela
qual
pagarão os seus filhos e netos, quando eles tiverem que
começar a
reedificar, desde a raiz, uma sociedade vitimada por essas
políticas e
afundada ainda mais no subdesenvolvimento. É verdade que o
Brasil foi um
gigante que começava a despertar naqueles anos em que foi
governado por
Fernando Henrique Cardoso, que pôs as finanças do país em
ordem,
estabilizou a moeda nacional e estabeleceu as bases de uma
verdadeira
democracia, delineando uma genuína economia de mercado.
Porém, os seus
sucessores, em vez de manter e aprofundar aquelas reformas,
preferiram
desfazê-las, obrigando o país a regressar a velhas práticas
degradantes.
Não apenas os brasileiros embarcaram na fantasia fabricada
por Lula da
Silva, mas também o resto dos latino-americanos. Porque a
política
exterior do Brasil, em todos esses anos, foi de cumplicidade
e apoio
descarado à política venezuelana do comandante Chaves e de
Nicolás
maduro; e de uma vergonhosa "neutralidade" ante o
regime cubano. Assim,
perante os organismos internacionais, o Brasil negou toda
forma de apoio
aos corajosos dissidentes que, nos dois países, lutam por
restaurar a
democracia e recuperar a liberdade. Ao mesmo tempo, porém,
os governos
populistas de Evo Morales, na Bolívia; do comandante Ortega,
na
Nicarágua, e de Correa, no Equador - as mais viciadas formas
de "governo
representativo" em toda a América Latina -, receberam
do Brasil o mais
ativo aval.
Por isso, quanto mais rápido caia a máscara deste suposto
gigante em que
se converteu o Brasil pelas mãos de Lula, tanto melhor para
os
brasileiros. O mito da seleção canarinho fazia-nos sonhar
belíssimos
sonhos. Todavia, tanto no futebol quanto na política é mau
viver
sonhando, sendo sempre preferível, por amarga que seja,
enfrentar a
verdade.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
A SEMENTE ESTÁ GERMINANDO
A
SEMENTE ESTÁ GERMINANDO
A semente que foi lançada nas manifestações de rua do ano
passado está a germinar e como semente que cai em solo fértil já está se
multiplicando, a indignação está cada vez mais evidente entre o povo,
contra a falta de vergonha de nossos políticos,
com raríssimas exceções, e os gestores
da coisa pública cada vez mais desmoralizados, principalmente os de Brasília,
sede do poder central e da maior concentração de corruptos por metro quadrado.
Estes políticos gestores, os homens públicos, hoje não passam
de masculino de “mulher pública” como eram chamadas antigamente as “mulheres de
vida fácil”. Com a impunidade total para a roubalheira, vejam-se os escândalos
da Petrobrás, da Eletrobrás, dos acordos escusos com as empreiteiras amigas, dos
empréstimos e das doações absurdas a países governados por “companheiros” e
ditadores, tudo isto tem finalmente mexido com o entendimento de nosso povo,
vamos ver se este entendimento persistirá até outubro.
Não podemos deixar de lembrar que tudo isto começou quando o
partido que se dizia incorruptível, que não roubava e não deixava roubar, foi
guindado ao poder, graças às promessas mentirosas e principalmente à postura de
Fernando Henrique Cardoso que não se envolveu no processo de sucessão como
devia e como fez o ex-presidente Lula ao conseguir eleger um chamado “poste”
para sucedê-lo e o que vemos é isto ai que está acontecendo. Dona Dilma chama
de pessimistas aqueles que a criticam quando na verdade apenas expressam aquilo
que os números, mesmo camuflados, mostram o inexorável destino de nosso pais
para os próximos anos se medidas urgentes e radicais não forem tomadas.
Espero que estas sementes já germinadas se multipliquem e se
transformem, como que num tsunami, para varrer para sempre esta vergonhosa
corrupção que nos consome!
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
AS UVAS ESTÃO MADURAS - GRUPO GUARARAPES
AS UVAS ESTÃO MADURAS. Doc.nº 62 – 2014
Na
antiguidade, os habitantes das aldeias que se aglomeravam à beira
dos
rios,aprenderam que quando as formigas, deixavam suas casas era sinal
de
chuvas torrenciais.
