terça-feira, 1 de julho de 2014
VAMOS LÁ BRASIL! - João Silvino por e-mail
Vamos lá, Brasil! Mostre o que realmente somos. Vamos assumir e levantar a taça das desigualdades sociais, do caos na saúde pública, das obras superfaturadas, da falta de vontade política, da mortalidade infantil, do aumento da violência, que existem por todas as cidades! Vamos lá, Brasil! Aproveita e diz ao mundo sobre sua realidade hoje. Mostre que ainda somos um país da impunidade, que ainda temos crianças maltratadas pelo sistema político; sem escola pública de qualidade, sem acesso ao lazer, cultura e arte, esporte e transporte escolar gratuito. Vamos lá, Brasil! Aproveite a oportunidade e diga que o que mais importa é fazer média com o povo; famigerados horários eleitorais e mentirosos prometendo castelos dos contos da Roupa Nova do Rei, onde somente os súditos estão nus. Vamos lá, Brasil! Emocione sua gente com fanfarras, para que esqueçamos o quanto somos enganados no pós-ressaca. Aproveite e anuncie sobre a nossa falsa democracia, onde um povo bom é aquele que não reclama de nada, onde o mesmo povo é submetido à anestesia da contracultura, do contragosto que o Estado oferece. Vamos lá, Brasil! Retire a sujeira camuflada embaixo do tapete e erga a taça da verdade, para que o mundo inteiro saiba sobre a qualidade do lixo de mais de quinhentos anos de existência. Vamos lá, Brasil! A hora é essa! Esqueça as suntuosas aparências metropolitanas e escancare os vários grotões, um pouco de Etiópias, Somálias, Libérias entre tantos povos que sofrem na linha da total miséria e abandono, por cada canto deste país.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
LULA, OLHOS VERMELHOS DE ÓDIO - Handel Araujo
Os olhos vermelhos de Lula não são pelo álcool. São pelo
ódio.
Lula é aquele cão traiçoeiro que abana o rabo e, quando você
dá as costas, morde o seu calcanhar. É aquela cobra congelada que o incauto
penalizado coloca debaixo do fogão e que, aquecida, dá o bote certeiro. É o
escorpião caridosamente levado pela rã para o outro lado do rio que, lá
chegando, pica a inocente, mortalmente, porque é da sua natureza.
Lula anda com os olhos marejados de sangue e não é a
cachacinha companheira de sempre. É o ódio. Ódio que ele tem de você, de mim.
Ódio que ele tem da democracia que teve que engolir goela abaixo para poder
governar o Brasil, depois de inúmeras desastradas tentativas. Ameaçado de
perder o poder antes de 2018, quando pretenderá voltar para governar o país até
2026, despiu a roupa de criador e vestiu a fantasia de salvador da Dilma.
Nas últimas semanas, Lula só fez instigar o ódio entre
brasileiros, fomentou o medo nos mais pobres e atacou furiosamente a imprensa.
Ao falar em "elite branca", quis colocar negros contra brancos,
trazendo as famigeradas cotas também para tornar o debate político baixo e
sujo. Fez um comercial desfiando números de hoje contra números do passado, com
a desonestidade de sempre. Participou de convenções partidárias aos gritos,
suarento e ameaçador.
Lula voltou a pregar o "nós x eles", apostando na
divisão do país. Faz isso comparando 12 anos depois com 8 anos antes, usando
mentiras e maquiagens. Não diz que hoje o Brasil tem quase 30 milhões de
cidadãos a mais do que em 2002. Que 17 milhões novas famílias foram formadas.
Que 3 ou 4 milhões de casas é muito pouco. Que os tais 20 milhões de empregos
criados apenas acompanharam o crescimento populacional: o número de pessoas
ocupadas passou de 76 milhões em 2002 para 94 milhões em 2012. Que das famílias
criadas nos 12 anos de PT mais de 50% vivem de Bolsa Família, uma vergonha
social.
O governo federal faz pesquisas diárias. E os discursos
mudam todo o dia. Ontem Lula veio para a imprensa que odeia para dizer que
talvez tenha se enganado a respeito da "elite branca". Que o PT tem
que saber onde errou para evitar novas manifestações. Que possivelmente o PT
tenha "alguma culpa" nas vaias. Também avisou que o PT precisa ter
coragem de discutir a corrupção do partido. Lula lê as pesquisas diariamente. E
está apenas colocando o lobo em pele de cordeiro. Repaginando o discurso de
ontem para buscar os votos que precisa na classe média, porque somente os
pobres não reelegerão Dilma.
Não ouçam as palavras. Não considerem os truques verbais.
