quinta-feira, 12 de junho de 2014
terça-feira, 10 de junho de 2014
PASADENA DO MARANHÃO - DO BLOG MARRAPÁ
Mal engulimos um escândalo surge outro, sempre envolvidos o PT e seus aliados, sem esquecer a Petrobrás:
"Passadena do
Maranhão"
Vocês estão
sabendo que há uma "refinaria" da Petrobras em Bacabeiras, no Maranhão, onde foi investido mais de
R$ 1 BILHÃO com o dinheiro do povo, com contratos superfaturados?
R$ 1 BILHÃO com o dinheiro do povo, com contratos superfaturados?
Mais uma "Pasadena" no Brasil.
Hoje, o deputado do Solidariedade, Simplicio Araujo, liderou uma visita técnica para apurar como está a situação das instalações. E sabem o que encontraram????
Apenas o terreno! (Foto de 22/5/14)
Queremos saber: ONDE FOI PARAR O DINHEIRO DO POVO???!
Deputado Fernando
Francischini
Refinaria de Bacabeira MA onde o Governo/Petrobrás já
gastaram R$ 1,6 Bilhão
Olhem quem também estão
envolvidos em mais esse escândalo:
Lobão, Roseana e Paulo Roberto
Costa, preso na Operação Lava Jato.
Trio parada dura responsável pela
paralisação da Refinaria Premium I.
Deu em O Globo:
Refinaria no Maranhão gasta R$ 1,6 bi
e não sai do papel
Refinaria Premium I em Bacabeira,
seria a maior refinaria do Brasil,
mas construção foi paralisada.
Roseana Sarnei, Dilma e Lobão fizerama festa.
Torraram todo o dinheiro e a
refinaria continua um terreno baldio
domingo, 8 de junho de 2014
TÁ LEMBRADO?
TÁ LEMBRADO?
O começo do mensalão foi ali nos correios, agora mais uma vez
no epicentro de um novo escândalo, uma quadrilha formada pelo primeiro escalão
da Regional do Rio de Janeiro, tendo como principal figura, o diretor Omar de
Assis Moreira, desvia recursos do próprio plano de saúde nos funcionários. Adivinhem
indicado ao cargo por quem mesmo?
Só podia ser pelo PT!
A fraude envolve hospitais credenciados, fornecedores de
próteses, de medicamentos, médicos e mais uma cambada de mafiosos.
Era de se esperar que as consequências do primeiro escândalo,
que levou ao mensalão servisse de alerta. Não, como os ratos que escapam dos
primeiros golpes da ratoeira e insistem na tentativa de conseguir a isca assim
é o partido que manda no país: executivo, legislativo e judiciário, estão dominados dando a certeza da impunidade,
ainda mais agora com a saída no Ministro Joaquim Barbosa do Supremo e o que
vemos é o nosso povo hipnotizado pela Copa que, se vencida pela nossa seleção levará a um rápido
esquecimento as roubalheiras efetuadas nas construções dos estádios, hoje chamados
arenas, dos golpes contra nossas liberdades como o decreto que criou os “conselhos”,
verdadeiros sovietes, que
transformarão nosso pais numa imensa Venezuela, tudo sob o olhar atento do
grande gurú cubano, Fidel Castro, o assassino barbudo, que parece conservado em
formol.
O que não foi conseguido pelos terroristas, hoje no poder, pelas
armas, ou seja, a cubanização do pais está sendo conseguido nas urnas, diga-se
de passagem, nada confiáveis, com o apoio do povão ignaro, facilmente comprado
pelas inúmeras bolsas e manipulado pela propaganda mentirosa de nosso governo!
As eleições estão ai, a situação econômica do pais, a moral,
a ética, a segurança, a educação, a saúde estão em franca decadência, nosso
país caminha a passos largos para uma situação sem volta, em outubro teremos a
oportunidade de mudar nosso destino, pensem bem antes de apertar o botão que
definirá seu voto!
