quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

PALESTRAS CANCELADAS - INSTITUTO ENDIREITA BRASIL

 

Exclusivo – Além da pressão psicológica que pode fazer mal a um tratamento pós-câncer, o palestrante transnacional Luiz Inácio Lula da Silva já começa a sentir os prejuízos das recentes denúncias de corrupção em torno de seu santo nome.
Seis grandes empresas cancelaram palestras que fariam com o líder máximo do Instituto Lula.
Três eventos foram adiados no Brasil. Dois cancelados em Portugal e outro não mais acontecerá em Moçambique.
O Rosegate exala cada vez mais cheiro de esgoto para o lado do mito Lula da Silva.
A petralhada mensaleira se borra de vez com a certeira ameaça de que Marcos Valério, Carlinhos Cachoeira e Paulo Vieira vão apontar quem era o verdadeiro chefe que comandava os inúmeros esquemas de corrupção.
A temporada de delação premiada tende a evoluir para uma delação dos principais integrantes do Governo do Crime Organizado.
O apavoramento é geral na grande fossa em torno do Palácio do Planalto.
O medo de sempre é o crime politicamente insepulto de Celso Daniel – prefeito petista de Santo André sequestrado, torturado e assassinado em janeiro de
2002.
Agora, o promotor de Justiça paulista Roberto Wider Filho intimará Marcos Valério Fernandes de Souza a confirmar a informação de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi extorquido em R$ 6 milhões pelo empreiteiro de lixo Ronan Maria Pinto.
O MP quer saber se o milionário "pedágio" para parar de ameaçar Lula, José Dirceu e Gilberto Carvalho sobre o hediondo crime contra Daniel foi usado por Ronan na compra do jornal "Diário do Grande ABC", em
2003.
O novo pavor vem do baiano Paulo Vieira. O diretor exonerado da Agência Nacional de Águas mandou avisar que não sairá da Operação Porto Seguro como o chefe da quadrilha.

Vieira ameaça denunciar "gente graúda" – bem acima dele. O fato concreto e explosivo é que Vieira era parceiro de Rosemary Nóvoa Noronha – apadrinhada de Lula da Silva na chefia de gabinete da Presidência da República em São Paulo.
Vieira negocia uma delação premiada que pode tornar ainda mais deficitária a conta moral da petralhada – uma espécie de rato de esgoto que, se não for extinta, deve ser banida da vida pública diretamente para a fossa.
Pavor maior ainda é se Carlinhos Cachoeira realmente desaguar tudo que sabe.
Outro que negocia uma delação premiada, o goiano Carlos Augusto Ramos Cachoeira representa uma ameaça ainda mais perigosa para a cúpula petralha.

Com seus vídeos, gravações e documentos comprometedores, armazenados em nuvem e com familiares de confiança, Cachoeira tem tudo para criar problemas para a Presidência da República (na gestão passada e na atual) e para muitos governadores e prefeitos.
Basta que Cachoeira revele o mar de lama em torno da empreiteira Delta (líder do PACo e das mais super faturadas obras do País).
A revelação dos bastidores de negociatas dos mais variados escândalos (Celso Daniel, Mensalão, Rosegate e Delta-Cachoeira) pode derrubar muitos "condomínios" da República Sindicalista do Crime Organizado.
A alta cúpula do Poder Judiciário, incluindo Ministério Público, Polícia Federal e organismos de inteligência do Brasil e do exterior, nunca na história deste Pais teve tanto apoio para promover delações premiadas que redundem em deletações de políticos corruptos.
A governança do Crime Organizado, marcada pela parceria criminosa entre os podres poderes estatais e bandidos de toda espécie, inviabiliza o desenvolvimento de negócios transnacionais no Brasil.

O atual combate ao crime não ocorre por puritanismo moralista, na romântica luta do bem contra o mal.
Delações deletarão bandidos do poder porque, simplesmente, a Oligarquia Financeira Transnacional que sempre investiu em nossos corruptos para explorar o Brasil agora não aguenta mais pagar tanta taxa criminosa de pedágio para um bando de ladrões fora de controle.
O momento é de salve-se quem puder.

