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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

DICAS PARA NÃO ODIAR SEU TRABALHO - CRC ON-LINE


Dicas para não odiar seu trabalho 

Veja, sob outro ângulo, as dificuldades de manter a qualidade de vida no emprego
Você já se sentiu preso e infeliz no trabalho, mas sabe que é impensável deixá-lo? Essa é uma situação frustrante vivida por muitos profissionais, mas que pode ser amenizada com algumas dicas simples.

De acordo com Srikumar S. Rao, autor dos livros Happiness at Work (Felicidade no Trabalho) e Are You Ready to Succeed? Unconventional Strategies to Achieving Personal Mastery in Business and Life (Você Está Pronto para o Sucesso? Estratégias não Convencionais para Alcançar a Maestria Pessoal nos Negócios e na Vida), o primeiro passo é investir no presente. 

Rao afirma que o profissional deve manter o foco no processo e não nos resultados. Confira: 

1. Trabalhe em direção a um objetivo, mas pare de se preocupar com os resultados. Se forem ruins, avalie os erros para não cometê-los novamente.

2. Perceba que a paixão vem de você e não de seu trabalho. "Se não puder acendê-la dentro de si nesse momento, e não pensando apenas no futuro, você nunca vai encontrá-la", ressalta o autor.

3. Perceba que você está desempenhando um papel. Não importa qual cargo você tenha, seja estagiário ou CEO (Chief Executive Officer - diretor executivo), pense nele como um papel em que você precisa atuar. Rao sugere: "Quando você pensa que está apenas jogando, você se liberta por reconhecer que está apenas desempenhando um papel que tomou para si".

4. Saiba deixar as emoções irem embora. Viva o presente, como as crianças. Segundo o autor, "as crianças sabem deixar os problemas para trás. Quando estão com raiva ou tristes, elas choram. Pouco tempo depois, um brinquedo já as distrai. Elas não carregam suas dores para si e cada coisa que acontece é algo novo a ser experimentado no momento".

sexta-feira, 4 de maio de 2012

DICAS QUE PODEM AJUDAR.... CRC/SP ONLINE


Confira dicas que podem ajudar os indecisos a definir um caminho profissiona

Vocação, afinidade, retorno financeiro e trabalhos em evidência no mercado são alguns pontos que devem ser levados em consideração na hora de escolher uma profissão. Entretanto, nem sempre essa decisão é fácil. Dúvidas e incertezas sempre estão presentes na cabeça de quem se prepara para prestar o vestibular e, às vezes, até de quem já está no mercado de trabalho há algum tempo.

Nesses casos, optar por uma orientação vocacional para saber quais as profissões que mais se encaixam no seu perfil pode ajudar bastante. Quanto mais cedo a pessoa encontrar o curso ou o direcionamento adequado, menor será a ansiedade e maior a motivação para arriscar um novo caminho. 

A orientação vocacional individual ou em grupo deve basear-se em três itens. Um deles é o autoconhecimento, o conhecimento dos próprios valores, interesses, perfil e habilidades. Outro item é o conhecimento da realidade profissional, do esquema de organização das ocupações e do mundo de trabalho. O terceiro item é a tomada de decisão do curso. 

As orientações podem ou não envolver testes vocacionais, uma vez que esses são pouco usados hoje em dia. Eles podem ajudar o aluno a conhecer habilidades e gostos e o orientado pode se valer de menos tempo e de informações mais objetivas para obter um resultado mais prático e direcionado. No entanto, ninguém é obrigado a definir uma profissão só porque o teste indicou. Os questionários são padronizados e as pessoas, não. Testes apenas delimitarão a área de atuação mais favorável ao indivíduo, dentro da qual ele pode selecionar uma profissão. Um teste vocacional custa cerca de R$100, podendo ter variações dependendo dos instrumentos que os profissionais usam para fazer o exame.

