REACIONÁRIO. DOC. Nº 51 – 2013
WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES
É
um nome doce na boca de toda a esquerda mundial. Quando desejam atacar
seus
opositores e mesmo inimigos lançam ao ar esta palavra, como se
ela
representasse o DIABO. Eles são os DEUSES e os outros demônios,
Satanases,
Satãs, Luciferes, anjos rebeldes, belzebus.
Vamos aos pais dos
burros. Diz Aurélio que reacionário é aquele aferrado
à autoridade
constituída; contrário à liberdade; tirano, despótico. Já o
nosso amigo
HOUAISS: reacionário é aquele que é hostil à democracia;
antidemocrático, que
se opõe às ideias voltadas para a transformação da
sociedade.
Quem,
portanto, é reacionário nesta história toda? Quem em 1931 salvou
Hitler da
bancarrota senão o nosso conhecido ditador Stalin? Os dois
juntos destruíram
o PARTIDO CATÓLICO ALEMÃO, que era o único capaz de
salvar a Alemanha da
ditadura de Hilter.
Quem instalou no leste europeu o maior nº de ditaduras
já existente no
mundo? Foram democratas que defendiam a democracia ou a
“santa URSS”?
Quem é reacionário: os cincos presidentes militares do Brasil
que
permitiam o funcionamento dos Poderes constituídos, que perdiam
eleições
para a oposição, que passaram o governo à oposição? O senhor Fidel
é
democrático ou reacinário? Lá temos imprensa livre com existência de
único
jornal e com presos políticos? Fez eleição livre para passar o governo
ao
seu irmão ou o fez de maneira monocrática?
Quem são reacionários? São
aqueles que apóiam ditadores pelo mundo afora,
fazem votos de felicidade ao
novo ditador da Correa do Norte? São aqueles
que vão a CUBA e choram por
abraçar Fidel?
O GRUPO GUARARAPES gostaria de saber quem é reacionário: Os
que apoiaram a
Primavera de Praga e a luta pela liberdade na HUNGRIA quando
os tanques da
URSS esmagaram estes Povos ou os partidos comunistas do mundo
que ficaram
ao lado do invasor?
Quem foi que ficou ao lado da Alemanha de
Hitler quando o mesmo invadiu a
Polônia? Quem mandou que todos os partidos
comunistas do mundo fizessem
greves contra a Inglaterra e a França de 1939
até 1941 e apoiassem a
ALEMANHA? Como não responde afirmamos: foi a URSS.
REACIONÁRIOS SÃO ELES. SÃO OS DONOS DA VERDADE, OS QUE SABEM ROUBAR,
POIS
ROUBARAM NA RUSSÍA E ROUBAM AQUI.
Roubar no MENSALÃO É DEMOCRÁTICO
OU REACIONÁRIO? PENSEM? REFLITAM?
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES!
PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58
93. Cartório do 1º Registro de
Títulos e Documentos, em Fortaleza. Somos
1.837 civis – 49 da Marinha - 479
do Exército – 51 da Aeronáutica; 2.416
15 – MAR - 2013
RP: batistapinheiro30@yahoo.com.br
11 de março 2013
doc. 51– 2013â€
REPASSE,
POR FAVOR. ESTAMOS GANHANDO A GUERRA PSICOLÓGICA
sexta-feira, 15 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
QUANTA DIFERENÇA!... -HUMBERTO DE LUNA FREIRE FILHO
Infelizmente meu país foi tomado e está sendo
destruído por uma espécie de gente outrora só encontrada no interior dos
presídios; hoje abundante no poder Executivo e principalmente no Legislativo,
que prepara-se para após as eleições de 2014, receber e blindar mais um nobre,
a candidatíssima a deputada federal "Rose"... sim, ela mesmo,
Rosemary Noronha. Um bando sem escrúpulos, sem civismo e sem moral tomou conta
do governo e usa o dinheiro público além de todos os meios escusos para se
perpetuar no poder. Apoderaram-se dos grandes meios de comunicação, através da
oferta de publicidades oficiais superfaturadas que esvaziam os cofres da Caixa
Econômica Federal, do Banco do Brasil e da falida Petrobras e compram
jornalistas de caráter duvidoso para divulgarem entre o pobre substrato
cultural brasileiro pacotes de mentiras.