Por isso, Presidenta Dilma Rousseff propagandeia na mídia internacional o seu discurso anti-corrupção.
As recentes palavras de Dilma ao jornal francês Le Monde sinalizam que, se o tempo fechar institucionalmente por aqui, ela deseja ser poupada e viabilizada como a "faxineira" que apertará o botão da descarga: "Não tolero corrupção. Se há suspeitas fundadas, a pessoa deve partir".
Semânticamente, numa análise neurolinguística precipitada, o inconsciente coletivista de Dilma poderia estar se referindo ao seu antecessor.
Afinal, Lula da Silva exercia uma evidente presidência paralela usando dois elementos de extrema confiança: Rose no gabinete presidencial paulista e Gilberto Carvalho na secretaria geral de Dilma.
Como Lula ainda não partiu, agora pode sair partido.
O problema da Dilma é ser obrigada a lhe prestar constante fidelidade, com declarações públicas de apoio e exaltação de uma honestidade que fica cada vez mais difícil de comprovar na prática.
O perigo de bagunça institucional se agrava com o conflito entre o desgastado Poder Legislativo e o Poder Judiciário – cuja cúpula surfa na ilusória onda de "salvadores da Pátria".
Com o Poder Executivo afundado no mar de esgoto, o Judiciário tenta se credenciar como o "Poder Moderador" (historicamente exercido pelos militares, depois que derrubaram o Império e proclamaram a República que nunca serviu aos interesses brasileiros).
Tal plano, financiado ocultamente pelos grandes investidores transnacionais, vai ter um final feliz para o Brasil e para os brasileiros?
Eis a grande pergunta que fica sem resposta até que a Profecia Maia sobre o Brasil se concretize, algum dia, quem sabe...
Lembre-se sempre:

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".
Esta é uma comunicação oficial do Instituto Endireita Brasil.
Reenvie imediatamente esta mensagem para toda a sua lista, o Brasil agradece.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

BBB É UM LIXO - VERÍSSIMO



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Recebida por e-mail

 VERÍSSIMO SOBRE O BBB.


Não sei se o texto foi escrito por ele. Se não foi, tenho certeza de que ele assinaria.

Mas, em suma: Esse BBB é um LIXO.




Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB  é a pura e suprema banalização do sexo

Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB  é a realidade em busca do IBOPE.

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).

Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , ·visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

 Esta crônica está sendo divulgada pela internet a milhões de e-mails.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

ROLEZINHO - MARA MONTEZUMA ASSAF


Claro que o ministro Gilberto Carvalho, interlocutor dos movimentos sociais no Brasil defende o diálogo com os jovens que praticam o tal rolezinho...apesar de que quando houve o "rolezão" do povo brasileiro em Brasília no ano passado ele bem que se recolheu ao mutismo e à reflexão. Ele defende tal ponto de vista porque parte da falsa premissa de que um rolê num shopping não causa prejuízo nem provoca apreensão nos frequentadores, e deixa implícito que sua repressão será um indicativo de preconceito social e prática de apartheid! E é justamente essa a ideia que os petistas , nas redes sociais estão a  fomentar. E mais: o ministro alega que o rolezinho é consequência da possibilidade que se abriu a essa molecada de ir para o PROUNI...ou seja, usa o mesmo raciocínio de Roseana Sarney que justificou a barbárie em seu Estado alegando ser fruto de um enriquecimento do mesmo... Ministro Carvalho, convença então os comerciantes e a população que frequenta o shopping como local de compras e lazer de que a presença em massa desta "molecada" é absolutamente inocente isenta de riscos ! O brasileiro já vive sobressaltado com a violência das ruas. Se não puder ter garantia de sossego dentro dos ambientes que frequenta só por que o senhor quer garantir a entrada desta turba nos mesmos, então fica sacramentada a total inversão de valores. Os decentes pagadores de impostos serão obrigados a ceder mais  espaço para essa juventude que desconhece limites no comportamento social e que tem um ministro a reforçar seus atos de anarquia. Vamos fazer um rolê em Brasília, turma?