FONTE: CRC/SP - ONLINE

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

SAIBA COMO QUEBRAR A BARREIRA DA IDADE NO TRABALHO - CRC ONLINE


Saiba como quebrar a barreira da idade no trabalho
Aos 40 anos, a vida profissional chega a um ponto crítico. A partir desse momento, as chances de ser demitido aumentam e, pior, as possibilidades de recolocação diminuem consideravelmente. Por isso, saber como agir quando se ultrapassa a barreira da idade pode fazer a diferença na carreira.
Para a consultora de Recursos Humanos Gisela Ferreira, é preciso estar sempre motivado e nunca parar de se aperfeiçoar. Segundo ela, uma coisa leva a outra. “O profissional que continua aprendendo não se acomoda e, como consequência, mostra ser importante para a empresa”, afirma.
A consultora ainda ressalta que, atualmente, o profissional com mais idade está sendo desvalorizado no mercado de trabalho. Isso acontece devido à necessidade das empresas de “oxigenar seu quadro de funcionários. Essa tendência representa a intenção das companhias de demitirem profissionais com mais de 40 anos e contratarem, para ocupar o lugar, jovens que, supostamente, tenha mais energia, disponibilidade e recebam salários menores”.
Porém, quando isso acontece nos níveis em que as decisões são tomadas, a situação se complica, pois o jovem pode ter garra e energia, mas não possui nem a maturidade nem a experiência do profissional com a carreira consolidada.
Quando um profissional é substituído por outro, muitas vezes ocorre o problema de desmotivação. “Por isso, é fundamental procurar reciclagem, manter conversas com pessoas que estejam trazendo novidades, fazer cursos de especialização, MBAs, entre outros”, pondera Gisela. “Um profissional, hoje, para manter o seu emprego, precisa saber o que está acontecendo no mercado e, principalmente, estar motivado. Se uma pessoa não se atualiza, inevitavelmente perde o pique, a energia e acaba sendo substituído”, complementa a especialista.Em caso de demissão, Gisela orienta o profissional, antes de tudo, a procurar uma empresa especializada em recolocação de pessoal, onde receberá dicas e orientações para buscar empresas que valorizarão sua experiência. “Dessa forma o profissional será competitivo e estará vivo no mercado”, finaliza.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O ACÚMULO DE ESTRESSE RESULTA NA QUEDA DE RENDIMENTO NO TRABALHO - CRC ONLINE





O estresse tem sido o causador de diversos pontos fracos na vida de executivos brasileiros. De desentendimentos familiares a problemas de saúde, afeta grande parte da população ativa do País.
Segundo o médico psiquiatra, Vladimir Bernik, não há ainda uma definição para esta enfermidade na patologia médica. No entanto, quem nunca sentiu dos sintomas do estresse, tais como respostas ríspidas, a falta de paciência ou, até mesmo, crises de choros?
O psiquiatra explica que “todo mundo passa por estresse ou por situações estressantes. É algo presente no dia a dia de todos. A quantidade imposta é que deve ser analisada. Um profissional pode passar por uma situação muito estressante, sofrer com picos ou então presenciar pequenos estresses repetitivos”.
Reconhecido como uma doença da modernidade, o estresse atinge cerca de 60% das pessoas que trabalham. “Trata-se de um sério problema social e econômico, pois ceifa pessoas ainda jovens, em idade produtiva e geralmente ocupando cargos de responsabilidade, imobilizando e invalidando as forças produtivas da nação”, pondera o médico.
Porém, o estresse já conta com diferentes tratamentos. Cuidar da alimentação e manter uma atividade física frequente são pontos positivos na luta contra o estresse. “É necessário, primeiramente, que todos consigam dosar esse estresse real. Às vezes, não há necessidade de nos preocuparmos demais com um determinado problema. Além disso, é fundamental aprender a relaxar quando se está fora do ambiente de trabalho”, disse o especialista.Quando o problema se agrava e tendo cada vez mais consequências, a indicação é buscar ajuda especializada. “A ajuda psicológica é bastante interessante. Ir a um psicólogo ajudará e, caso não seja a especialidade dele, saberá indicar o melhor caminho”, finaliza Bernik.