Séculos depois, no saliente nordestino do
Brasil, os homens do campo,
aprenderam a ler os sinais da chuva, tomando por
base a floração do
mandacaru, ou o “canto” do sapo “cururu”.
No nosso
Brasil de hoje, constatamos um festival de desorganização política
e uma
deliberada ação contra o “Estado Democrático de Direito,com
“juristas” sob
pretexto de defender o ato jurídico perfeito,se organizando
acintosamente
para respaldar, atos de vandalismo de terroristas do
asfalto.Campeia a
Impunidade enfraquecem o Estado.
Na gestão da coisa pública, afim de
arrebanhar seguidores, aparelham-se os
três níveis da Administração
Pública,sabendo eles, que a contra partida,
será o derramamento de sangue
destes mesmos inocentes, que não antevêem a
manobra torpe de usa-los como
“bucha pra canhão”.Vendem-se por míseros 30
dinheiros, e colocam nossa
liberdade em perigo. É o fomento do cultivo do
ódio entre irmãos.
No
campo econômico, as contas públicas vão de mal a pior, e,antevendo o
caos
plantado de propósito pelos radicais,e arautos do “tanto
pior
melhor”,contrariam os “ingênuos” do Banco Central , que teimam em
imaginar
usar de conhecimentos para retardar a débâcle financeira,causada
pela má
gestão e doações internacionais desautorizadas pelo Congresso
Nacional e
negócios escusos como a Abreu e Lima do ditador Hugo Chaves,
mentor da
Revolução Bolivariana. É o menosprezo destes sectários pelo Brasil
e pelos
brasileiros.
No campo das Relações Internacionais, se antes a
gota d’água, foi a entrega
da Ordem do Cruzeiro a sanguinários assassinos,
hoje, temos vultosas somas
tirando empregos de brasileiros e aplicadas no
Porto de Mariel. Acordos
secretos vencendo em 2032, que podem muito bem, ser
tratados como assaltos
aos cofres da nação, ou sentença de morte a milhares
de brasileiros.É a
insanidade concretizada por esquizofrênicos fanáticos a
serem
materializadas, por milhares de celsos daniels em nosso país.É
o
desrespeito à vida!
No Campo Político,presenciamos o país aliando-se
a ditaduras
sanguinárias,celebrando “acordos de cooperação sem o devido
respaldo de
nosso Congresso nacional,solapando a Democracia com ações do
porte do
decreto lei 8243.É a opção pela Ditadura !
Falta apenas um
leve descuido, como qualquer irregularidade no pleito de
outubro,
contrariando a vontade popular,para desencadearmos a luta
fratricida,
destrancando os portões do inferno, fazendo emergir o ódio,
acumulado e
alimentado por 12 anos, desde a eleição de Lula.Será a vitória
do
radicalismo,sobre a ponderação,da improvisação e da ignorância
sobre
planejamento e a Educação.Será a escolha da opção pelo
atraso.
Você pode plantar o que vc quiser, mais saiba que colherá apenas
o que
plantou.Que nos dizem estes sinais?Aproxima-se agosto, e delineia-se
no
horizonte político a perspectiva de que as coisas não caminharão
como
planejado pelo governo DILMA.
Já falamos em quase tudo e o Arnaldo
Jabor já escancarou que tudo já foi
dito,os terroristas já foram apontados,
os crimes desvendados mas os
bandidos continuam soltos.
Que falta então a
estes meticulosos Gramscistas fazer, para tomar de
assalto as nossas
liberdades individuais? Falta tocar algum
“sininho”?Aguardam as uvas caírem
nas mãos?
Embora também o Jabor já tenha dito tudo, creio que estes
canalhas, que
pregam a confrontação, tenham esquecido que quando a tampa do
caldeirão do
inferno em nosso país, se abrir,o que sairá de dentro não serão
meros
cadáveres e diabos comedores de crianças! Sairá muita lama
que
possivelmente retardará a caminhada rumo a execução da lição de
casa
deixada pela Alemanha para nós fazermos.Nada de citações piegas de
que
estaremos retardando o sonho de um Brasil melhor!A Alemanha deu a senha
que
teremos que seguir e agora não é mais questão de opção, é a única
e
possível trilha, que toda grande nação percorre antes de “surgir” para
o
mundo.