Não deem importância para as metáforas. Mirem sempre os olhos do animal raivoso
chamado Lula. Eles estão sempre marejados de sangue. Infelizmente é ódio, não é
álcool. Um ódio que o Brasil não merece mais.
domingo, 29 de junho de 2014
O BRASIL GANHOU DO CHILE NO FUTEBOL, PORÉM, NO RESTO...
O
BRASIL GANHOU DO CHILE NO FUTEBOL, PORÉM, NO RESTO...
No jogo de ontem, nos pênaltis, o Brasil acabou por
vencer a seleção chilena, porém, no que interessa, o pais amigo dá de 10 x 0 no
nosso desgovernado Brasil, senão vejamos:
a) O
Brasil tem crescido à média de 2%
durante o governo Dilma, o Chile cresceu 5%;
b) A
inflação brasileira gira em torno de
6,5% ao ano, enquanto no Chile está abaixo de 3%;
c) A
renda per capita do Brasil foi em média 12.000 dólares em 2013 enquanto a dos
chilenos foi de 20.000 dólares;
d) Nós
pagamos quase 40% de impostos por ano enquanto nossos amigos chilenos pagam em
torno de 20%;
e) No
ranking “Doing Business” do Banco Mundial que mede a facilidade de negócios no
pais, o Chile está na 34ª posição enquanto o Brasil está na incrível 116ª
posição;
f)
No índice de “liberdade econômica” feito
pela Heritage Foundation, os chilenos ocupam a 7ª posição enquanto nós ocupamos
apenas a 114ª posição;
Vamos ver agora se a esquerdista
Michele Bachelet não vai por tudo a perder já que foi eleita com um discurso de
esquerda bem radical!
Enquanto isto no Brasil os gastos vão
se sobrepondo à arrecadação, os escândalos de corrupção se renovam a cada dia e
nossa dívida interna passa dos 2,5 trilhões num caminho sem volta para a
inflação desenfreada como já tivemos nas eras Sarney e Collor, estancada pelo
Plano Real, que o PT foi contra e agora até diz que a derrocada desta praga se
deveu aos governos Dilma e Lula, vê se pode?
As mentiras do PT e seus aliados não
ficam só nos dados econômicos e sociais, se estendem por todas as áreas de
atividade política e social e ficam mais evidentes quando nossa presidenta faz
seus “elaborados” discursos:
- “Eu quero adentrar
pela questão da inflação, e dizer a vocês que a inflação foi uma conquista
desses 10 últimos anos do governo do presidente Lula e do meu governo.” Não ficou claro o que ela quis
dizer com isto!
-“A
auto-suficiência do Brasil sempre foi insuficiente.” Esta também...
Para manter esta situação de "poder pelo poder" dona Dilma disse que vai fazer o diabo para se reeleger!
Para manter esta situação de "poder pelo poder" dona Dilma disse que vai fazer o diabo para se reeleger!
Afinal atentem bem os mentirosos de
plantão para o que diz a Bíblia:
-Portanto, não os
temais; porque nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não
haja de saber-se. Mateus 10:26
OBS: os dados econômicos e financeiros foram obtidos no artigo de
Rodrigo Constantino, Brasil x Chile na revista Veja desta semana.
sábado, 28 de junho de 2014
AS MAIORES PÉROLAS DE DILMA - Rosangela Lyra
Coletânea de Dilma
Rousseff
18. “Eu sempre
escuto os prefeitos. Por que é que eu escuto os prefeitos? Porque é lá que está
a população do país, ninguém mora na União, ninguém mora… “Onde você mora?” “Ah,
eu moro no Federal”.
17. “A única área
que eu acho que vai exigir muita atenção nossa, e aí eu já aventei a hipótese de
até criar um ministério, é na área de… Na área… Eu diria assim, como uma espécie
de analogia com o que acontece na área agrícola.”
16. “A mulher abre
o negócio, tem seus filhos, cria os filhos e se sustenta tudo isso abrindo o
negócio.”
15. “A Zona Franca
de Manaus, ela está numa região. Ela é o centro dela porque ela é a capital da
Amazônia.”
14. “Vamos dar
prioridade a segregar a via de transporte. Segregar via de transportes significa
o seguinte: ou você faz metrô, porque o metrô… porque o metrô, segregar é o
seguinte, não pode ninguém cruzar rua, ninguém pode cruzar a rua, não pode ter
sinal de trânsito, é essa a idéia do metrô. Ele vai por baixo, ou ele vai pela
superfície, que é o VLT, que é um veículo leve sobre trilho. Ele vai por cima,
ele para de estação em estação, não tem travessia e não tem sinal de trânsito,
essa é a idéia do sistema de trilho.”
