sexta-feira, 18 de julho de 2014

ECOS DA COPA


ECOS DA COPA
Como diz o ditado:  “A mentira tem pernas curtas”, com o tempo ela começa a aparecer, foi com a seleção da copa das copas, assim está sendo com a economia, os índices manuseados por longo tempo, os preços da energia e combustíveis represados levando a Petrobrás e inúmeras usinas ao descontrole econômico,  com risco até de falência, assim foi o governo Dilma até agora, neste mês, o conjunto dos índices econômicos levou ao desespero o staff da presidenta: crescimento perto de 1%, inflação em alta, desemprego assustando e o pessimismo se alastrando entre o eleitorado.

Não é para menos, assim como nossa seleção nunca convenceu, mesmo nas vitórias, assim também este governo não inspira confiança, pois mentiras se sobrepõem a mentiras e assim tem sido desde o governo Lula...

A presidenta Dilma prometeu: trem bala, casas para as vítimas dos deslizamentos em Petrópolis, creches, rodovias, ferrovias, transposição do São Francisco, usinas, PAC 1, 2, 3 e até hoje nada.
A descrença no governo aumenta com as denúncias sobre as possibilidades de fraudes nas urnas eletrônicas cujos testes foram proibidos pelo ministro Dias Toffoli, cuja indicação para presidir o TSE foi mais uma das artimanhas do PT para se garantir no poder. É o jeito petista de governar e ajeitar as coisas segundo seus interesses escusos. É a democracia petista em ação!

E assim, de mentira em mentira o PT de Lula e Dilma vai tentando se impor ao eleitor menos avisado, pois todo aquele que tem um mínimo de informações e um mínimo de honestidade não vai cair novamente neste conto do vigário!

Pelo menos, assim espero...

terça-feira, 8 de julho de 2014

VEIO O HEXA E TAMBÉM O HEPTA


VEIO O HEXA E TAMBÉM O HEPTA

Por esta ninguém esperava, nem mesmo a seleção alemã, meu Deus, quatro gols em seis minutos e depois o resto, hexa e hepta, só que não era bem este hexa que o brasileiro queria! De sobra, veio o hepta!

Quem sabe o brasileiro agora se toque da roubalheira que este governo petista fez com a construção das chamadas arenas, antes estádios, uma denominação bem mais simpática

Vamos esperar que este vexame, esta acachapante derrota perante a seleção alemã sirva de alerta para o que realmente está acontecendo em nosso pais, caminhando a passos largos para um descontrole da economia com dívidas e gastos aumentando geometricamente, com a indústria em declínio pelo quinto mês consecutivo, a inflação saindo do controle com preços represados que certamente serão liberados apenas após as eleições, a segurança, a saúde, a educação todas em frangalhos, os impostos mais altos do mundo sem a devida retribuição em serviços e investimentos.

As eleições estão ai, as urnas, embora não confiáveis, serão as nossas armas para repor nosso pais no caminho de um futuro mais promissor.

Voltando ao futebol, deu dó como nosso povo torceu pela seleção mesmo massacrada que foi, totalmente atônita após o primeiro gol alemão. Nossos jogadores ficaram como que anestesiados, como anestesiados estão os brasileiros quanto à política de nosso governo, não enxergaram mais nada, e tome gol...

Tomara que nunca mais pensem em sediar copa do mundo no Brasil. E agora fica uma pergunta, o que seria pior; ver a Argentina ser campeã no Brasil ou perder para ela na disputa do terceiro lugar?

E uma outra pergunta que não quer calar: - Será que nossa presidenta fará a entrega da taça ao campeão?

Outra coisa,como diria o nosso ex-presidente Lula: - Nunca antes na história deste país aconteceu uma derrota tão fragorosa e vergonhosa de nossa seleção!

Bem, pelo menos ficamos livres de um novo “maracanazo”!