Fonte: CRC/SP ONLINE

Imagem: WEB

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

EXPERIÊNCIA IMPULSIONA NOVAS OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS


Mesmo com um leque de pré-requisitos exigidos dos profissionais pelo mercado de trabalho, a experiência profissional continua sendo um trunfo infalível na hora da recolocação ou mudança de emprego. Pesquisa realizada recentemente pela empresa global Kelly Services, apontou que 80% dos profissionais entrevistados, em diversas partes do mundo, acreditam que a experiência adquirida foi decisiva para o progresso em sua carreira.
Segundo o consultor Robson Martins, o investimento em educação deve estar sempre na escala de prioridades. “Diante de tantos profissionais com uma ou mais graduações a diferenciação vai recair sobre a experiência acumulada” diz. Em algumas atividades, em que o mercado de trabalho exige além do conhecimento teórico, o prático, a experiência assegura ao empregador a certeza do profissional possuir as habilidades necessárias para desempenhar as funções pretendidas.

Na visão do consultor, a experiência profissional em outras áreas também contribui nos casos em que o profissional pretenda mudar de carreira e buscar novas oportunidades. Segundo Martins, a mudança implicará em muitas outras vertentes que podem ser benéficas, como: adquirir experiências, desenvolver novas habilidades e vislumbrar perspectivas de crescimento na empresa. “Com uma vasta experiência, o profissional poderá se enquadrar mais facilmente às oportunidades disponíveis no mercado de trabalho”.

Caso pretenda mudar de função na empresa em que já atua, o consultor orienta que o profissional demonstre à chefia ou à direção seu interesse em ser transferido para a área em que deseja atuar. “Se o profissional possuir uma boa trajetória, com bons desempenhos, a empresa poderá recolocá-lo, principalmente se o gestor notar que seu trabalho contribuirá para a nova função”.

As experiências profissionais adquiridas no exterior também agregam valor à carreira do profissional, pois, além dos conhecimentos técnicos, ele trará na bagagem aprendizado pessoal e vivência com outras culturas que serão benéficos para o seu aprimoramento.


FONTE: CRC ONLINE

quinta-feira, 28 de julho de 2011

CULTURA: IMPORTANTE DIFERENCIAL PARA SE DESTACAR NO MUNDO CORPORATIVO - LUIZ CARLOS CABRERA




Cultura: importante diferencial para se destacar no mundo corporativo

Investimento em tempo e dedicação para uma boa formação cultural tem retorno imediato no cenário corporativo globalizado, principalmente com a crescente participação de empresas multinacionais na economia brasileira. "O profissional culto se destaca por onde quer que passe, seja numa entrevista de emprego, numa conversa informal com um cliente ou no fechamento de um importante negócio", garante o professor de Gestão de Carreiras e consultor, Luiz Carlos Cabrera.

Conhecer a cultura do País e se munir de informações acerca da realidade local é obrigação de todo indivíduo. “Entretanto, conhecer a cultura de outros países deve se tornar um hábito para os profissionais recém-egressos ao mercado de trabalho e também para aqueles que já atuam há muito tempo”, salienta Cabrera, garantindo que essa dica é infalível para quem busca galgar novos espaços e expandir seus negócios.

Para que um profissional se posicione, apresente seus pontos de vista e forneça novas idéias sobre determinado assunto é necessário manter um olhar crítico e obter conhecimentos gerais sobre os temas reinantes na mídia e na sociedade. “Pessoas que possuem uma consistente bagagem cultural são mais interessantes e atrativas em suas conversas e participações”.

“Geralmente, o profissional opta por agregar conhecimentos técnicos à sua carreira, relevando o investimento em cultura para um segundo plano. A técnica, sem dúvida, é muito importante, mas o profissional que alargar seus conhecimentos para outras áreas, temas e aspectos da empresa poderá lidar melhor com os problemas. Em um horizonte mais amplo, quem possui um bom repertório cultural desenvolve a capacidade de diagnosticar mais rapidamente as situações, chegando a soluções adequadas, associando estas à técnica profissional ”, afirma Cabrera.