AO TRABALHO BRASILEIROS!
9 de julho de 2014
GRUPO
GUARARAPES
domingo, 3 de agosto de 2014
VIVA O IRRESPONSÁVEL ELEITOR - Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
“Viva
o irresponsável eleitor”
Breve,
escolheremos o nosso futuro.
Infelizmente,
quando falamos sobre o nosso futuro, a decisão será de uma maioria inconsequente
que decretará, segundo a mídia, a força do desgoverno, num regime que preservará
incólume um bando de cretinos.
É
difícil para quem pode prever que poderemos mergulhar na ideologia comunista,
aceitar semelhante desgraça, contudo, o povaréu assim o deseja, com fervor,
pelas bolsas, pela ausência de cidadania, pelo apego aos corruptos, por louvar a
impunidade e pela total falta de vergonha.
Muitos
poderão rebater nossas considerações, porém basta analisar superficialmente o
que ocorre em nossa nação para verificar que tudo é possível, inclusive o êxito
da incompetência.
Breve,
teremos as propagandas eleitorais, em especial para a presidência da República,
e ficamos um tanto assustados ao lembrar quais serão os pontos destacados pela
atual gestora para sublinhar a excelência dos inúteis anos de seu
desgoverno.
Quais
feitos, quais obras serão festejadas?
E
a economia que vem descendo a ladeira
aceleradamente?
Porém,
apesar de nulas realizações, sabe - se lá se a dita não será
reeleita?
Homenageando
a irresponsabilidade, não vamos longe, citaremos o ex - governador Roberto
Arruda.
Recordamos
que anos atrás assistimos ao Arruda, então Senador da República jurar em nome de
seus filhos, que não havia feito uma escandalosa patifaria no Congresso
Nacional. Acho que foi numa sexta - feira, quando jurando a sua inocência, ele
chorou e comparou a sua verdade com a felicidade de seus filhos.
Na
outra sexta, o mesmo homem, jurando arrependimento, ainda em nome de seus
filhos, desta feita confessava que havia feito o que na sexta anterior jurara
não ter feito.
Lembro
que na segunda, uma TV com seu repórter, em frente ao Conjunto Nacional em
Brasília, entrevistava as pessoas do povo que se dirigiam para os seus trabalhos
e perguntava” O que você pensa do Senador Arruda?”.
Pasmem,
mas a grande maioria alegava que era um “grande homem”.
Aparentemente,
poucos haviam visto os seus duplos e deprimentes chorosos
juramentos.
Passados
alguns anos, ele foi eleito governador do DF. É incrível, mas tudo é verdade na
terra da impunidade.
No
decurso de sua gestão, ficamos abismados ao ouvir discursos e entrevistas do
governador, sempre respondendo com agressividade, como senhor de si, prepotente
em relação aos demais viventes.
Até
que vimos a corrupção de seu governo, assessores e asseclas recebendo dinheiro,
guardando vultosas quantias nos bolsos, nas meias, e, inclusive assistimos ao
governador, pessoalmente, recebendo dinheiro.
Provavelmente,
por interesse do próprio desgoverno federal, ele e muitos assessores e membros
de seu governo foram afastados. Presos? Condenados?
Foram
pelo monumental escândalo, alijados do cenário político, pelo menos,
parcialmente, pois já estão de volta.
Poucos
anos se passaram, e agora recebemos o último levantamento das intenções de votos
para o próximo governo do DF.
Adivinhem
quem está na frente da pesquisa? O magnífico Arruda.
Portanto,
este desabafo como milhares de outros pode ser jogado, não na lixeira, mas no
vaso sanitário, pois apesar de milhares de alertas, o irresponsável eleitor
gosta de chafurdar na M... e, portanto, está pronto para eleger os que mais
poderão anular o eterno País do futuro. Lamento, mas é a mais pura
verdade.
Assim,
para a minha salvaguarda, “que viva o atual desgoverno, salve o melífluo
metamorfose, adoremos o poste sem luz, louvemos o comunismo, cultuemos o Foro de
São Paulo”, e perdoem a minha modesta pessoa que poderá cair na má vontade
da cretinice, que como ficou provado, pode fazer o que quiser com quem quiser. O
Santander que o diga.
Brasília,
DF, 03 de agosto de 2014
Gen.
Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
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