 
Mara Montezuma Assaf

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

AONDE CHEGAMOS - HUMBERTO DE LUNA FREIRE FILHO

 Aonde chagamos
 
Extremamente lamentável e preocupante o atual nível cultural da sociedade brasileira, principalmente a alienação dos mais jovens com relação aos problemas estruturais do país. A educação pública falida, a saúde entregue a "médicos" cubanos, a segurança comandada por quadrilhas organizadas, cidades devastadas por enchentes e o governo central na mão de ladrões e incompetentes ocupados em segregar o país, criam castas privilegiadas e algumas intocáveis, fomentam o racismo por questões ideológicas, seguindo a lógica do vamos dividir para melhor dominar. Enquanto isso a dona Dilma, só para lembrar ela é a "presidenta" do Brasil, prepara as malas para inaugurar a principal obra de seu governo - em Cuba - o porto de Mariel que custou aos nossos cofres, através do BNDES, a importância de US$ 682 milhões (equivalentes a 1 bilhão e 600 milhões de reais). Na volta, o poste faz uma escala em Caracas para, junto com Maduro, tentar ver o passarinho de Chávez. Vale notar que 80% da nossa imprensa está há 72 horas ligada no tornozelo de Neymar. Por mais patriota que possamos ser, fica difícil acreditar nesse país enquanto comandado por essa MEGA QUADRILHA que há 11 anos tenta destruí-lo.
 
Humberto de Luna Freire Filho, médico.

"Nossas vidas começam a morrer no dia em que calamos coisas que são verdadeiramente importantes" - MARTIN LUTHER KING.

 



sábado, 18 de janeiro de 2014

MENTIRA TEM PERNA CURTA

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Segundo reportagem de Gustavo Patu publicada pela Folha, 61,3 milhões de brasileiros com mais de 14 anos, não trabalham nem procuram emprego e assim não entram nas fajutas estatísticas de desemprego publicadas pelo governo petralha!
Trata-se de 38,% da população considerada em idade de trabalhar pelo IBGE, eis porque as taxas de desemprego publicadas pelo governo são sempre baixas, equiparando-se aos países mais desenvolvidos não atingidos em cheio pela crise econômica.
Mesmo sem os menores de 18 e maiores de 60 anos, são 29,8 milhões de brasileiros fora da força de trabalho que não procuram emprego por estarem amparados pelos benefícios sociais ou até porque desistiram de procurar emprego por motivos outros.
Este número supera em muito os 7,3 milhões de brasileiros oficialmente tidos como desempregados pelo IBGE o que poderia mostrar a verdade sobre o desemprego no pais.
Estamos atravessando uma fase de mentiras oficiais, não só neste índice de desemprego como também no índice de inflação ou alguém acredita que está mesmo em menos de 6% ao ano?
Eis, portanto, a mentira, a máscara, aparecendo, mostrando que em nosso pais duas pessoas trabalham para sustentar uma que não trabalha, e quando este índice chegar a um por um?
Enquanto isto nosso pais vai afundando cada vez mais e a maior parte dos brasileiros não sabem o que está acontecendo ou desta situação se beneficiam, de uma forma ou de outra ou para aquelas cabeças duras do PT que não querem enxergar, estes são ainda os piores, pois diz o ditado - “O pior cego é aquele não quer enxergar”.
Meus amigos, as eleições serão em outubro, não se animem se o Brasil ganhar a Copa, apenas pensem no que foi gasto num momento tão inoportuno em estádios, hoje chamados de arenas, em cuja construção foram gastos bilhões de reais, sem contar a roubalheira dos superfaturamentos que todos nós estamos cansados de saber, tudo isto para se alcançar o padrão FIFA, padrão este que falta em nossos hospitais, em nossas estradas, em nossos portos, em nossos aeroportos, em nossa educação, nos presídios e noutras necessidades esquecidas pelo governo que ai está, colocado pelos próprios brasileiros que não mediram nem pensaram na importância de seu voto!

Temos que mudar, temos que tirar do governo estas pessoas incapazes medíocres e de má fé, que só pensam no poder pelo poder, não no poder para resolver os problemas da Nação!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O CIRCO ROUSSEFF - HUMBERTO DELUNA FREIRE FILHO



 O Circo Rousseff
 
   Os humoristas e contadores de história no Brasil  estão perdendo terreno. Não é para menos. Há algum tempo a trupe oficial entrou em cena com espetáculos para todos os gostos e credos, do cômico ao trágico, passando pelo tragicômico.
 
 Temos um ministro da Defesa com a coragem de Celso Amorim. Esse patriota permitiu que um avião da FAB, em missão oficial, fosse vasculhado pelos "disciplinados" soldados do amigo cocaleiro Evo Morales, mascando folhas de coca e cuspindo no assoalho da aeronave. 
 