AVISO AOS NAVEGANTES - MARA MONTEZUMA ASSAF
Para os brasileiros que estão ansiando por mudanças e já se propõem
a votar em Aécio Neves ou Eduardo Campos, um aviso: daqui para frente aparecerão
com maior frequência as mensagens na internet que incitam os cidadãos a não
votar nas próximas eleições ou a anular seu voto. Aconselho estes eleitores a
pensar que a cada voto a menos que um candidato da oposição tiver, mais se
reforçam os votos da candidata/o do PT pois petista é um eleitor fiel e
consciente do valor de seu voto. Ele não anula e nem se ausenta das urnas por
motivo algum, trocando-a por um dia na praia ou churrasquinho no sítio.
Portanto, NÃO AO VOTO NULO ! NÃO À ABSTENÇÃO! Essa mensagens só prestam serviço
ao partido que se apossou do poder em Brasília, saem todas da central dos
militantes do PT. Portanto, não seja ingênuo tornando-se massa de manobra dos
mesmos!
Mara Montezuma Assaf
sexta-feira, 6 de junho de 2014
UMAS E OUTRAS DE DONA DILMA E LULLA DA SILVA
Há dias, quando
interpelada por repórteres estrangeiros sobre o por que do pibinho, nossa digníssima
presidenta alegou que “não sabia o motivo”, seu guru, o ex-presidente, já jogou
a culpa nos empresários e na situação mundial.
Quando tomou posse e por
todo o tempo que “governou” e surfou sobre uma situação mundial positiva e a “herança
maldita” deixada por Fernando H. Cardoso, economia estável, inflação
controlada os méritos foram só seus, agora, graças à sua incompetência e a de
sua sucessora, quando a situação do pais mostra o esgarçamento da economia, da
ética, da justiça, da segurança, da educação da falta de infraestrutura de um
modo geral, a culpa, como sempre é dos outros...
O ex-diretor da Petrobrás,
Paulo Roberto Costa, um dos “competentes” administradores nomeados pelo atual
governo, envolvido nas maracutaias da estatal, disse que foi feita uma “conta
de padeiro” sobre o custo da Refinaria Abreu e Lima, ofendendo uma classe
laboriosa que tenho certeza, faz suas contas muito bem...
Dona Dilma sabe que é de
praxe o mandatário do país fazer um discurso na abertura dos jogos da Copa do Mundo,
será que ela terá coragem de encarar uma possível vaia que deveria ser
estendida ao nosso ex, Luiz Inácio Lula da Silva!?
Vamos ver se ela vai estar
lá!
E o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto que desviou R$ 169
milhões quando da construção do Fórum
Trabalhista de São Paulo, foi libertado por indulto da presidenta por ter mais
de 60 anos e estar com problemas de saúde, todavia, nem pensar em devolver o
dinheiro “roubado” o que deveria ser condição sine qua non para a sua libertação?
Isto é Brasil!
quinta-feira, 5 de junho de 2014
EM IMORAL CONÚBIO COM O COMUNISMO - Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Em
imoral conúbio com o comunismo
Recentemente,
palestramos sobre “A Revolução de 31 de Março de 1964”. Foi na
Universidade do Distrito Federal (UDF) para os universitários do Curso de
Direito.
A
última pergunta de um dos jovens presentes foi, “O Brasil daqui a dez anos
será comunista?”
Pensei
em desenrolar uma montanha de indícios de que o Brasil está no mínimo amancebado
com o comunismo, porém após duas palestras, a nossa e depois a de um
Historiador, seguidas de varias perguntas, em respeito ao cansaço da platéia,
preferi não aprofundar - me no assunto.
“Meu
jovem”, respondi, “apesar da minha opinião a respeito, prefiro que daqui
a dez anos você mesmo responda a sua pergunta”.
O
decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, criou a “Política Nacional de Participação
Social” e o “Sistema Nacional de Participação Social”.
É o oportunismo elevado ao cubo e o velório da democracia.
O
decreto demonstra que o Brasil vivencia um acasalamento luxurioso com o
comunismo, que cresceu nos últimos anos, pois nos dias de hoje, o mafioso PNHD 3
de antanho seria enfiado em nossas goelas através de um silencioso decreto como
o 8.243 e a “tchurma” nada faria para obstar a aberração.
Nem
o Congresso.
No
Decreto, virulentamente escudado na desculpa social, o Congresso, já devidamente
desmoralizado, nem para representante do povaréu serve mais. Lastimavelmente, é
um poder moribundo.