O consultor observa que o profissional do mundo moderno deve estar sempre bem informado sobre vários assuntos, desenvolvendo uma análise crítica sobre os mesmos. Para isso ele recomenda: ler um livro por quinzena, assistir a um filme por quinzena, ir a um concerto por mês, fazer uma visita a um museu a cada dois meses, fazer um curso sobre filosofia a cada três meses. “O mercado de trabalho está carente de profissionais cultos. Falta conhecimento de história, geografia, pintura, música e literatura. O nível cultural é que leva o indivíduo a entender rapidamente contextos complexos e a fazer julgamentos acertados”, observa.

FONTE: CRC/SP ON-LINE

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O TRABALHO COMO FUGA - PE. PAULO M. RAMALHO



O trabalho como fuga.


Todos nós sabemos que trabalhar “como louco” nem sempre é sinal de virtude. Muitas vezes é uma necessidade, mas muitas vezes não passa de uma fuga: fuga para não enfrentar problemas alheios ao trabalho, fuga para não enfrentar problemas familiares, fuga para não enfrentar problemas pessoais sérios, fuga para não enfrentar o possível vazio da vida.


Falando concretamente do trabalho como fuga do vazio da vida, veja o que diz este autor:


O TRABALHADOR MANÍACO


Outro tipo se evade (desta vida) lançando-se ao trabalho como um louco, quase com fúria. Parece que o estão perseguindo. E é verdade: persegue-o o espectro de sua personalidade vazia. Deposita em seu êxito profissional todas as suas esperanças. Tem pavor de fracassar por inteiro. O triunfo externo é o que valoriza sua raquítica personalidade interior. Por isso foge de si mesmo e se evade no trabalho.


É interessante observar a atitude por vezes ridícula desses seríssimos homens e mulheres de negócios a quem sobram tantos milhões e a quem falta tanta paz. Não podem descansar. Precisam ganhar mais dinheiro. Ter mais brilho. Subir mais alto. Para que? Para poder usar um carro mais luxuoso ou comprar um helicóptero? Pode ser. Mas se buscássemos mais no fundo encontraríamos outra razão: estão absolutizando o seu êxito porque inconscientemente fogem do (vazio das suas vidas).


Esses homens e mulheres, que, se são subalternos, perdem a saúde até que cheguem a ser chefes; e que quando isto acontece não dormem até que possam sentar-se na cadeira de Presidente-Geral; esses homens e mulheres que trabalham até se matar para satisfazer a vaidade do outro cônjuge com uma casa mais vistosa, ou o orgulho de um filho com um automóvel último modelo; esses homens que para se auto-afirmar perdem a serenidade só porque um empregado não se dobra ante seus caprichos ou se encolerizam porque a mulher não lhes prepara a comida que lhes apetece ou se enfadam porque seu nome não saiu no jornal como esperavam; esses homens e mulheres que (...) se apavoram quando vêm num pequeno quisto a suspeita de um câncer, ou, num feriado, começam a sentir uma depressão inexplicável…; esses homens e mulheres todos que parecem auto-suficientes e poderosos, no fundo são extremamente fracos, dependentes, frágeis, vulneráveis e carentes. Para eles essas irritações, esses pavores e depressões são como a vibração de um radar interior que assinala a presença do vazio, e lhes adverte, com um aviso de emergência, que, apesar de seus êxitos, a sua vida não tem sentido (...) que o seu trabalho as suas atividades sociais e diversões não passam de uma fuga…


Para certos indivíduos o ócio, o desemprego, a aposentadoria são verdadeiramente mortais porque arrancam a máscara da sua laboriosa atividade, para revelar o esqueleto da sua raquítica intimidade (...). Por isso, o que se vem chamando de “neurose dominical” e de “neurose de desocupação”, na maioria dos casos melhor se poderia denominar “(neurose da ausência de sentido da vida), neurose da ausência de Deus” (Rafael Llano Cifuentes, Deus e o sentido da vida).