A presidente da república, desrespeitando regras,
está em plena campanha pela reeleição. Aparece na televisão e demonstrando o
maior cinismo nos chama de idiotas ao anunciar renúncias fiscais, redução na
conta de energia, desoneração de cesta básica, etc. Impedir a roubalheira
generalizada entre os "cumpanhero" para que sobrem recursos para os
investimentos, isso não é feito. Vergonhosamente acaba de criar mais dois
ministérios para abrigar politiqueiros, donos de currais eleitorais que
futuramente lhes darão apoio político-eleitoral. Saibam que ela transfere
recursos do BNDES, dinheiro público, para obras no paraíso de Fidel Castro e
para a destroçada Venezuela, país sul americano pioneiro na produção de múmia.
Um vergonha infelizmente chamada Brasil.
Humberto de Luna Freire Filho, médico
quarta-feira, 13 de março de 2013
A VERDADE FOI ENTERRADA ANTES DE HUGO CHAVES - JORGE SERRÃO
FARSA
BOLIVARIANA DESCOBERTA
Não existe o corpo de
Hugo Chaves sendo velado, nem mesmo o corpo dele embalsamado.
O corpo que estão apresentando no velório é de um BONECO DE CÊRA.
Leiam a notícia.
O corpo que estão apresentando no velório é de um BONECO DE CÊRA.
Leiam a notícia.
Talvez por esquizofrenia, deficiência mental ou falta de caráter,
aqueles que pensam e agem de maneira burra, radicalóide e sem ética, se dizendo
socialistas, comunistas, fascistas, nazistas, etc, costumam atentar contra a
Verdade – definida como realidade universal permanente. Mas os bolivarianos
exageraram na dose da mistificação na gestão da morte do mito Hugo Chávez
Frias.
Nos meios diplomáticos e na área de
inteligência militar argentina circula uma informação 1-A-1 acerca dos
procedimentos ante e pós fúnebres do Presidente e revolucionário inventor da
República Bolivariana da Venezuela. A revelação bombástica é que o corpo
exibido, cheio de sigilo e segurança, em um super-caixão lacrado, não é de um
ser humano normal, deformado por um terrível câncer. O cadáver seria um boneco
de cera. O simulacro de um Chávez “embalsamado”.
A surpreendente descoberta de que o
corpo no faraônico féretro bolivariano não correspondia ao Hugo Chávez original
foi da “Presidenta” da Argentina Cristina Kirchner. A grande amiga de Chávez
estava escalada para fazer o mais emocionado discurso politico do velório. No
entanto, Cristina se sentiu enganada no momento em que chegou perto do defunto.
Ficou tão revoltada e contrariada que arranjou uma desculpa esfarrapada para
voltar urgentemente a seu país – deixando até sem carona o presidente uruguaio
José Mujica, que com ela veio até Caracas.
A explicação bombástica para o retorno
súbito de Cristina é relatada pela inteligência militar argentina. Cristina
teve um choque emocional quando se viu envolvida na farsa bolivariana montada
para o velório de Chávez. Não acreditando no que seus olhos lhe mostravam,
Cristina escalou uma oficial ajudante-de-ordens para investigar, de imediato,
se não estaria diante de uma “brincadeira de mau gosto com a morte de alguém que
lhe era muito querido”.
A oficial argentina interpelou um
alto-membro do Exército pessoal de Chávez – que praticamente confessou a
armação: ali não estava o corpo original do amado comandante. A militar
transmitiu a informação imediatamente para Cristina – que surtou. Saiu
esbravejando do Velório para o hotel, avisando que não mais faria o discurso
para um boneco. O presidente imposto da Venezuela, Nicolas Maduro, tentou
convencê-la do contrário, sem sucesso. Cristina voltou voando para casa.