13. “Tudo o que as
pessoas que estão pleiteando a Presidência da República querem é ser
presidente.”
12. “Eu vi. Você
veja… Eu já vi, parei de ver. Voltei a ver e acho que o Neymar e o Ganso têm
essa capacidade de fazer a gente olhar.”
11. “Eu quero
adentrar pela questão da inflação, e dizer a vocês que a inflação foi uma
conquista desses 10 últimos anos do governo do presidente Lula e do meu
governo.”
10. “Eu também vou
falar… eu vou falar pouco. Vou explicar por quê: todo mundo, antes de mim, disse
que ia falar pouco, não é? E aí, tinha uma senhora ali, na frente, que falou o
que todos nós estamos sentindo. Ela disse assim: “Eu estou com fome”. E eu vou
levar em consideração ela, que falou uma coisa que todo mundo está pensando, mas
não está falando.”
9. “A
auto-suficiência do Brasil sempre foi insuficiente.”
8. “Em Portugal, o
desemprego beira 20%. Ou seja, 1 em cada 4 portugueses estão
desempregados.”
7. “Primeiro, eu
queria te dizer que eu tenho muito respeito pelo ET de Varginha. E eu sei que
aqui, quem não viu conhece alguém que viu, ou tem alguém na família que viu, mas
de qualquer jeito eu começo dizendo que esse respeito pelo ET de Varginha está
garantido.”
6. “Em Vidas Secas
está retratado todo problema da miséria, da pobreza, da saída das pessoas do
Nordeste para o Brasil.”
5. “O meio ambiente
é sem dúvida nenhuma uma ameaça ao desenvolvimento sustentável.”
4. “Eu quero,
então, voltar aonde eu comecei. Eu vou falar agora que aqui tem 37 municípios.
Eu vou ler os nomes dos municípios, porque eu acho importante que cada um de
vocês possa (sic) se identificar aqui dentro e, por isso… Eu ia ler os nomes,
não vou mais. Por que não vou mais? Eu não estou achando os nomes. Logo, não
posso lê-los.”
3. “Eu ontem disse
pro presidente Obama que era claro que ele sabia que depois que a pasta de dente
sai do dentifrício ela dificilmente volta pra dentro do dentifrício. Então que a
gente tinha de levar isso em conta. E ele me disse, me respondeu que ele faria
todo esforço político para que essa pasta de dente pelo menos não ficasse solta
por aí e voltasse uma parte pra dentro do dentifrício.”
2. “Eu estou muito
feliz de estar aqui em Bauru. O prefeito me disse que eu sou, entre os
presidentes, nos últimos tempos, uma das presidentes, ou presidentes, que esteve
aqui em Bauru.”
1. “Se hoje é o dia
das crianças, ontem eu disse que criança… o dia da criança é dia da mãe, do pai
e das professoras, mas também é o dia dos animais, sempre que você olha uma
criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás.”
Seria somente engraçado se não fosse real,
mas esse enredo pastelão comandando um país é aterrorizante.
Se você quiser saber mais sobre as aberrações que os brasileiros
vêem sofrendo, clique no link abaixo do blog do jornalista Augusto Nunes.