O DEPOIS DA COPA - Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira


O “Depois" da Copa
Durante o período inicial da Copa nos aquietamos. Nem no papel e nem no lápis pegamos. Entramos em recesso letárgico e mental.
O desgoverno não, nem os seus cúmplices, o PT e o famigerado Foro de São Paulo.
Contudo, o brasileiro só pensa naquilo, ser campeão do mundo e sambar, beber e acreditar que chegou aos céus.
Com a vitória na Copa (?), o País adentrará à cúpula do Olimpo, é a crença corrente, e nada mais importa.
Entrementes, afundou - se o STF, a Lei da Palmada foi abençoada, o aborto foi liberado, a CPMI da Petrobrás definha, o Decreto 8.243 segue em frente, a portaria que autoriza o exercício de profissionais sem validação do MERCOSUL foi sacramentada, e o povaréu já concluiu que a gastança dos estádios para a Copa faz parte do jeitinho nacional, e que a inflação inexiste e as denúncias e as reclamações de alguns são pura inveja.
Acreditamos que no fervor do nacionalismo futebolístico, o desgoverno deu os passos finais para a nossa imbecilização e pela nossa passividade estamos esperançosos de que o Brasil será a grande potência social da humanidade.
Ao que tudo indica breve entraremos no paraíso, onde todos terão o seu quinhão de riquezas, de bens e de felicidade. Pois com os mais médicos temos o apoio total na área da saúde, com o dinheiro de variadas bolsas, com a minha casa minha vida, e todas as vantagens que os outros possam pagar, é possível, no País, viver sem trabalhar.
Uma das promessas é de que no Diário Oficial logo será público que a família A deverá sustentar a família B, ou vice versa. Ou seja, tudo será repartido, equitativamente.
Se a sua família é a A ou a B depende de você, é sempre possível mudar de lado.
É o sonho do socialismo.
Uma massa sobrevivendo e um bando incólume agarrado ao sacrifício do poder sem limites, é o paraíso na terra, e nós teremos o orgulho de termos construído este jardim de maravilhas.
Assim, galgaremos um novo nível de coexistência entre os seres humanos, bastando que os nacionais respeitem os seus lideres, aguardem que eles proverão todas as suas necessidades, pois se você nasceu tem direito a tudo, inclusive aos benefícios que os outros conquistaram com sacrifício.
Aqui, graças à malícia gramscistas dos neocomunistas, existe uma igualdade entre os seres humanos, e os que se esforçaram, estudaram e trabalharam têm a obrigação de repartir, pois só assim, atingirão o reino dos céus.
Você que não tem quebrado o galho dos que não estudaram e dos que não perderam tempo com braçais trabalhos, não merece viver entre nós. Deixe de ser cretino e divida a sua riqueza com os outros, e por mais que você os considere um bando de vagabundos, golpistas e salafrários, o desgoverno sabe que o voto deles vale tanto quanto o seu e, por isso, declara que todos somos iguais diante da urna eletrônica.
Hoje, prestes à institucionalização de República Democrática do Socialismo Nacional, o importante é “relaxar” e, se possível, “gozar”, de preferência dos que pagam a conta.
Cumpanheiros” ingressamos em uma nova ERA, a da promoção da igualdade para todos, contudo, é preciso que saibamos que uma quadrilha de indivíduos ungidos pelos deuses fará o sacrifício de dirigir - nos com benevolência, eventualmente, admoestando os reacionários e, assim, sem oposição, viveremos os próximos mil anos.
É o sonho tornando - se a nossa carnavalesca felicidade.
Viva o populacho que soube escolher o seu futuro!
Brasília, DF, 07 de julho de 2014
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira




segunda-feira, 7 de julho de 2014

A MEDIOCRIDADE SE REPETE - ESTADÃO 01/07/14


A mediocridade se repete
O Estado de S.Paulo
02 Julho 2014 | 02h 06
Num esforço para salvar metade do ano, ou pelo menos evitar um segundo semestre tão ruim quanto o primeiro, o governo prorrogou o incentivo fiscal à indústria automobilística e à de móveis. Apesar do mau estado das contas públicas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, desistiu de recompor as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) recolhido nos dois setores. A pouco mais de três meses da eleição, o cálculo político é claro: qualquer agrado aos empresários e qualquer sinal de melhora, num quadro de fragilidade econômica, podem resultar em ganho para a presidente-candidata Dilma Rousseff. Durou pouco a disposição do ministro, proclamada em 2013, de reduzir as desonerações para reforçar o caixa do governo. Em tempo de eleições, os fundamentos da economia, já desprezados em anos anteriores, ficam ainda mais desimportantes.
Com a prorrogação do benefício, a redução do IPI para o setor automobilístico deve resultar, neste ano, em renúncia fiscal de R$ 1,6 bilhão. O agrado aos fabricantes de móveis deve custar R$ 320 milhões, segundo cálculos citados pelo ministro da Fazenda. A soma pode parecer pequena, mas qualquer receita é importante quando as contas fiscais estão esburacadas. Em maio, as contas do setor público - União, Estados, municípios e estatais - foram fechadas com um déficit primário de R$ 11,05 bilhões, o maior para o mês e o segundo maior da série do Banco Central (BC), superado apenas pelo rombo de R$ 20 bilhões em dezembro de 2008.
A corrida, agora, é para evitar a confirmação das assustadoras projeções de crescimento econômico. Economistas do mercado financeiro e de consultorias independentes projetam uma expansão de 1,1% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e de 1,5% em 2015. Para 2014, os técnicos do BC reduziram sua estimativa de 2% para 1,6%, segundo relatório divulgado na semana passada.
Para a produção industrial, o pessoal do mercado calcula uma redução de 0,14% neste ano e uma expansão medíocre de apenas 2,2% no próximo - modestíssima recuperação depois de mais um tombo.
O esforço do governo para impedir um desastre maior no segundo semestre dificilmente produzirá resultados significativos. Amplamente usado nos últimos anos, esse tipo de política foi insuficiente para salvar o País da estagnação. O PIB cresceu 2,7% em 2011, 1% em 2012 e 2,5% em 2013, enquanto muitos outros emergentes conseguiam taxas entre 4% e 6%.
Os números brasileiros teriam sido bem piores sem o desempenho, quase sempre vigoroso, do agronegócio. A maior parte da indústria, nos setores extrativo e de transformação, pouco avançou. O setor de construção, depois de avançar durante algum tempo, também perdeu vitalidade.
A prorrogação parcial dos incentivos, agora concentrados em dois setores, corresponde, portanto, à manutenção de uma estratégia de alcance muito curto. Como política de expansão da economia, essa orientação foi um fracasso, como indicam os dados oficiais.
Para explicar - e justificar - o fracasso, o governo atribui os infortúnios do País às condições internacionais. Se a explicação valesse, ficaria difícil dar contas do desempenho muito melhor de outros emergentes, com crescimento maior, inflação menor e endividamento público mais contido.
A estagnação econômica do Brasil é obviamente causada pela combinação de outros fatores, todos de origem interna. São problemas conhecidos, como infraestrutura insuficiente e inadequada, tributação irracional, desperdício de recursos públicos, intervenções desastradas do governo e pouca segurança para investir e, de modo geral, custos muito maiores que os dos concorrentes.
Favores fiscais e financeiros a setores selecionados - e, em alguns casos, com enorme proteção alfandegária - servem apenas para produzir efeitos de curta duração e pouco impacto no conjunto das atividades. Nada disso contribui para elevar o potencial de crescimento e salvar o País do atoleiro. A crise brasileira é, sobretudo, uma crise de competência governamental.