A Presidenta Dilma Rousseff, que levava
o ex Luiz Inácio a tiracolo, foi informada do incidente. Dilma e Lula deram uma
breve olhada no caixão de Chávez, conversaram rapidamente com os presentes, e
também foram embora o mais depressa possível – alegando coisas urgentes a serem
resolvidas no Brasil. A exemplo de Cristina, não quiseram participar da farsa
completa do sepultamento daquele que era o líder operacional-militar do Foro de
São Paulo (organização que reúne as esquerdas revolucionárias, guerrilheiras ou
simplesmente gramcistas na América Latina e Caribe).
História à parte do “boneco de cera” –
uma versão completamente não-oficial das exéquias de Chávez -, tudo em torno de
sua morte soa como uma grande farsa, digna do mais cínico e mentiroso
socialismo bolivariano que transformou a Venezuela em um país em decomposição
política, econômica e social. Tudo indica que Hugo Chávez já veio morto de Cuba
– onde morreu não de problemas diretamente relacionados ao sarcoma que sofreu
metástase.
O que levou Chávez realmente deste para
outro mundo foi uma brutal infecção hospitalar, que detonou-lhe o pulmão. Tal
fato jamais será admitido oficialmente, já que a lenda-dogma comunista
prescreve que a ilha perdida dos irmãos Castro tem “uma das medicinas mais
avançadas do mundo”. Caso tivesse se tratado no Brasil – como fizeram Dilma,
Lula e o ex-presidente paraguaio Fernando Lugo -, Chávez poderia estar vivinho
da silva... Azar dele que o Hospital Sírio Libanês não aceitou receber milhões
para tratar, sem transparência e em “segredo socialista”, do grave caso médico.
Outro fato que a inteligência dos
Estados Unidos já deixou bem evidente nos meios diplomáticos. Chávez morreu,
provavelmente, no começo de janeiro. O prolongamento mentiroso de sua vida foi
apenas uma armação para permitir a inconstitucional posse de Nicolas Maduro,
através da geração de um dramalhão popular em torno da torcida pela “salvação”
e cura do bem amado mito Chávez. O problema para o regime venezuelano é que o
atraso na revelação da verdade contribuiu para as mentiras aflorassem...
A tendência política na Venezuela é de
vitória eleitoral do presidente imposto Nicolas Maduro, na eleição marcada para
14 de abril. Mas a temporada de brigas internas e traições entre os
bolivarianos é só uma questão de pouco tempo. Embora tenha sido motorista de
ônibus profissional, antes de cair no mundo fácil da vida sindical praticamente
sem trabalho, Nicolas não está maduro para liderar a revolução bolivariana.
Chávez é insubstituível. E como um mito nunca morre, deve assombrar Maduro –
que terá de suportar às pressões da oposição, em crescimento natural, e as
traições e rebeliões internas que devem surgir principalmente na área militar
venezuelana (em franca divisão e conflito entre Exército e Marinha).
O socialismo bolivariano implodiu a
Venezuela. A demagogia seduziu o eleitorado pobre ou miserável – sempre a massa
moldável de manobra de toda a História. Mas as classes média e alta da
Venezuela comem o pão que o Chávez amassou. A moeda de lá – o bolívar – vale
tanto quando a verdade para os ideólogos socialistas. A crise de
desabastecimento de produtos básicos é assustadora. A inflação totalmente fora
de controle. O desemprego só aumenta. A estatal petrolífera PDVSA opera em
regime de ineficiência. A grana dos petrodólares é usada mais para demagogias
que para investimento em infraestrutura real.
As instituições venezuelanas
encontram-se em decomposição. O Judiciário é uma desmoralização só. O
Legislativo uma peça manipulada pelo Executivo autoritário e arbitrário. A
ingerência ideológica de elementos do aparelho repressivo cubano no governo
bolivariano é um fenômeno politicamente dantesco. O nível de corrupção
venezuelano é de fazer inveja ao mais escroto mensaleiro no Brasil. A Venezuela
tem tudo de pior que pode ter um país de terceiro mundo, subdesenvolvido, cheio
de desigualdades e onde explode uma onda de violência sem perspectiva de
controle.
