terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA - CARLOS ALBERTO DI FRANCO


CARLOS ALBERTO DI FRANCO - O Estado de S.Paulo

O Uruguai, que já permitia o consumo de maconha, legalizou a produção e a venda da droga. A nova lei foi aprovada no Senado por 16 votos a 13 e deverá entrar em vigor no primeiro semestre de 2014. Pela nova legislação, os uruguaios e estrangeiros que residem no país e têm mais de 18 anos poderão comprar até 40 gramas da erva por mês em farmácias credenciadas pelo governo. Os defensores da liberação, armados de uma ingenuidade cortante, acreditam que a legalização reduzirá a ação dos traficantes. Mas ocultam uma premissa essencial no terrível silogismo da dependência química: a compulsividade. O usuário, por óbvio, não ficará no limite legal. O tráfico, infelizmente, não vai desaparecer.

A psiquiatra mexicana Nora Volkow é uma referência na pesquisa da dependência química no mundo. Foi quem primeiro usou a tomografia para comprovar as consequências do uso de drogas no cérebro. Desde 2003 na direção do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas, nos Estados Unidos, Volkow é uma voz respeitada. No momento em que recrudesce a campanha para a descriminalização das drogas, suas palavras são uma forte estocada nos argumentos politicamente corretos.

A cientista foi entrevistada pela revista Veja, em março de 2010. A revista trouxe à baila um crime que chocou a sociedade. O cartunista Glauco Villas Boas e seu filho foram mortos por um jovem com sintomas de esquizofrenia e que usava constantemente maconha e dimetiltriptamina (DMT), na forma de um chá conhecido como Santo Daime. "Que efeito essas drogas têm sobre um cérebro esquizofrênico?" A resposta foi clara e direta: "Portadores de esquizofrenia têm propensão à paranoia, e tanto a maconha quanto a DMT (presente no chá do Santo Daime) agravam esse sintoma, além de aumentarem a profundidade e a frequência das alucinações. Drogas que produzem psicoses por si próprias, como metanfetamina, maconha e LSD, podem piorar a doença mental de uma forma abrupta e veloz", sublinhou a pesquisadora.

Quer dizer, a descriminalização das drogas facilitaria o consumo das substâncias. Aplainado o caminho de acesso às drogas, os portadores de esquizofrenia teriam, em princípio, maior probabilidade de surtar e, consequentemente, de praticar crimes e ações antissociais. Ao que tudo indica, foi o que aconteceu com o jovem assassino do cartunista. A suposição, muito razoável, é um tiro de morte no discurso da ingenuidade.

Além disso, a maconha, droga glamourizada pelos defensores da descriminalização, é frequentemente a porta de entrada para outras drogas. "Há quem veja a maconha como uma droga inofensiva", diz Nora Volkow. "Trata-se de um erro. Comprovadamente, a maconha tem efeitos bastante danosos. Ela pode bloquear receptores neurais muito importantes." Pode, efetivamente, causar ansiedade, perda de memória, depressão e surtos psicóticos. Não dá para entender, portanto, o recorrente empenho de descriminalização. Também não serve o falso argumento de que é preciso evitar a punição do usuário. Nenhum juiz, hoje em dia, determina a prisão de um jovem por usar maconha. A prisão, quando ocorre, está ligada à prática de delitos que derivam da dependência química: roubo, furto, pequeno tráfico, etc. Na maioria dos casos, de acordo com a Lei n.º 9.099/95, há aplicação de penas alternativas, tais como prestação de serviços à comunidade e eventuais multas no caso de réu primário.

Caso adotássemos os princípios defendidos pelos lobistas da liberação, o Brasil estaria entrando, com o costumeiro atraso, na canoa furada da experiência europeia. Todos, menos os ingênuos, sabem que, assim como não existe meia gravidez, também não há meia dependência. É raro encontrar um consumidor ocasional. Existe, sim, usuário iniciante, mas que muito cedo se transforma em dependente crônico. Afinal, a compulsão é a principal característica do adicto. Um cigarro da "inofensiva" maconha preconizada pelos arautos da liberação pode ser o passaporte para uma overdose de cocaína. Não estou falando de teorias, mas da realidade cotidiana e dramática de muitos dependentes. Transcrevo, caro leitor, o depoimento de um dependente químico. Ele fala com a experiência de quem esteve no fundo do poço.