sexta-feira, 4 de julho de 2014

10 RAZÕES PARA REJEITAR O SOCIALISMO - GUSTAVO ANTONIO SOLIMEO



10 RAZÕES PARA REJEITAR O SOCIALISMO
Gustavo Antonio Solimeo
Razões para proteger a família, a propriedade privada e a América dos perigos do socialismo
Variações cromáticas do socialismo latino-americano
     1. Socialismo e comunismo são a mesma ideologia
     O comunismo não é senão uma forma extrema de socialismo. Do ponto de vista ideológico, não há diferença substancial entre os dois. Na verdade, a União Soviética, um país comunista, chamou-se “União das Repúblicas Socialistas Soviéticas” (1922-1991) e igualmente a China comunista, Cuba e Vietnã se definem como nações socialistas.
     2. O socialismo viola a liberdade pessoal
     O socialismo visa eliminar a “injustiça” pela transferência de direitos e responsabilidades dos indivíduos e das famílias ao Estado. No processo, o socialismo realmente cria injustiças. Ele destrói a verdadeira liberdade: a liberdade de decidir todas as questões que estão dentro da nossa própria competência e de seguir o curso mostrado pela nossa razão, nos limites das leis morais, incluindo os ditames da justiça e da caridade.
     3. O socialismo viola a natureza humana
     O socialismo é anti-natural. Ele destrói a iniciativa pessoal — fruto do nosso intelecto e livre arbítrio — e o substitui pelo controle do Estado. Ele tende ao totalitarismo, com a repressão do governo e da polícia, onde é aplicado.
     4. O socialismo viola a propriedade privada
     O socialismo apela à “redistribuição da riqueza”, tirando dos “ricos” para dar aos pobres. Impõe impostos que punem aqueles que foram capazes de tirar o maior partido dos seus talentos produtivos, capacidade de trabalho ou hábitos de poupança. Ele utiliza a tributação para promover o igualitarismo econômico e social, um objetivo que será plenamente alcançado, de acordo com o Manifesto Comunista, com a “abolição da propriedade privada”.
     5. O socialismo se opõe ao casamento tradicional
     O socialismo não vê nenhuma razão moral para se restringirem as relações sexuais ao casamento, isto é, uma união indissolúvel entre um homem e uma mulher. Além disso, como ficou dito, o socialismo mina a propriedade privada, o que Friedrich Engels — fundador do socialismo e do comunismo modernos, juntamente com Karl Marx — considerava como o fundamento do casamento tradicional.
     6. O socialismo se opõe ao direito dos pais na educação
     O socialismo quer que o Estado, e não os pais, controle a educação dos filhos. Quase desde o nascimento, as crianças devem ser entregues a instituições públicas, onde lhes será ensinado o que o Estado quer, independentemente dos pontos de vista dos pais. A teoria da evolução deve ser ensinada [em oposição à doutrina da origem dos seres por criação]. A oração deve ser proibida nas escolas.
     7. O socialismo promove a igualdade radical
     A suposta igualdade absoluta entre os homens é o pressuposto fundamental do socialismo. Por isso, ele vê qualquer desigualdade como injusta em si mesma. Assim, os empregadores privados são retratados como “exploradores”, cujos lucros realmente pertencem a seus empregados. Como conseqüência, rejeitam o sistema assalariado.
     8. O socialismo promove o ateísmo
     A crença em Deus, que ao contrário de nós é infinito, onipotente e onisciente, choca-se de frente com o princípio da igualdade absoluta. O socialismo, por conseguinte, rejeita o mundo espiritual, alegando que só existe a matéria. Deus, a alma, e a vida futura são apenas ilusões, de acordo com o socialismo.
     9. O socialismo promove o relativismo
     Para o socialismo, não existem verdades absolutas nem moral revelada, que estabelecem normas de conduta que se aplicam a todos, em todos os lugares e sempre. Tudo evolui, incluindo o certo e o errado, o bem e o mal. Não há lugar para os Dez Mandamentos, nem na esfera privada, nem na praça pública.
     10. O socialismo zomba da religião
     De acordo com Karl Marx, a religião é o “ópio do povo”. Lênin, o fundador da União Soviética, vai mais longe: “A religião é o ópio do povo. A religião é uma espécie de má aguardente espiritual na qual os escravos do capital afogam a sua imagem humana, a sua procura por uma vida mais ou menos digna do homem.”
   
Que Deus nos proteja do socialismo.
     _________
     Gustavo Antonio Solimeo, escritor brasileiro radicado nos EUA, é co-autor do best-seller "As CEBs... das quais muito se fala, Pouco se conhece ...." com Plinio Corrêa de Oliveira e Luiz Sérgio Solimeo.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