A situação venezuelana pouco fede ou
cheira para o Brasil. Problemas concretos são apenas dois. O calote da da PDVSA
na parceria com a Petrobrás na superfaturada refinaria Abreu e Lima, em
Pernambuco, ainda longe de sair do papel. Outro rolo são os empréstimos a
perder de vista do BNDES tupiniquim para grandes empreiteiras brasileiras
fazerem mega-obras – também superfaturadas – em terras bolivarianas. No mais, a
Venezuela tem relação comercial pífia com o Brasil.
Uma previsível queda do regime
bolivariano – que é questão de pouco tempo – pode gerar um efeito cascata (sem
trocadilho) entre os países afetados pelo câncer ideológico e ideocrático do
Foro de São Paulo. A primeira vítima de uma pós-derrocada venezuela deve ser a
Argentina – onde as coisas vão de pior a mais ruim ainda na gestão da Cristina.
Cuba também deve ter ainda mais problemas se a casa bolivariana desabar. O
resto entra no tradicional “efeito orloff” (vodca que se consagrou com o lema
publicitário “eu sou você amanhã”).
A prematura morte do comandante Chávez
custará muito cara aos regimes de democradura e capimunismo do Foro de São
Paulo. A metástase política já começou, com muitos tumores políticos entrando
em fase de implosão. Resta esperar para ver como a araruta cancerosa vai se
transformar em mingau estragado pelas mentiras comunizantes.
Ainda bem que não existe mal que sempre
dure e nunca acabe... Reflitamos sobre a representação da imagem falsificada de
Hugo Chávez (no topo do artigo) para constatarmos que tudo de bom ou ruim
sempre tem um fim...
PS - Que sorte deu o José
Dirceu - que deveria agradecer ao Joaquim Barbosa: de que adiantaria viajar
para a Venezuela apenas para ver um simples boneco inanimado do falecido amigo
e patrão em milionárias consultorias?
Vida que segue... Ave atque Vale!
Fiquem com Deus.
O Alerta Total tem a missão de
praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores
humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo,
informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão
é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e
podcast Alerta Total: http://www.alertatotal.net/. Especialista em
Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.
A transcrição ou copia dos textos
publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a
origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso
sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 10 de Março de 2013.
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 10 de Março de 2013.
segunda-feira, 11 de março de 2013
NÃO É SÓ VOLUNTARISMO - CELSO MING
NÃO É SÓ
VOLUNTARISMO
|
Celso Ming* |
O governo Dilma tem chamado a atenção por seu alto grau de
intervenção na economia e nos negócios – apontam tanto analistas daqui quanto
do exterior. Há nele, com certeza, alta dose de voluntarismo, que se baseia
no princípio de que o governo tudo ou quase tudo pode, bastando, para isso,
querer e acionar instrumentos adequados.
Assim, os juros têm de cair e permanecer lá embaixo, sem prejuízo
relevante para a inflação.
A moeda precisa ser desvalorizada (alta do dólar) sem vacilação, para
dar competitividade ao setor produtivo. O caixa da Petrobrás deve ser
acionado, seja para garantir preços dos combustíveis acessíveis ao novo
consumidor, seja para fazer política de boa vizinhança com países da América
do Sul – como Venezuela, Bolívia e Argentina. Em compensação, a Petrobrás
está obrigada a participar de toda licitação de área nova do pré-sal, com ao
menos 30% dos investimentos.
E terá de conceder reserva de mercado para fornecedores nacionais. Do
BNDES, por sua vez, ativado com generosas transferências do Tesouro, se
espera que dê suporte a um punhado de empresas eleitas para serem os futuros
campeões da área, como o grupos Oi, LBR, JBS-Friboi ou as do Grupo EBX. E as
concessionárias de energia elétrica têm de operar com tarifas 20% mais
baixas. E, até recentemente, qualquer empresário que aceitasse participar de
concorrência para obras de infraestrutura teria de se conformar com retorno
de apenas 6% – “porque opera com risco zero”.