"Sou filho único. Talvez porque meus pais não pudessem ter outros filhos, me cercavam de mimos e realizavam todas as minhas vontades. Aos 12 anos comecei a fumar maconha, aos 17 comecei a cheirar cocaína. E perdi o controle. Fiz um tratamento psiquiátrico, fiquei nove meses tomando medicamentos e voltei a fumar maconha. Nessa época, já cursava medicina e convenci os meus pais de que a maconha fazia menos mal que o cigarro comum. Meus argumentos estavam alicerçados em literatura e publicações científicas. Eles mal sabiam que estavam sendo enganados, pois, além de cheirar, também passei a injetar cocaína e dolantina, que é um opiáceo. Sofri uma overdose e só não morri porque estava dentro de um hospital, que é o meu local de trabalho. Após essa fatalidade, decidi me internar numa comunidade terapêutica e, hoje, graças a Deus, estou sóbrio. O uso moderado de maconha sempre acabava nas drogas injetáveis. Somente a sobriedade total, inclusive do álcool, me devolveu a qualidade de vida que não pretendo trocar nem por uma simples cerveja ou uma dose de uísque." A.S.N., médico de Ribeirão Preto (SP), é ex-interno da Comunidade Terapêutica Horto de Deus (www.hortodedeus.org.br).

As drogas estão matando a juventude. A dependência química não admite discursos ingênuos, mas ações firmes e investimentos na prevenção e na recuperação de dependentes. A todos, um feliz Natal!

DOUTOR EM COMUNICAÇÃO PELA UNIVERSIDADE DE NAVARRA, É DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO DO INSTITUTO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS SOCIAIS E-MAIL: DIFRANCO@IICS.ORG.BR

 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

PROBLEMA INDÍGENA


Quando se tem um governo irresponsável e incompetente que assina documentos sem ler as consequências  são sempre a criação de problemas que já deveriam há muito  terem sido resolvidos, sobre este que agora está no noticiário nosso amigo Dr. Humberto escreveu:

“Tudo o que está acontecendo na região de Humaitá, reserva indígena de Tenharin é o resultado prático da falta de conhecimento do semianalfabeto Luiz Inácio Lula da Silva e da irresponsabilidade, ou talvez, mau caratismo de Celso Amorim que, quando ministro das Relações Exteriores, mandou a diplomacia brasileira assinar a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que dá independência territorial, política, econômica e cultural às “reservas”; ou seja a União perde a soberania sobre todas as reservas indígenas brasileiras. As fronteiras Norte serão praticamente apagadas. Esse tratado há muito já foi rejeitado pelo Canadá, pelos Estados Unidos e pela Austrália, países que tem pendência com nativos na área jurídica. Para quem não sabe, o Brasil hoje não é uma nação una, são várias nações independentes dentro do nosso território, inclusive com direito a acessar fóruns internacionais. Porém, como na época da assinatura houve uma forte reação das Forças Armadas contra esse tratado da ONU, o Exu de Garanhuns acovardou-se e não o enviou para ratificação pelo Congresso, condição indispensável para que possa realmente entrar plenamente em vigor. Se nós não tivéssemos um Legislativo formado em sua maioria por bandidos, esse tratado poderia ser desaprovado. O atual governo o mantem engavetado. Melhor assim, enquanto a Câmara e o Senado não trocarem os ratos por verdadeiros patriotas.

 

 Humberto de Luna Freire Filho, médico!"

 

sábado, 21 de dezembro de 2013

A ÚLTIMA DO RENAN



          Esperava fazer uma crônica sobre o Natal de Jesus, bem amena e alegre como deve ser esta festividade cristã, todavia a gente fica sabendo de certas coisas que não dá para deixar passar. A última, publicada na Folha, denuncia a viagem de Renan Calheiros, presidente do senado, eleito pelo povo de Alagoas, seu feudo há muitos anos, que usou avião da FAB para viajar na noite de quarta-feira ao Recife para uma cirurgia de implantação de cabelo.