PLANO REAL - LUCIANO PIRES


Luciano PiresHoje o Plano real comemora 20 anos. A maioria das pessoas que frequenta o Facebook ou não tinha nascido ou usava fraldas ou calça curta naquela época, e não tem a menor ideia do que foi aquilo. E não tenho a pretensão de que consigam entender o que foi. Segue aqui uma rápida lembrança, atente para os valores da inflação anual:
O Plano Real começou a ser implantado em 1993, tendo como último passo, em julho de 1994, a troca da moeda pelo real. Veja a situação como era. Só para manter a perspectiva, estamos hoje (2014) preocupados com uma inflação de 7% ao ano.
FEVEREIRO DE 1986 – Plano Cruzado, criado pelo governo do presidente José Sarney, é implantado, trocando o cruzeiro pelo cruzado e congelando salários.
A inflação no ano foi de 79,66% pelo IPCA.
JUNHO DE 1987 – Plano Bresser, criado quando Luiz Carlos Bresser assumiu o Ministério da Fazenda, é implantado. Para conter o déficit público, os preços e salários foram congelados.
Sem sucesso, a inflação atingiu 363,41% pelo IPCA no ano.
JANEIRO DE 1989 – Maílson da Nóbrega substitui Bresser como ministro da Fazenda e cria o Plano Verão, que mais uma vez apostou no congelamento de preços e salários. Também foi criada uma nova moeda, o cruzado novo.
O plano causou desajustes à poupança e levou à inflação, pelo IPCA, a 1.972,91%.
MARÇO DE 1990 – Logo após a posse do presidente Fernando Collor, é anunciado O Plano Collor, para tentar conter a hiperinflação. Foram congelados os bens privados e o cruzado novo foi substituído pelo cruzeiro.
A inflação continuou em patamares elevados, a 1.620,97%, pelo IPCA.
FEVEREIRO DE 1991 – Em uma nova tentativa, é lançado o Plano Collor II, com ajuste de tarifas públicas e redução de alíquotas de importação.
A inflação é reduzida, mas ainda em patamares altos, a 472,7%, pelo IPCA.
JUNHO DE 1993 – Plano Real tem início, no governo do presidente Itamar Franco e sob o comando do então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso (FHC). O primeiro passo é o Programa de Ação Imediata (PAI), que estabeleceu um conjunto de medidas voltadas para a redução e maior eficiência dos gastos da União; recuperação da receita tributária federal; maior controle dos bancos estaduais; e aperfeiçoamento do programa de privatização, entre outros.
DEZEMBRO DE 1993 - A segunda etapa do Programa de Estabilização é inaugurada com a publicação da Exposição de Motivos nº 395 de 7 de dezembro de 1993, que definiu as linhas gerais do Programa.
No ano, a inflação atingiu 2.477,15%, pelo IPCA.
FEVEREIRO DE 1994 - Edição da Medida Provisória nº 434, de 28 de fevereiro de 1994, que cria a Unidade Real de Valor (URV) e prevê sua posterior transformação no real.
JULHO DE 1994 – Em 1 de julho de 1994, houve a culminância do programa de estabilização, com o lançamento da nova moeda, o Real (R$). Toda a base monetária brasileira foi trocada de acordo com a paridade legalmente estabelecida: CR$ 2.750,00 para cada R$ 1,00. No primeiro dia do mês, a URV é substituída pelo real. O Plano Real também previa a renegociação da dívida externa; preços e salários livres; salário mínimo reajustado anualmente; aceleração do processo de privatização, entre outros.
A inflação acumulada até julho foi de 815,60%, e a primeira inflação registrada sob efeito da nova moeda foi de 6,08%, mínima recorde em muitos anos.
Quem não viveu inflação de 2.477,15% ao ano não pode imaginar o que era aquilo.
O Plano Real salvou o Brasil. Viva o Plano Real.
Aqui você tem mais informações sobre a inflação no período: http://hcinvestimentos.com/2011/02/21/ipca-igpm-inflacao-historica/

NOTA: É bom lembrar que Lula e o PT foram contra!



terça-feira, 1 de julho de 2014

VAMOS LÁ BRASIL! - João Silvino por e-mail


Vamos lá, Brasil!

Vamos lá, Brasil! Mostre o que realmente somos. Vamos assumir e levantar a taça das desigualdades sociais, do caos na saúde pública, das obras superfaturadas, da falta de vontade política, da mortalidade infantil, do aumento da violência, que existem por todas as cidades! Vamos lá, Brasil! Aproveita e diz ao mundo sobre sua realidade hoje. Mostre que ainda somos um país da impunidade, que ainda temos crianças maltratadas pelo sistema político; sem escola pública de qualidade, sem acesso ao lazer, cultura e arte, esporte e transporte escolar gratuito. Vamos lá, Brasil! Aproveite a oportunidade e diga que o que mais importa é fazer média com o povo; famigerados horários eleitorais e mentirosos prometendo castelos dos contos da Roupa Nova do Rei, onde somente os súditos estão nus. Vamos lá, Brasil! Emocione sua gente com fanfarras, para que esqueçamos o quanto somos enganados no pós-ressaca. Aproveite e anuncie sobre a nossa falsa democracia, onde um povo bom é aquele que não reclama de nada, onde o mesmo povo é submetido à anestesia da contracultura, do contragosto que o Estado oferece. Vamos lá, Brasil! Retire a sujeira camuflada embaixo do tapete e erga a taça da verdade, para que o mundo inteiro saiba sobre a qualidade do lixo de mais de quinhentos anos de existência. Vamos lá, Brasil! A hora é essa! Esqueça as suntuosas aparências metropolitanas e escancare os vários grotões, um pouco de Etiópias, Somálias, Libérias entre tantos povos que sofrem na linha da total miséria e abandono, por cada canto deste país.
João Silvino - Imprensa Livre 01/07 - São sebastião (SP)