São exemplos do ativismo governamental, que pode ser entendido também
como manifestação de um keynesianismo submetido a processos antropofágicos
semelhantes aos propostos pelos modernistas da década de 1920.
Mas isso não é tudo. O outro lado da mesma moeda é a impressionante
passividade também do governo Dilma.
A inflação, por exemplo, quase sempre provocada por fatores externos,
e não por desarranjos internos, convergirá mais ou menos espontaneamente para
o centro da meta –mesmo levando-se em conta que os juros permanecerão onde
estão “por um período de tempo suficientemente prolongado”, como dizem os
documentos do Banco Central.
O crescimento do PIB, de 4,0% a 4,5% ao ano, virá naturalmente –
asseguram as autoridades, a despeito dos gargalos de infraestrutura e da
baixa produtividade da mão de obra num mercado que opera em regime de pleno
emprego.
Os investimentos, ora essa, estão garantidos. O Programa de Aceleração
do Crescimento(PAC) está, é verdade, atrasado ou sujeito a coisas esquisitas,
como acontece com as obras da transposição do Rio São Francisco, mas, com um
pouco de paciência, chegará a bom termo.
Mais cedo ou mais tarde, o relutante “espírito animal” do empresário
brasileiro se mobilizará. Ninguém se desespere se o reconhecimento do etanol
e do biodiesel como commodities internacionais esteja sendo frustrado pela
política de combustíveis.
As soluções para os problemas virão a seu tempo.
O Mercosul está sendo deformado pelos furos e pelas travas impostas
pela Argentina. Mas, aí também, é preciso flexibilizar as disposições dos
tratados com alguma dose de tolerância para com os hermanos, que passam por
poucas e boas...
Enfim, não é só voluntarismo.
*Celso Ming
é jornalista.
|
quarta-feira, 6 de março de 2013
A TURMA DO CHAVES - MARA MONTEZUMA ASSAF
Sem limites para as elucubrações ideológicas
Maduro segue os passos de seu "guru" ao acusar os Estados Unidos de serem os
responsáveis pelo câncer de Chávez e consequentemente pela sua morte. Benza
Deus, que escola maldita foi deixada por Hugo Chávez...digno filhote de Fidel
tanto quanto são Cristina Kirchner da Argentina, Evo Morales da Bolívia,
Lula/Dilma do Brasil, Rafael Correa do Equador, José Mujica do Uruguai, Fernando
Lugo, ex-presidente do Paraguai, Daniel Ortega da Nicarágua, Ollanta Humala do
Peru. A América Latina de hoje é produto de um trabalho forjado por Fidel Castro
, Lula e o PT ao criarem o Foro de São Paulo em 1990 para discutirem
alternativas outras às políticas neoliberais dominantes no continente, e para
promover a integração econômica, política e cultural da região. Foi um projeto
de tomada do poder que deu muito certo pois obtiveram sucesso nos seus
propósitos. Mas no que tange à economia, Chavez levou a Venezuela ao caos
econômico , além de ter que sustentar Cuba com seu petróleo. Cristina está a
andar sobre ovos...tanta são as suas mazelas. Lula/Dilma também estão colhendo
os frutos da má gestão ...o Pibinho é o filho indesejado que nasceu de ambos em
2012, e que não dá para ser escondido dentro do armário como bem desejaria o
padrinho Mantega...ah...se o marco regulatório já estivesse em vigor, esse
Pibinho teria sido abortado! Moral da história: não basta saber chegar ao
poder...há que ter competência para governar!
Mara Montezuma Assaf
terça-feira, 5 de março de 2013
A ILUSÃO DA ASCENSÃO SOCIAL - LIGIA BAHIA E OUTROS
A ilusão das ascensão social...