Temos um ministro da Educação com a cultura de Aluízio Mercadante, mestrado pela UNICAMP e defesa de tese sobre o governo exercido pelo Exu de Garanhuns; é ainda especialista na confecção de dossiês. 
 
Temos um ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, com um conhecimento técnico científico de fazer inveja e Thomas Edison. Consegue, com uma certa margem de segurança, fazer a distinção entre o focinho de um porco e uma tomada de corrente.
 
 Temos um ministro da Fazenda, Guido Mantega, que há muito tenta adivinhar o PIB nacional; para o ano de 2014, ele aposta em 2.5% com uma margem de erro de três pontos  para mais ou para menos. Decididamente não foi um bom aluno das pitonisas de Delfo.
 
 Temos um ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, que já aprendeu a por a minhoca no anzol, mas ainda não pescou nada; não lhe informaram se é pesca fluvial ou marítima.
 
Temos um ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, que continua vice governador de São Paulo e em plena crise existencial. Encontra-se parado a 500 km de distância entre os dois empregos; recebe pelos dois.
 
 Temos uma ministra de Diretos Humanos, Maria do Rosário, com curso de carpideira, sempre presente em velórios de bandidos, onde derrama rios de lágrimas, isso quando não resolve dar uma de arqueóloga e passa a fuçar antigos túmulos à procura da nova história do Brasil por ela sonhada.
 
Temos uma ministra da Mulher, Eleonora Manicucci que ensina às gravidas "arrependidas" a fazerem aborto com o próprio dedo, segundo ela, "por sucção", após um brilhante curso realizado  junto às FARC.
 
 Temos um ministro da saúde, Alexandre Padilha, que contratou um exército treinado em uma ilha do Caribe para matar toda a população pobre de Brasil, que ousar procurar assistência médica no serviço público de saúde, e que, após o genocídio, pretende se esconder no Palácio dos Bandeirantes.
 
Temos um ministro da Justiça fazendo política partidária, mente descaradamente e quando desmascarado ameaça processar Deus e o mundo, da última vez que apareceu na TV quase mordeu o microfone.
 
Agora saindo da Esplanada dos Ministérios em direção à praça dos Três Poderes e em uma breve parada no Legislativo, com o devido cuidado para não ser roubado, encontraremos nobres bandidos fazendo leis e organizando caravanas para visitar colegas na cadeia pública da cidade.
 
 Já no Judiciário, temos Ministro julgando ação na qual está envolvido; outros tentando arrebanhar asseclas para juntos puxarem o tapete do chefe.
 
 Enquanto perto dali, na sede do Executivo, a dona do circo assiste tudo de camarote; com rádio e binóculo, traça planos para permanecer por mais quatro anos no comando do espetáculo mambembe.
 
Humberto de Luna Freire Filho, médico

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

PEDRINHAS: MAIS UMA PONTA DOS ICEBERGS DO CAOS - MARCO ANTONIO DOS SANTOS


Pedrinhas: mais uma ponta dos icebergs do caos.

 

Marco Antonio dos Santos

Empresário e professor
Analista de Inteligência estratégica.




Os acontecimentos no complexo penitenciário de  Pedrinhas no Maranhão são apenas mais uma das inúmeras pontas de icebergs que estão imersos no caos das más políticas públicas ou da ausência delas nas administrações federal e estaduais desde 2003. Para qualquer setor que se olhe – saúde, educação, economia, social, defesa ou segurança – o que se observa são iniciativas desconexas, traduzidas em programas pouco transparentes, embora se afirme o contrário, sempre citando números elevados para os investimentos previstos para aplicação e que, quase rotineiramente, passado algum tempo, são constatados escândalos envolvendo desvios fraudulentos.


Inúmeras são as demonstrações inequívocas de que o país navega sem rumo definido, a não ser em direção ao tal padrão FIFA, que ninguém sabe bem a quem ou ao que serve tal paradigma. Bem, talvez alguns saibam. Mas que custa caro, ah, isso custa.