       É aquela velha estória, o lobo perde o pelo, no caso o cabelo, más não perde o vício. Em junho, ele foi a Troncoso, na Bahia, para o casamento da filha de outro senador, após denúncia dizem que ele reembolsou as despesas.

       Será que não há na nossa gloriosa Força Aérea ninguém com peito para dizer NÃO a estes calhordas que acintosamente torram o dinheiro do contribuinte na mais acintosa demonstração de pouco caso para com o nosso povo?

       Também, o que se pode esperar de um parlamentar que representa o que há de pior nos meios políticos já tão deteriorado e que deveria ter sido cassado em 2007 por receber ajuda de lobistas de construtoras? Pelo amor de Deus povo de Alagoas, vocês não tem ninguém melhor que este crápula para representá-los no senado? E os demais senadores que o colocaram na presidência da casa, não se tocaram com todas as falcatruas e escândalos em que ele se envolveu?

       Meu povo está na hora de mudarmos este pais e as oportunidades, já desperdiçadas, voltam em 2014, vamos caprichar desta vez!

       Fora com estes fichas sujas, comunistas, terroristas, traidores da Pátria e do povo brasileiro!


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

FELIZMENTE ESTOU MORRENDO - OSMARD ANDRADE


FELIZMENTE ESTOU MORRENDO

OSMARD ANDRADE
A VERDADE SUFOCADA - 18/12/2013

           Leio no “Estadão” de hoje, 14 de dezembro, página 12, notícia que me atinge como um soco no estômago: “A Escola Estadual Presidente Emilio Garrastazu Médici passou a chamar-se Escola Estadual Guerrilheiro Carlos Mariguella”.         
 Parece  que estamos chegando ao fim e a República Federativa do Brasil também mudará de nome: seremos República Popular Democrática do Brasil, que este é o apelido usual de todos os países comunistas à volta do mundo.

           Passado o impacto, obrigo-me a uma volta ao passado. Como dizia Augusto dos Anjos, “sou uma ameba, venho de outras eras...”. Era ginasiano em 1937 quando Getúlio Vargas implantou o “Estado Novo” e espancou os comunistas que, à soldo de Moscou, tentavam criar na América do Sul um satélite da União Soviética. Foram daquela época o famigerado cavaleiro da esperança Luiz Carlos Prestes, (Em caso de guerra entre o Brasil e a União Soviética, lutarei por eles”),  Harry Berger, Garota, Olga Benário e outros militantes bolchevistas, saía-se recentemente da chamada intentona comunista que buscou arrasar o terceiro Regimento de Infantaria da Praia Vermelha com dezenas de oficiais mortos, o Partido Comunista Brasileiro e a UNE (esta, sempre foi no Brasil uma célula do partidão) foram fechados, o país respirou aliviado.

           A partir de 1939, fui radialista e jornalista, escrevendo para rádios e jornais. Em 1943 participei da Força Expedicionária Brasileira lutando pela democracia mundial. Nos anos de 1951 e 1952, produzi para as rádios Ministério da Educação, Roquette Pinto,  Mauá e uma rede de 48 emissoras no interior do país, uma série de rádio-reportagens sob o título de “Paisagens da Vida”, um teleteatro de contra-propaganda comunista, na qual, com a colaboração de um militar foragido da URSS, Anatoli Mickailovich Granovski, contava as atrocidades que eram sofridas pelo povo soviético nas mãos dos líderes vermelhos Stalin, Lenin e quadrilha. Esses programas foram gravados pelo NKVD de Moscou e de lá veio a ordem para o Tribunal Vermelho do Brasil, vivendo na clandestinidade, me condenando à morte. O DOPS,(Departamento de Ordem Política e Social) do segundo governo do Getúlio, teve ciência do fato. Chamaram-me. Avisaram-me que tinha a vida em perigo. E o máximo que me podiam oferecer eram uma arma e o seu porte, nada mais. Duas vezes tentaram os comunistas matar-me. Meu elenco de artistas era substituído a cada mês, tal a natureza das ameaças que sofriam por telefone.