05/03/2013 11h21 - em Outros pitacos
.
E o tal 'Orgulho SUS'...
Dilma vai acabar com o SUS?
Por Lígia Bahia, Luis Eugenio Portela, Mário Scheffer
O desmonte final do Sistema Único de Saúde (SUS) vem sendo negociado a portas fechadas, em encontros da presidente Dilma Rousseff com donos de planos de saúde, entre eles financiadores da campanha presidencial de 2010 e sócios do capital estrangeiro, que acaba de atracar faminto nesse mercado nacional.
Na pauta, a chave da porta de um negócio bilionário, que são os planos de saúde baratos no preço e medíocres na cobertura, sob encomenda para estratos de trabalhadores em ascensão.
Adiantado pela Folha, o pacote de medidas que prevê redução de impostos e subsídios para expandir a assistência médica suplementar é um golpe contra o SUS ainda mais ardiloso que a decisão do governo de negar o comprometimento de pelo menos 10% do Orçamento da União para a saúde.
A proposta é uma extorsão. Cidadãos e empregadores, além de contribuir com impostos, serão convocados a pagar novamente por um serviço ruim, que julgam melhor que o oferecido pela rede pública, a que todos têm direito. Em nome da limitada capacidade do SUS, o que se propõe é transferir recursos públicos para fundos de investimentos privados.
O SUS é uma reforma incompleta, pois o gasto público com saúde é insuficiente para um sistema de cobertura universal e atendimento integral. Isso resulta em carência de profissionais, baixa resolutividade da rede básica de serviços e péssimo atendimento à população.
Nos delírios de marqueteiros e empresários alçados pelo governo à condição de formuladores de políticas, o plano de saúde surgiria como "miragem" para a nova classe média, renderia a "marca" da gestão e muitos votos em 2014.
Pois o mercado que se quer expandir com empurrão do erário não é exatamente um oásis no meio do SUS. Autorizados pela agência reguladora, proliferam planos de saúde pobres para pobres, substitutivos "meia-boca" do que deveria ser coberto pelo regime universal.
Na vida real, são prazos de atendimento não cumpridos, poucos especialistas por causa de honorários ridículos, número insuficiente de serviços diagnósticos e de leitos, inclusive de UTI, negativas de tratamentos de câncer, de doenças cardíacas e transtornos mentais, redes reduzidas que impedem o direito de escolha e geram longas filas e imposição de barreiras de acesso, como triagens e autorizações prévias.
Quem tem plano de saúde conhece bem esse calvário.
Limitados pelos contratos, dirigidos a jovens e sadios formalmente empregados, os planos de saúde não aliviam nem desoneram o SUS, pois fogem da atenção mais cara e qualificada. Não são adequados para assistir idosos e doentes crônicos, cada vez mais numerosos. Assim, os serviços públicos funcionam como retaguarda, uma espécie de resseguro da assistência suplementar excludente.
Nos Estados Unidos, a reforma de Obama enquadra os planos privados e tenta colocar nos trilhos o sistema mais caro e desigual do mundo. País de recursos escassos, se delegar o futuro a quem visa o lucro com a doença, o Brasil seguirá é o caminho da Colômbia, que vive um colapso na saúde.
É inaceitável, em uma sociedade democrática, a intenção do governo de abdicar da consolidação do SUS, de insistir no subfinanciamento público e apostar no avanço de um modelo privado, estratificado, caro e ineficiente.
O Movimento Sanitário, o Conselho Nacional de Saúde, o Congresso Nacional, o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal precisam se manifestar sobre esse despropósito inconstitucional.
LIGIA BAHIA, 57, é professora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro; LUIS EUGENIO PORTELA, 49, é professor da Universidade Federal da Bahia e presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco); e MÁRIO SCHEFFER, 46, é professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)
E o tal 'Orgulho SUS'...