A única política, nem clara e nem transparente a bem da verdade, mas bem identificada pelos efeitos nefastos que está trazendo aos cidadãos, é a do desarmamento civil. Essa é inegável, sempre sob a ótica de que desarmando o cidadão de bem, em prazo que ninguém é capaz de prever, também os bandidos ficarão, como que por encanto, desarmados, vem sendo empreendida com eficaz empenho dos burocratas sem visão a serviço da mediocridade dos mentores da ideia.
Ninguém defende melhor a si próprio, a seus entes queridos e aos seus bens do que o próprio individuo ameaçado. Isso é antológico.


Mas o estatismo impregnado na cabeça dos socialistas ultrapassados, com visão de fins do século XVIII, que ocupam o governo, republicanamente eleitos, convém afirmar, persistem na intenção de manter a tudo sob controle, pessoas, bens, produção e economia, como se isso fosse possível. Daí o intento de  penhora da vida do cidadão às forças de segurança do Estado. Pedrinhas é o paradigma do fracasso na busca desse objetivo.
O resultado é claro: não reaja, não faça nada, leve dinheiro para dar aos bandidos, não frequente lugares bucólicos isolados, não saia a noite; negando ao brasileiro o direito de ir e vir, à propriedade e à legítima defesa, em última instância.


Mais um dos resultados dessa desorientação aí está.
Facções criminosas dominam os presídios, estabelecendo todos os ditames de conduta aos presos que passam a ter missões a cumprir nos “saidões” (matando policiais, magistrados, promotores e indivíduos incômodos;  praticando roubos e furtos, sequestrando etc); cedendo suas companheiras para abuso de chefões durantes períodos de visita;  traficando drogas; comandando suas organizações e outras ações delituosas de dentro dos estabelecimentos penais; corrompendo policiais e agentes penitenciários a quem são oferecidas apenas duas oportunidades: aceitar ou morrer. E por aí vai.


O que o país precisa é de governo.
Governo que tenha capacidade de prever e empreender políticas  antidrogas e de prevenção ao uso delas; políticas de segurança e ordem publicas integradas à outras de cunho social com objetivos bem definidos e não apenas para dar dinheiro sem retorno; políticas de saúde pública que reduzam a violência  vista nas portas de hospitais públicos diariamente; políticas de repressão aos tráficos de pessoas, drogas, armas (as armas que desequilibram a segurança pública são pistolas semiautomáticas, fuzis, metralhadoras, granadas, artefatos explosivos com meios de lançamento e outros itens bélicos contrabandeados, não os “revolverzinhos” 38 do cidadão) e pirataria ; políticas anticorrupção e contra corrupção efetivas, não os arremedos divulgados; políticas de  desaparelhamento político da administração pública que tragam competência à gestão de  setores
técnicos  do governo, como SENAD, SENASP, DPF e  DEPEN, independentes de cotas partidárias que nutrem  feudos ineficientes e corruptos; e políticas penitenciárias que diferenciem  pessoas atuantes no crime estruturado, de  praticantes ocasionais de delitos, de criminosos passionais e de portadores de síndromes associadas à violência...


É bem oportuno lembrar, tal e qual em situações de crise congêneres, no episódio presente do complexo prisional de Pedrinhas, as autoridades, como que em passes de mágica desaparecem.  Filho feio não tem dono, como diz o dito popular. É bom ser mandatário em coquetéis, solenidades e viagens ao exterior. Aliás, alguém tem visto a Secretária Nacional de Segurança Pública por aí? Ou a presidenta e seu      ministro da (in)Justiça?
É fato também que o Legislativo não faz a sua parte e o Judiciário tenta remendar o processo dentro do que é possível no estamento legal brasileiro.


O importante é que a avalanche da desagregação social  ganha dimensão de incontrolabilidade e se aproxima rápida.  Estão sendo ignorados os sinais de 20 de junho de 2013, quando as massas começaram o processo de tomada das ruas. O poder das massas, embora democrático, não é bom quando não institucionalizado sob o manto da democracia.


Talvez, tenhamos um caos de violência em junho / julho de 2014 se persistirem os fatores determinantes agora vistos, depois o Brasil terá eleições. É bom pensar em quem votar.
As situações que aí estão são de total responsabilidade dos políticos que aí também estão.
Com diz um dito do interior: se não podemos trocar a carniça, troquemos as moscas.


Marco Antonio dos Santos
Empresário e professor
Analista de Inteligência estratégica.
09 Jan 2014