           Deixei tudo em 1953 quando entrei para a Marinha como médico. Em 1961 fui transferido para Florianópolis. E aqui, como militar, vivi os episódios históricos da renúncia do Presidente Jânio Quadros com posse do esquerdista João Belchior Goulart e sua deposição em 1964 ao tentar incendiar o país com sua participação ativa nas tentativas de implantação do regime comunista no governo brasileiro.
Neste último episódio, como antigo jornalista, fui nomeado relações públicas do Estado Maior da 5ª. Região Militar. Mais uma vez lutei contra a barbárie vermelha.

           Em 1968, durante o governo militar, os bolchevistas insistiram em transformar o Brasil numa ditadura vermelha. É dessa época a famosa guerrilha do Araguaia na qual pontificaram líderes esquerdistas como José Genoíno, Dilma Roussef, José Dirceu, o primeiro dos quais matando a marteladas na cabeça um oficial do Exército, mas todos eles se fazendo passar hoje como heróis da “democracia”, vítimas da ditadura militar. São sabujos dos Castros  cubanos, irmãos de fé dos bolivarianos da Venezuela, dos norte-coreanos, doadores das economias brasileiras para os demais países comunistas do mundo, autores dessa farsa de importação de médicos cubanos afrontando todas as leis do país e as reais necessidades da saúde pública.

           E o que querem esses bandidos fazer do Brasil?
Transformá-lo em uma outra Cuba, o melhor país do mundo em que se pode viver desde que se tenha um apartamento em Paris, o país onde  se pratica a melhor medicina das três Américas desde que se tenha um Hospital Sírio-Libanês quando qualquer companheiro adoece, país cuja principal matéria-prima é mão-de-obra escrava exportada para todo o mundo, país onde se passa fome, paraíso do qual todos querem fugir  mesmo correndo o risco de morrer no mar?

           Esquerdismo é isso? Nenhum regime político já acontecido no mundo matou mais patrícios seus e pessoas de outras origens que o comunismo da União soviética. Mais de 600 milhões de cadáveres. Ao fim de 70 anos, nem eles mesmos suportaram mais. Mas nos bolsões de resistência como em Berlim Oriental, construíram muros para evitar que os felizardos que viviam no “paraíso” fugissem para o inferno ocidental.

           Ouçamos, a  respeito, a opinião do grande Fernando Pessoa: “O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema  -  o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós”.

           Ho Chi Ming, líder comunista chinês matou mais de 3 milhões de patrícios.  Na Coréia do Norte já morreram mais de um milhão. Mas os esquerdistas brasileiros ´representados pelo PT,  PSB, CUT, MST,  UNE e outras quadrilhas  redigiram uma carta de apoio aos camaradas da Coréia onde afirmavam, entre outros besteiróis: “Incentivaremos a humanidade e os povos progressistas de todo o mundo e que se opõem à guerra, que se manifestem com o objetivo de manter a paz contra a coerção e as arbitrariedades do terrorismo dos EEUU”.

           O líder cubano Che Guevara em quem os jovens de hoje e a quadrilheira Dilma Roussef vão buscar inspiração  era claro quanto às suas intenções pacifistas e socializantes: “Um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar apenas pelo ódio. Banharei minha arma em sangue e, louco de fúria, cortarei a garganta de qualquer inimigo   que me cair nas mãos. E sinto minhas narinas dilatadas pelo cheiro acre da pólvora e do sangue do inimigo morto. Aqui na selva cubana vivo é com sede de sangue, estou escrevendo estas linhas inflamadas em Marti”.

           É este o governo que os patriotas esquerdistas querem para o Brasil? Costumam dizer que quem não é socialista na juventude não tem coração e quem ainda é socialista na idade adulta não possui cérebro. Digo-lhes eu: mostrem-me um adolescente que não seja socialista e eu lhes mostrarei um alienado do seu grupo; mostrem-me um homem de mais de 30 anos que ainda seja comunista e eu lhes mostrarei um canalha. Paulo Francis achava que todo mundo tem o direito de se portar como um débil mental até os trinta anos.

           Infelizmente a escória vermelha do Brasil, que tanto ajudei a combater, está de volta, tomou conta do país, vai nos levar à infâmia da cubanização, não sossega enquanto não humilhar os militares que os combateram nos anos 60 e 70, obrigou recentemente esses mesmos soldados a prestar honras militares ao cadáver do comunista que desalojaram do poder em 1964 e agora, conforme está no jornal, trocaram pelo nome de um criminoso bolchevista o  de uma escola de Salvador.