Dilma vai acabar com o SUS? Por Lígia Bahia, Luis Eugenio Portela, Mário Scheffer
O desmonte final do Sistema Único de Saúde (SUS) vem sendo negociado a portas fechadas, em encontros da presidente Dilma Rousseff com donos de planos de saúde, entre eles financiadores da campanha presidencial de 2010 e sócios do capital estrangeiro, que acaba de atracar faminto nesse mercado nacional.
Na pauta, a chave da porta de um negócio bilionário, que são os planos de saúde baratos no preço e medíocres na cobertura, sob encomenda para estratos de trabalhadores em ascensão.
Adiantado pela Folha, o pacote de medidas que prevê redução de impostos e subsídios para expandir a assistência médica suplementar é um golpe contra o SUS ainda mais ardiloso que a decisão do governo de negar o comprometimento de pelo menos 10% do Orçamento da União para a saúde.
A proposta é uma extorsão. Cidadãos e empregadores, além de contribuir com impostos, serão convocados a pagar novamente por um serviço ruim, que julgam melhor que o oferecido pela rede pública, a que todos têm direito. Em nome da limitada capacidade do SUS, o que se propõe é transferir recursos públicos para fundos de investimentos privados.
O SUS é uma reforma incompleta, pois o gasto público com saúde é insuficiente para um sistema de cobertura universal e atendimento integral. Isso resulta em carência de profissionais, baixa resolutividade da rede básica de serviços e péssimo atendimento à população.
Nos delírios de marqueteiros e empresários alçados pelo governo à condição de formuladores de políticas, o plano de saúde surgiria como "miragem" para a nova classe média, renderia a "marca" da gestão e muitos votos em 2014.
Pois o mercado que se quer expandir com empurrão do erário não é exatamente um oásis no meio do SUS. Autorizados pela agência reguladora, proliferam planos de saúde pobres para pobres, substitutivos "meia-boca" do que deveria ser coberto pelo regime universal.
Na vida real, são prazos de atendimento não cumpridos, poucos especialistas por causa de honorários ridículos, número insuficiente de serviços diagnósticos e de leitos, inclusive de UTI, negativas de tratamentos de câncer, de doenças cardíacas e transtornos mentais, redes reduzidas que impedem o direito de escolha e geram longas filas e imposição de barreiras de acesso, como triagens e autorizações prévias.
Quem tem plano de saúde conhece bem esse calvário.
Limitados pelos contratos, dirigidos a jovens e sadios formalmente empregados, os planos de saúde não aliviam nem desoneram o SUS, pois fogem da atenção mais cara e qualificada. Não são adequados para assistir idosos e doentes crônicos, cada vez mais numerosos. Assim, os serviços públicos funcionam como retaguarda, uma espécie de resseguro da assistência suplementar excludente.
Nos Estados Unidos, a reforma de Obama enquadra os planos privados e tenta colocar nos trilhos o sistema mais caro e desigual do mundo. País de recursos escassos, se delegar o futuro a quem visa o lucro com a doença, o Brasil seguirá é o caminho da Colômbia, que vive um colapso na saúde.
É inaceitável, em uma sociedade democrática, a intenção do governo de abdicar da consolidação do SUS, de insistir no subfinanciamento público e apostar no avanço de um modelo privado, estratificado, caro e ineficiente.
O Movimento Sanitário, o Conselho Nacional de Saúde, o Congresso Nacional, o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal precisam se manifestar sobre esse despropósito inconstitucional.
LIGIA BAHIA, 57, é professora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro; LUIS EUGENIO PORTELA, 49, é professor da Universidade Federal da Bahia e presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco); e MÁRIO SCHEFFER, 46, é professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)
FONTE: BLOG DO GIOVANI MIGUEZ - Leia mais no blog www.giovanimiguez.com
sexta-feira, 1 de março de 2013
QUEM OS FARÁ ENTREGAR O PODER? - PAULO CHAGAS
Por Paulo Chagas
O Partido do Trabalhadores está no poder há três mandatos e, provavelmente, lá permanecerá por mais um!