Na
prática, sentimos o aumento do conúbio da nação com o comunismo pela aceitação
das propostas do asqueroso e abominável PNDH 3, que aos poucos estão sendo
institucionalizadas.
A
propriedade privada hoje está mais para meia - propriedade privada, a liberdade
da imprensa está mais para meia - liberdade do que liberdade
democrática.
O
revanchismo cresceu e recrudesceu, a Lei da Anistia,
que
foi tão solicitada à época, pelos "exilados
políticos",
está mais para cadafalso dos agentes da repressão do que instrumento para a
conciliação.
No
passado distante, a união de duas pessoas só poderia ser legalizada em
cartórios, pois nem o enlace em qualquer religião reconhecia o
ato.
Na
atualidade vale tudo, homem com homem, mulher com mulher, bastando que as duas
partes convivam por seis meses ou um ano, não estou certo.
Assim,
a nossa Nação ao conviver por quase doze anos, que nos desculpem os legalistas,
está notoriamente parasitada pelo comunismo. É a sua concubina, simples
assim.
Como
não houve nenhum contrato pré - conjunção, o povinho entra com o corpinho, com o
dinheiro e com o suor, e eles entram com a cara de pau.
Dizem
os entendidos que “não vai dar certo”.
Brasília,
DF, 05 de junho de 2014
Gen.
Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
terça-feira, 3 de junho de 2014
FORO DE SÃO PAULO - ANATOLI OLIYNIK
FORO DE SÃO PAULO - por Anatoli Oliynik
19ª Conferência do Partido Comunista da União Soviética.
Naquela oportunidade debateram-se os caminhos da “PERESTROIKA” de Mikhail
Gorbachev, e já se vislumbrava a eminente queda do Muro de Berlim, o que de
fato aconteceu em 9/11/1989.
Com a queda do Muro e com o desmoronamento planejado do
comunismo pela União Soviética, Fidel Castro e as esquerdas latino-americanas
perderam seu tutor financeiro e ideológico, a Rússia. Era preciso, portanto,
articular a criação de um organismo que pudesse manter viva a “chama ideológica
marxista-leninista”, bem como orientar e coordenar as suas ações comunistas no
Continente.
Antes, porém, em janeiro de 1989, em Havana, por ocasião da
reunião de cúpula do Partido Comunista de Cuba e o PT do Brasil foi
estabelecido que, se Lula não ganhasse as eleições em novembro de 1989, deveria
ser formada uma organização para coordenar as ações de toda a esquerda
continental e que a liderança e organização do processo caberia a Luiz Inácio
“Lula” da Silva. Portanto, Fidel já sabia dos planos arquitetados na 19ª
Conferência do Partido Comunista e preparava terreno no Continente.
Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos
Trabalhadores (PT) no Brasil, Fidel Castro, com o apoio de Luis Inácio “Lula”
da Silva, convocou os principais grupos terroristas revolucionários da América
Latina para uma reunião na cidade de São Paulo. Acudiram ao chamado de Fidel e
Lula, além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, o Exército de Libertação
Nacional (ELN), as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), a Frente
Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua, a União Revolucionária
Nacional da Guatemala (URNG), a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional
(FMLN) de El Salvador, e o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México.
O primeiro Encontro aconteceu no Hotel Danúbio na cidade de
São Paulo, no período de 1 a 4 de julho de 1990. O nome “FORO DE SÃO PAULO” foi
adotado na segunda reunião realizada na cidade do México, no período de 12 a 15
de junho de 1991, quando reuniu 68 organizações de 22 países. E assim nasceu o
FORO DE SÃO PAULO. Uma coalizão de terroristas revolucionários, partidos
comunistas, partidos de esquerda, enfim, a escória do Continente latino-americano,
Caribe e América Central.
Para dirigi-lo centralizadamente, foi criado um Estado Maior
civil constituído por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre
outros, e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro,
além do líder sandinista Daniel Ortega e o argentino Enrique Gorriarán Merlo
[1].