           Como já estou no fim da vida aos 91 anos, não viverei o suficiente para suportar esse castigo, mas lamento pelos meus filhos e netos.  Que me perdoem o mau gosto da frase mas, felizmente, estou morrendo.                     

Osmard Andrade Faria

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

VAI GRAXA DOUTOR?


Recebi uma mensagem que não posso deixar de levar ao conhecimento dos meus amigos por ser extremamente vergonhosa, acintosa, calamitosa e quantos mais adjetivos vocês quiserem acrescentar!

Eis o teor da mensagem:

 

 Vai uma engraxadinha ai, Srs. Parlamentares? Nós, os otários, pagamos para os senhores.

 

 

Amigos

Este é o país dos sonhos de alguns iludidos!
-
Denúncia!!!!!!!
Isso aí só pode ser brincadeira! Mas se não for, onde é que está a Polícia Federal, o Ministério Público Federal que não apura estes escândalos e não manda prender esse Deputado? Hein?

O Valor da Graxa para Sapatos na Câmara Federal

Eu não acredito!!!!

Só uma população de carneiros aceita isso! Acredite se quiser.
Veja para onde vão os impostos que são extorquidos dos bolsos da população brasileira. Não é possível uma esculhambação dessas.

Graxa na Câmara:

Os sapatos dos nossos parlamentares devem brilhar mais que as barrigas inchadas e verminadas das nossas crianças famintas... Acredite se quiser...

O presidente da Câmara Federal, triste figura, deputado Marco Maia (PT-RS), quer todos os parlamentares, assessores e funcionários da casa de sapatos reluzentes. Acaba de abrir uma licitação para contratar serviços de engraxataria no prédio, num total de R$ 3.135.000,00 (três milhões, cento e trinta e cinco mil reais) por 12 meses, o que dá R$ 261.000,00 (Duzentos e sessenta e um mil reais) por mês ou, ainda, R$ 8.700,00 *Oito mil e setecentos reais) por dia.

O valor diário equivale à alimentação de 174 famílias num mês, pelas normas do falido FOME ZERO !

A custos da iniciativa privada, são mais de 3.000 pares de sapatos engraxados diariamente. PODE????

E os palhaços, quem são? Somos nós que pagamos o projeto FOME ZERO com os sapatos sujos pelo mar de lama e de corrupção que os dirigentes desta pobre nação mergulhou o Brasil.

Por favor, repassar esse e-mail já é fazer alguma coisa.
Dra. Maria da Glória Bessa Haberbeck - OAB 3515
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 14 de dezembro de 2013