Vejamos, portanto, se nosso trabalho está no lugar!
Vejamos se estamos sabendo trabalhar as horas necessárias, as horas estabelecidas pelo contrato de trabalho!
Vejamos se o nosso trabalho não está sendo uma fuga: uma fuga dos problemas, uma fuga do vazio da vida!
Vejamos se o trabalho não está sendo movido pela ganância, pelo desejo de poder, pela vontade de brilhar, pela vontade de mostrar aos outros que somos “o cara”!
Vejamos, enfim, se estamos sabendo ter o tempo necessário a cada dia para dedicar-nos a realidades mais importantes do que o trabalho: Deus, a família, os filhos, os amigos, etc.


Para colocar o trabalho no lugar certo, nada melhor do que oferecê-lo a Deus (e não ao nosso “ego”) e deixar que Ele nos guie ao longo do dia dizendo o que devemos fazer e o que não devemos fazer!


Uma santa semana a todos!


Pe. Paulo M. Ramalho
(email para comentário: falar.paulo@gmail.com)


Sacerdote ordenado em 1993. Engenheiro Civil formado pela Escola Politécnica da USP, doutor em Filosofia pela Pontificia Università della Santa Croce, capelão do IICS - Instituto Internacional de Ciências Sociais. Atende direção espiritual na Igreja de São Gabriel em São Paulo.


Telefone (horário comercial): (11) 3885-2614, (11) 9950-7337
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO PARA O CRESCIMENTO NA CARREIRA

A importância da comunicação para o crescimento na carreira

Seria ótimo se todos compreendessem e assimilassem os pensamentos e ideias que circulam no ambiente de trabalho. Infelizmente, muitos projetos não são realizados, propostas não são entendidas e planos não são aceitos por falta de uma efetiva comunicação. O profissional que deseja se destacar em sua carreira precisa ter consciência da importância da comunicação, para dar uma opinião, participar de reuniões ou defender algum projeto. É fundamental procurar formas de transmitir exatamente o que se deseja e saber ouvir e entender o que o outro está falando. Pesquisas apontam que 80% dos problemas dentro das empresas advêm de falhas na comunicação.

Portanto, o profissional deve desenvolver, de forma apropriada, a comunicação para que todos ao seu redor possam compreender sua mensagem. É preciso que ele elimine a timidez, o nervosismo e a insegurança no trabalho, pois, são fatores que impedem a fluidez da informação.

O fluxo e a troca de informações fazem parte da comunicação. “É preciso que o profissional dê espaço para que o colega ou o chefe possam tirar dúvidas e apresentar sugestões, manter-se sempre disposto a dar e receber informações. Estar disponível para ouvir é essencial”, aponta Rita Alonso, professora de Relações Humanas na Empresa. Com uma boa comunicação o profissional tem a possibilidade de defender suas opiniões com segurança, se destacar diante dos colegas e se aprimorar por meio de contribuições individuais a temas abordados por outros.

Para que o profissional tenha uma fluência na comunicação, ele deve estar bem informado e atualizado. Hoje, existem várias ferramentas à disposição que perpassam a oralidade e possibilitam estar a par dos acontecimentos, como e-mails, chats, SMS que também ajudam a estabelecer relacionamentos.

Rita Alonso afirma que para o profissional obter o sucesso esperado, é necessário passar a informação completa, com começo, meio e fim, verificar o grau de entendimento do interlocutor, olhar nos olhos, escrever detalhadamente sem ser prolixo, falar pausadamente, de forma inteligível, ser objetivo, claro e utilizar a mesma linguagem profissional. É importante também, compreender e ser compreendido, expor o ponto de vista com objetividade de modo a fazer-se entender, permitindo assim um diálogo com troca positiva. “Lembre-se que comunicar é uma questão de sobrevivência e crescimento para sua carreira”, alerta a especialista.
FONTE: CRC -SP ONLINE