Em 1991, foram elaborados os estatutos do Foro e escolhida
uma direção que ficou composta pelo Partido Comunista Cubano (Cuba), Partido da
Revolução Democrática (México), Partido dos Trabalhadores (Brasil), Frente
Farabundo Martí de Libertação Nacional (El Salvador), Movimento Lavalas
(Haiti), Movimento Bolívia Livre e os 6 partidos integrantes da Esquerda Unida
(Peru) e da Frente Ampla (Uruguai, uma frente constituída por diversos partidos
e organizações, dentro da qual o Movimento Tupamaros é hegemônico). Em 1992, a
URNG – União Revolucionária Nacional Guatemalteca, que agrupa várias
organizações voltadas para a luta armada, foi admitida como membro dessa
direção.
A partir do II Encontro, realizado no México no período de
12 a 15 de junho de 1991, o FORO DE SÃO PAULO passou a ter CARÁTER CONSULTIVO e
DELIBERATIVO dos Encontros. Isso significa que as decisões aprovadas em
plenárias e constantes das Declarações finais passaram, a partir de então, a
ser consideradas DELIBERATIVAS, isto é, DECISÓRIAS EM TERMOS DE ACEITAÇÃO e
CUMPRIMENTO pelos membros do Foro, subordinando-os, portanto, aos ditames dos
Encontros na ação a ser desenvolvida em nível internacional e nos respectivos
países. Tais deliberações obedecem a uma política internacionalista, com vistas
à implantação do socialismo no continente, fato que transfere para um segundo
plano os interesses nacionais e fere os princípios da soberania e
autodeterminação. A Lei Orgânica dos Partidos Políticos (LOPP) e a Constituição
da República definem que “A ação do partido tem caráter nacional e é exercida
de acordo com o seu estatuto e programa, sem subordinação a entidades ou
governos estrangeiros” (artigo 17 da Constituição e item II, artigo 5º da
LOPP). Isso no conceito dos dirigentes dos países membros do FORO DE SÃO PAULO
é letra morta.
O FORO DE SÃO PAULO foi descoberto por José Carlos Graça
Wagner, um advogado paulista e que o denunciou publicamente em 1º de setembro
de 1997, em painel realizado na Escola Superior de Guerra, que versava sobre o
tema “Movimentos Sociais e Contestação Sócio-Política – a Questão Fundiária no
Brasil”. Com a sua morte, passou a acompanhar e denunciar a formação “eixo do
mal” pelo Foro de São Paulo, o jornalista, filósofo e ensaísta, Olavo de
Carvalho, o que lhe custou o emprego no jornal “O Globo” e muitos outros
periódicos nos quais era articulista.
O FORO DE SÃO PAULO permaneceu no mais absoluto anonimato,
eficientemente protegido pela mídia brasileira, toda ela engajada no
esquerdismo marxista. O publico brasileiro, mais atento, somente tomou
conhecimento e muito discretamente, quase que imperceptivelmente, por ocasião
do 7º Encontro realizado na cidade de Porto Alegre em julho de 1997. Foi apenas
uma discreta aparição que a imprensa brasileira procurou ocultar por meio da
suspensão de todo e qualquer destaque que pudesse levantar suspeitas do que se
tratava esse encontro, apesar de presentes 158 delegados, 58 partidos
procedentes de 20 países, 36 organizações fraternas e cerca de 400
representantes de partidos e organizações de esquerda do continente.
No dia 2 de julho de 2005, por ocasião do XII Encontro
ocorrido em São Paulo, se comemorou os 15 anos de fundação da organização, com
discurso laudatório do presidente do Brasil cujo trecho selecionado é
reproduzido a seguir:
“Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com
os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do
movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo
para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas
entendessem qualquer interferência política. Foi assim que surgiu a nossa
convicção de que era preciso fazer com que a integração da América Latina deixasse
de ser um discurso feito por todos aqueles que, em algum momento, se
candidataram a alguma coisa, para se tornar uma política concreta e real de
ação dos governantes. Foi assim que nós assistimos a evolução política no nosso
continente.”
“E é por isso que eu, talvez mais do que muitos, valorize o
Foro de São Paulo, porque tinha noção do que éramos antes, tinha noção do que
foi a nossa primeira reunião e tenho noção do avanço que nós tivemos no nosso
continente, sobretudo na nossa querida América do Sul.”
“Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio
daqui para Brasília com a consciência tranqüila de que esse filho nosso, de 15
anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade, já se
transformou num adulto sábio. E eu estou certo de que nós poderemos continuar
dando contribuição para outras forças políticas, em outros continentes, porque
logo, logo, vamos ter que trazer os companheiros de países africanos para
participarem do nosso movimento, para que a gente possa transformar as nossas
convicções de relações Sul-Sul numa coisa muito verdadeira e não apenas numa
coisa teórica.”