APARTHEID BRASILEIRO


 
Apartheid brasileiro.
       Mandela foi um grande líder que depois de todos os sofrimentos por que passou, inclusive 27 anos de cadeia, conseguiu livrar sua pátria do odioso sistema chamado de “apartheid” que tirava dos negros, em sua própria terra, os direitos mínimos de um cidadão, inclusive de transitar pelas calçadas.
       Porém, este grande líder para o qual estão sendo prestadas as maiores homenagens, justas e merecidas, nunca pensou em vingança, seu trabalho foi de unir brancos e negros, sem racismos, sem ódios, sem vinganças, para que todos possam olhar para o futuro com esperança  de dias melhores.
       Aqui em nosso pais, onde a escravidão foi abolida há 125 anos, após uma ditadura que para muitos não passou de “ditamole”, nossos governantes procuram culpados  e consumar a vingança, criar cotas para isso e para aquilo, gerando o absurdo  preconceito de cor e classe social. Em decorrência estamos sofrendo este clima de violência desenfreada em todo o Brasil, criando um verdadeiro “apartheid brasileiro”.
       Estes hipócritas que lá estão para prestar homenagens não estão honrando a herança deixada pelo grande líder africano Mandela.
       Por falar em africano, em África, Dona Dilma, quando da festa do cinquentenário da União Africana, patrocinou com os nossos sofridos e escorchantes impostos, a festança toda em Addis Abeba e aproveitou para perdoar a dívida de doze países africanos: Senegal, Sudão,Zâmbia, Costa do Marfim, Gabão Republica da Guiné, Guine Bissao, Mauritânia, Rep. Democrática  do Congo, São Tomé e Príncipe, Tanzânia e Rep. do Congo,no total de 900 milhões de dólares equivalentes a mais de R$ 2 bilhões.
       Aqui cabem várias perguntas: a) Além dos países perdoados, quem mais sai lucrando? Certamente as grandes empreiteiras financiadoras em R$ 27 milhões mais ou menos na campanha de Dilma em 2010 e com grandes interesses na construção civil nos países beneficiados e que não poderiam ser financiados pois a legislação não permite financiamento para inadimplentes, ai serão novos bilhões jogados no ralo, pois se não pagaram dívidas velhas, muito menos as novas; b) Quem autoriza a presidentA a conceder estes perdões? O Senado? A Câmara? Quem afinal? Nós é que não fomos!
       Nesta mesma ocasião em que dona Dilma concedia tão generoso perdão aos africanos o nosso competente ministro Mantega declarava alto e bom som que o governo não negociaria e muito menos perdoaria a dívida de estados e municípios vitimados pelos encargos que lhes foram atribuídos pelo governo central e que não estão sendo devidamente cobertoS por verbas federais, fazendo com que governadores e prefeitos tenham que se sujeitar a humilhações enormes em busca das verbas necessárias para cumprirem suas obrigações...
       Bem, todos sabemos a quantas andam a saúde pública, a segurança e a educação em nosso pobre Brasil, capaz de perdoar grandes dívidas dos estrangeiros e incapaz de ajudar seu próprio povo que está morrendo assassinado nas ruas, morrendo em estradas mal conservadas, morrendo na filas dos hospitais sucateados e abandonados, carente de vagas nas escolas e creches!...
       Não é uma vergonha?
       O próximo ano será de eleições, vamos ver se nosso povo dará a devida resposta a estes desmandos...
 
 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

DILMA NA ÁFRICA


Enquanto o Brasil segue à deriva, com a política econômica nas mãos do incompetente do Guido Mantega, que tenta por todos os meios tapar o sol com a peneira, impingindo aos brasileiros mal informados e aos petralhas  fanáticos um céu de brigadeiro, com tudo caminhando como deve ser, quando na verdade os números da economia, oriundos de fontes honestas e competentes mostram que caminhamos céleres para o fundo do poço, o que só não atingimos pelo potencial imenso do nosso Brasil trabalhador que apesar da corrupção vigente, dos impostos absurdos desviados em sua grande parte pelos de sempre, nossa presidentA, juntamente com os ex-presidentes, Sarney, FHC e Collor está alegremente na África do Sul, tudo por nossa conta, diga-se de passagem, tecendo loas ao falecido Mandela, este sim, um verdadeiro estadista!

Podemos sentir o problema econômico na nossa própria pele quando vamos ao supermercado e verificamos a mentira dos índices de inflação, quem entendo um mínimo de economia percebe também que os índices estão destorcidos seguindo os passos de nossos hermanos argentinos que já perderam a confiança dos investidores internacionais.

Guido Mantega, como economista e ministro sabe que um pais só demonstra seu crescimento quando os índices da economia são favoráveis e verdadeiros, não adianta mentir, os resultados são inexoráveis!

Dona Dilma deve estar numa torcida imensa pela vitória do Brasil na Copa o que lhe dará, com certeza, a vitória nas urnas! Porém, caso isto não aconteça, ou seja, o Brasil não for campeão, as cobranças sobre os gastos absurdos com estádios, hoje chamados arenas, os desvios e superfaturamentos virão à tona e poderão repercutir negativamente nas suas pretensões de reeleição.

Vamos esperar que as oposições pensem mais no Brasil e menos nos seus umbigos, pois somente uma oposição bem articulado, bem forte, com coragem e determinação para apontar os erros e roubalheiras deste governo e do anterior, o desmantelamento não só da economia, mas também da família, do futuro de nosso jovens, de nossa religião, de nosso sentimento ético, senão iremos purgar mais quatro anos de “dilmalulismo”  ou do “lulopetismo” e caminhar firmes para uma cubanização.

Deus nos proteja!