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sábado, 27 de março de 2010

SINTOMAS DA FASCITE PLANTAR

Atenção aos pés e sintomas da fascite plantar

Dores na sola dos pés, principalmente na região do calcanhar, pode ser sintoma da chamada fascite plantar. O professor adjunto do departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Antonio Vitor de Abreu, conta quais podem ser os indícios do problema. “Examino os pacientes que chegam com essa dor e sempre encontro um tendão de Aquiles mais curto. O pé assim não se flexiona facilmente”, explica.

De acordo com o médico, a fascite plantar é prevenida por uma atividade altamente recomendada e sem contra-indicações: o alongamento. “Se há a presença dessa estrutura mais curta, deve-se alongar”, enfatiza. Ele conta que este é também o principal tratamento da doença. “Mas, não basta alongar. Deve-se também fortalecer a musculatura, para que o paciente não fique com um tendão curto e forte ou flácido e fraco”, orienta.

O médico alerta que o sobrepeso pode piorar a situação. “Se há o excesso de peso, existe um agravante. Muitos pacientes acham que nunca vão resolver o problema por não conseguirem emagrecer. Mas, se o paciente perder peso e não alongar, não adianta. É preciso agir na causa”, ressalta, acrescentando que o problema é observado após o teste do grau de flexão dorsal do tornozelo ou quando a pessoa anda na ponta dos pés, o que indica encurtamento do tendão de Aquiles.

FONTE: INFORMATIVO DA PREVI DO BANCO DO BRASIL

sábado, 13 de março de 2010

PESQUISA APONTA QUE PARENTES DE CELIÁCOS DEVEM FICAR ALERTAS À DOENÇA

Pesquisa aponta que parentes de celíacos devem ficar alertas à doença

Estudo desenvolvido na Universidade de Brasília (UnB) encontra alta incidência de genes ligados à doença celíaca em familiares de portadores do problema. De acordo com a autora, a doutoranda em Ciências da Saúde, Rita Martins, pais, irmãos e filhos de quem tem a patologia devem ficar alertas, mesmo sem a ocorrência de sintomas. Essas pessoas podem desenvolver a enfermidade, que causa intolerância ao glúten, resultando em diarréia crônica, anemia e perda de peso. Essa proteína é encontrada no trigo, aveia, cevada e centeio.

Dos 127 familiares que não tinham a doença, 7,1%, apresentaram resultado positivo para a intolerância ao glúten. Segundo a bióloga, 64% dos participantes tinham um ou os dois genes ligados ao problema. No entanto, a autora afirma que a presença dos genes não necessariamente leva à doença celíaca. “Essas pessoas têm chance de desenvolver essa condição”, enfatiza.

Rita explica que a doença pode se manifestar em qualquer idade. Para ela, a identificação desses genes nos parentes pode permite um acompanhamento preventivo. “Podemos antecipar o tratamento de possíveis casos, o que promoveria a melhora clínica das alterações da mucosa do intestino e reduziria os riscos de patologia e complicações associadas”, discorre.
FONTE: PREVI DO BANCO DO BRASIL

sábado, 6 de março de 2010

MÚSICA PODE SER ALIADA NO TRATAMENTO DO ALZHEIMER


Iniciativa da Universidade de Brasília (UnB) tem mostrado resultados positivos contra o Mal de Alzheimer. Uma vez por semana, grupo de pacientes, familiares e amigos se reúne no Hospital da UnB para cantar músicas populares que remetam a boas lembranças dos doentes, como marchinhas de carnaval, sambas e canções folclóricas.

“Os familiares contam que desde que passaram a freqüentar o coral, os pacientes parecem ter estabilizado. Para o Alzheimer isso é uma grande conquista”, comemora o idealizador da proposta, o geriatra Renato Maia, enfatizando que os resultados mostram que não se deve inviabilizar a busca de tratamentos complementares. “Existem possibilidades de atuação tendo como objetivo a qualidade de vida do doente”, completa.

O Alzheimer acomete geralmente pessoas a partir dos 60 anos. As causas e a cura da doença não foram descobertas. O que se consegue é estabilizar o avanço do problema. O primeiro sintoma é a perda da memória recente (nomes, números de telefone, compromissos e fatos importantes) e esquecimentos como fechar a porta do armário ou trancar a casa. Quanto mais cedo o Alzheimer for identificado, mais chances de desacelerar o seu processo.
Fonte: Previ do Banco do Brasil