Terá, assim, completado a etapa da consolidação do pleno aparelhamento do estado, colocado sua gente em todos os postos chave da república e cooptado todos os oportunistas e inocentes úteis que compõem as classes política e empresarial , bem como os jovens, estudantes ou não, que se deixam idiotizar pela falácia e pela mentira e os famintos, ignorantes ou sem perspectivas, embretados nos currais do "bolsa esmola".
Todavia, quando o caos transformar o engodo em realidade, fazendo os menos ignorantes enxergarem o quanto foram ingênuo s ou coniventes com o mal, haverá uma mudança no fiel da balança, tendo como consequência, lógica e democrática, a possibilidade de alternar partidos e propostas.
Restará, contudo, saber se os desmascarados entregarão de bom grado os postos e privilégios com os quais se têm locupletado e lambuzado, desde o primeiro mandato da era pós moral, sob a liderança do Sr Lula da Silva e seus muitos ladrões, já que o seu projeto de poder é ditatorial, mafioso e permanente e não inclui a possibilidade de saída, muito menos pela via que lá os colocou.
Os indícios disso estão por aí, aqui e acolá e revelam que não se trata de estratégia isolada ou eventual, mas de um estudado e bem coordenado plano cujo centro de comando e controle está instalado e dissimulado no cada vez mais conhecido e poderoso Foro de São Paulo.
Seus objetivos revelam-se nos conchavos diplomáticos, nas manifestações e nas palavras de ordem da militânci a que, à luz do dia, com violência e sem subterfúgios, demonstram sua simpatia pelo regime cubano, intimidando e constrangendo a blogueira Yaoni Sánchez, em visita ao Brasil, acusando-a de traição e afirmando, sem pejo ou vergonha, que "a América Latina vai ser toda comunista"!
São os mesmos irascíveis e coléricos que cospem na cara de idosos e que não toleram conviver com o contraditório!
Parece absurdo, mas é a realidade, existem pessoas no Brasil, ligadas aos corruPTos, que querem para nós o triste destino do povo cubano, onde o regime de força da "famiglia Castro" distribuiu a miséria, a fome e a doença e confiscou todas as liberdades, inclusive a de pensar e discordar.
Meio século no poder é algo por demais sedutor para qualquer canalha, mesmo quando desgraçado por moléstia incurável! Há exemplos aqui, ali e acolá!
Mas, como diz o ditado, "não há mal que sempre dure, nem há bem que nunca acabe" e ch egará o dia em que a democracia indicará o fim desse tempo e eles terão que sair. Aí fica a pergunta: "Quem os fará entregar o poder? As urnas? A vontade do povo? A justiça? A lei e a ordem? Ou será a força das Forças?
O MST, braço armado da guerrilha rural; os sindicatos comprometidos, laborais e do crime organizado; a UNE, comprada com dinheiro público; os apaniguados e incompetentes, aboletados em cargos público e "de confiança"; as polícias, comandadas por "majores - coronéis" comprometidos com o projeto; os corruPTos, de todos os matizes e níveis de sofisticação; e a legião de desocupados, escravizados pela boca ou intimidados pela fome, conduzidos por seus líderes de barro, sairão às ruas para negar o direito e a verdade das urnas, para intimidar a maioria e "melar o jogo"!
Restará, mais uma vez, a última razão da nação, as instituições que detém o dever constitucional de fazer valer e cumprir a lei e assegura r a ordem interna.
Com certeza, desta vez, não precisarão usar a iniciativa que lhes outorga a lógica da vontade nacional, pois um dos três poderes já demonstrou sua independência e, mais do que isto, seu comprometimento com os valores que compõem o arcabouço moral da sociedade brasileira e, assim, cumprindo com o seu dever, ordenará, se preciso, o emprego da força das FORÇAS para que os usurpadores desocupem suas posições, entreguem os cargos e tomem o rumo que lhes conferirá o desprezo nacional!
Deus é grande e justo! Quem viver verá!
http://www.alertatotal.net/2013/02/quem-os-fara-entregar-o-poder.html
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