(Discurso de comemoração dos 15 anos do Foro, julho de 2005)
A documentação acerca do FORO DE SÃO PAULO jamais teve ampla
divulgação, tendo sido inicialmente publicado apenas na edição doméstica do
GRANMA, órgão oficial do Partido Comunista Cubano. Na edição internacional nada
transpirou. Mais tarde, passou a ter algum tipo de noticiário restrito em
poucos jornais de alguns países e, até numa revista editada na Argentina
chamada “América Libre”, quase de circulação interna, dirigida por Frei Betto.
O objetivo do Foro de São Paulo é implantar governos
socialistas na América Latina, via eleições “democráticas”, que mais tarde
serão convertidos em governos totalitários, a exemplo do modelo cubano em
vigor, tudo sob a falsa retórica de “democracia”, tal como eles, os comunistas
entendem. Os campos de atividade do Foro são a subversão política e social de
todo o continente latino-americano. Veja-se o caso de Zelaya na embaixada
brasileira em Honduras. Tudo sob a falsa retórica da “democracia”, repito.
Trata-se, portanto, de uma organização que se mantém no anonimato para que seus
projetos totalitários não sejam identificados antes que se complete o plano de
dominação e implantação do pensamento hegemônico no Brasil e no continente
Latino-americano. Para este desiderato o FORO DE SÃO PAULO conta com o apoio da
ONU e da OEA.
Desde a sua fundação, o Foro realizou quinze encontros
segundo a cronologia a seguir:
I – São Paulo (Brasil) de 1 a 4 de julho de 1990
II – Cidade do México (México) de 12 a 15 de junho de 1991
III – Manágua (Nicarágua) de 16 a 19 de julho de 1992
IV – Havana (Cuba) de 21 a 24 de julho de 1993
V – Montevidéu (Uruguai) de 25 a 28 de maio de 1995
VI – San Salvador (El Salvador) de 26 a 28 de julho de 1996
VII – Porto Alegre (Brasil) de 27 a 31 de julho de 1997
VIII – Cidade do México (México) novembro de 1998
IX – Manágua (Nicarágua) fevereiro de de 2000
X – Havana (Cuba) de 4 a 7 de dezembro de 2001
XI – Antigua (Guatemala) de 2 a 4 de dezembro de 2002
XII – São Paulo (Brasil) de 1 a 4 de julho de 2005
XIII – San Salvador (El Salvador) de 12 a 16 de janeiro de
2007
XIV – Montevidéu (Uruguai) de 23 a 25 de maio de 2008
XV – Cidade do México (México) de 20 a 23 de agosto de 2009
Como vimos, participam do FORO DE SÃO PAULO partidos e
organizações de esquerda, reformistas e revolucionárias; Partidos Comunistas
que se definem como marxistas-leninistas; organizações e grupos trotskistas;
Partidos Comunistas que continuam se definindo como
marxistas-leninistas-maoístas (da Argentina, Peru e Uruguai) e que possuem uma
articulação internacional própria em 17 países; Partidos Socialistas filiados
ou não à Internacional Socialista; organizações que continuam desenvolvendo
processos de luta armada, como as FARC e ELN, na Colômbia e organizações que
participaram da luta armada e hoje atuam na legalidade, como o Movimento 19 de
Abril, também da Colômbia e os Tupamaros, do Uruguai.
Esta é, portanto, a breve radiografia do FORO DE SÃO PAULO,
uma organização que os brasileiros não conhecem e a maioria nem sabe que
existe, e cujo objetivo maior é comprar a sua alma para vendê-la ao demônio.
[1] Enrique Gorriarán Merlo foi o fundador do Exército
Revolucionário do Povo (ERP) e posteriormente do Movimento Todos pela Pátria
(MTP). Gorriarán Merlo foi, também, o autor do ataque terrorista em janeiro de
1980 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, no qual morreram
39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra que assassinou Anastásio Somoza em
Assunção, Paraguai, em setembro de 1980. Organizou a máquina militar do
Movimento Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que tomou a residência do
embaixador japonês em Lima.
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