Rosangela
Lyra
Instagram:
@rolyra
sexta-feira, 27 de junho de 2014
COSTA RICA, O EXEMPLO - JORNALISTA AUGUSTO NUNES
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quinta-feira, 26 de junho de 2014
O GOVERNO ACABOU - Marco Antonio Villa
O GOVERNO
ACABOU
Marco
Antonio Villa
Os
ministérios estão paralisados. O que se mantém é a rotina
administrativa
O governo Dilma definha a olhos vistos. Caminha para um fim melancólico. Os agentes econômicos têm plena consciência de que não podem esperar nada de novo. Cada declaração do ministro da Fazenda é recebida com desdém. As previsões são desmentidas semanas depois. Os planos não passam de ideias ao vento. O governo caiu no descrédito. Os ministérios estão paralisados. O que se mantém é a rotina administrativa. O governo se arrasta como um jogador de futebol, em fim de carreira, aos 40 minutos do segundo tempo, em uma tarde ensolarada.Apesar do fracasso — e as pífias taxas de crescimento do PIB estão aí para que não haja nenhum desmentido —, Dilma é candidata à reeleição. São aquelas coisas que só acontecem no Brasil. Em qualquer lugar do mundo, após uma pálida gestão, o presidente abdicaria de concorrer. Não aqui. E, principalmente, tendo no governo a máquina petista que, hoje, só sobrevive como parasita do Estado.A permanência no poder é a essência do projeto petista. Todo o resto é absolutamente secundário. O partido necessita da estrutura estatal para financeiramente se manter e o mesmo se aplica às suas lideranças — além dos milhares de assessores.É nesta conjuntura que o partido tenta a todo custo manter o mesmo bloco que elegeu Dilma em 2010. E tem fracassado. Muitos dos companheiros de viagem já sentiram que os ventos estão soprando em sentido contrário. Estão procurando a oposição para manter o naco de poder que tiveram nos últimos 12 anos. O desafio para a oposição é como aproveitar esta divisão sem reproduzir a mesma forma de aliança que sempre condenou.Como o cenário político foi ficando desfavorável à permanência do petismo, era mais que esperada a constante presença de Lula como elemento motivador e agregador para as alianças. Sabe, como criador, que o fracasso eleitoral da criatura será também o seu. Mas o sentimento popular de enfado, de cansaço, também o atingiu. O encanto está sendo quebrado, tanto no Brasil como no exterior. Hoje suas viagens internacionais não têm mais o apelo do período presidencial. Viaja como lobista utilizando descaradamente a estrutura governamental e intermediando negócios nebulosos à custa do Erário.Se na campanha de 2010 era um presidente que pretendia eleger o sucessor, quatro anos depois a sua participação soa estranha, postiça. A tentativa de transferência do carisma fracassou. Isto explica por que Lula tem de trabalhar ativamente na campanha. Dilma deve ficar em um plano secundário quando o processo eleitoral efetivamente começar. Ela não tem o que apresentar. O figurino de faxineira, combatente da corrupção, foi esquecido. Na história da República, não houve um quadriênio com tantas acusações de “malfeitos” e desvios bilionários, como o dela. O figurino de gerentona foi abandonado com a sucessão de “pibinhos”. O que restou? Nada.Lula está como gosta. É o centro das atenções. Acredita que pode novamente encarnar o personagem de Dom Sebastião. Em um país com uma pobre cultura democrática, não deve ser desprezada a sua participação nas eleições.A paralisia política tem reflexos diretos na gestão governamental. As principais obras públicas estão atrasadas. Boa parte delas, além do atraso, teve majorados seus custos. Em três anos e meio, Dilma não conseguiu entregar nenhuma obra importante de infraestrutura. Isto em um país com os conhecidos problemas nesta área e que trazem sérios prejuízos à economia. Mas quando a ideologia se sobrepõe aos interesses nacionais não causa estranheza o investimento de US$ 1 bilhão na modernização e ampliação do porto de Mariel. Ou seja, a ironia da história é que a maior ação administrativa do governo Dilma não foi no Brasil, mas em Cuba.Os investimentos de longo prazo foram caindo, os gastos para o desenvolvimento de educação, ciência e tecnologia são inferiores às necessidades de um país com as nossas carências. Não há uma área no governo que tenha cumprido suas metas, se destacado pela eficiência e que o ministro — alguém lembra o nome de ao menos cinco deles? — tenha se transformado em referência, positiva, claro, pois negativa não faltam candidatos.O irresponsável namoro com o populismo econômico levou ao abandono das contas públicas, das metas de inflação e ao desequilíbrio das tarifas públicas. Basta ver o rombo produzido no setor elétrico. A ação governamental ficou pautada exclusivamente pela manutenção do PT no poder. As intervenções estatais impuseram uma lógica voluntarista e um estatismo fora de época. Basta citar as fabulosas injeções de capital — via Tesouro — para o BNDES e os generosos empréstimos (alguns, quase doações) ao grande capital. E a dívida pública, que está próxima dos R$ 2,5 trilhões?No campo externo as opções escolhidas pelo governo foram as piores possíveis. Mais uma vez foi a ideologia que deu o tom. Basta citar um exemplo: a opção preferencial pelo Mercosul. Enquanto isso, o eixo dinâmico da economia mundial está se transferindo para a região Ásia-Pacífico.Ainda não sabemos plenamente o significado para o país desta gestão. Mas quando comparamos os nossos índices de crescimento do PIB com os dos países emergentes ou nossos vizinhos da América Latina, o resultado é assustador. É possível estimar que no quadriênio Dilma a média sequer chegue a 2%. A média dos emergentes é de 5,2%, e da América Latina, de 3,2%. E o governo Dilma ainda tem mais sete meses pela frente. Meses de paralisia econômica. Haja agonia.
Marco Antonio Villa é historiador--
domingo, 22 de junho de 2014
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UM
POLÍTICO ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA (acreditem, existe
!!!)
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