quinta-feira, 26 de junho de 2014

O GOVERNO ACABOU - Marco Antonio Villa




O GOVERNO ACABOU
Marco Antonio Villa
Os ministérios estão paralisados. O que se mantém é a rotina administrativa

O governo Dilma definha a olhos vistos. Caminha para um fim melancólico. Os agentes econômicos têm plena consciência de que não podem esperar nada de novo. Cada declaração do ministro da Fazenda é recebida com desdém. As previsões são desmentidas semanas depois. Os planos não passam de ideias ao vento. O governo caiu no descrédito. Os ministérios estão paralisados. O que se mantém é a rotina administrativa. O governo se arrasta como um jogador de futebol, em fim de carreira, aos 40 minutos do segundo tempo, em uma tarde ensolarada.Apesar do fracasso — e as pífias taxas de crescimento do PIB estão aí para que não haja nenhum desmentido —, Dilma é candidata à reeleição. São aquelas coisas que só acontecem no Brasil. Em qualquer lugar do mundo, após uma pálida gestão, o presidente abdicaria de concorrer. Não aqui. E, principalmente, tendo no governo a máquina petista que, hoje, só sobrevive como parasita do Estado.A permanência no poder é a essência do projeto petista. Todo o resto é absolutamente secundário. O partido necessita da estrutura estatal para financeiramente se manter e o mesmo se aplica às suas lideranças — além dos milhares de assessores.É nesta conjuntura que o partido tenta a todo custo manter o mesmo bloco que elegeu Dilma em 2010. E tem fracassado. Muitos dos companheiros de viagem já sentiram que os ventos estão soprando em sentido contrário. Estão procurando a oposição para manter o naco de poder que tiveram nos últimos 12 anos. O desafio para a oposição é como aproveitar esta divisão sem reproduzir a mesma forma de aliança que sempre condenou.Como o cenário político foi ficando desfavorável à permanência do petismo, era mais que esperada a constante presença de Lula como elemento motivador e agregador para as alianças. Sabe, como criador, que o fracasso eleitoral da criatura será também o seu. Mas o sentimento popular de enfado, de cansaço, também o atingiu. O encanto está sendo quebrado, tanto no Brasil como no exterior. Hoje suas viagens internacionais não têm mais o apelo do período presidencial. Viaja como lobista utilizando descaradamente a estrutura governamental e intermediando negócios nebulosos à custa do Erário.Se na campanha de 2010 era um presidente que pretendia eleger o sucessor, quatro anos depois a sua participação soa estranha, postiça. A tentativa de transferência do carisma fracassou. Isto explica por que Lula tem de trabalhar ativamente na campanha. Dilma deve ficar em um plano secundário quando o processo eleitoral efetivamente começar. Ela não tem o que apresentar. O figurino de faxineira, combatente da corrupção, foi esquecido. Na história da República, não houve um quadriênio com tantas acusações de “malfeitos” e desvios bilionários, como o dela. O figurino de gerentona foi abandonado com a sucessão de “pibinhos”. O que restou? Nada.Lula está como gosta. É o centro das atenções. Acredita que pode novamente encarnar o personagem de Dom Sebastião. Em um país com uma pobre cultura democrática, não deve ser desprezada a sua participação nas eleições.A paralisia política tem reflexos diretos na gestão governamental. As principais obras públicas estão atrasadas. Boa parte delas, além do atraso, teve majorados seus custos. Em três anos e meio, Dilma não conseguiu entregar nenhuma obra importante de infraestrutura. Isto em um país com os conhecidos problemas nesta área e que trazem sérios prejuízos à economia. Mas quando a ideologia se sobrepõe aos interesses nacionais não causa estranheza o investimento de US$ 1 bilhão na modernização e ampliação do porto de Mariel. Ou seja, a ironia da história é que a maior ação administrativa do governo Dilma não foi no Brasil, mas em Cuba.Os investimentos de longo prazo foram caindo, os gastos para o desenvolvimento de educação, ciência e tecnologia são inferiores às necessidades de um país com as nossas carências. Não há uma área no governo que tenha cumprido suas metas, se destacado pela eficiência e que o ministro — alguém lembra o nome de ao menos cinco deles? — tenha se transformado em referência, positiva, claro, pois negativa não faltam candidatos.O irresponsável namoro com o populismo econômico levou ao abandono das contas públicas, das metas de inflação e ao desequilíbrio das tarifas públicas. Basta ver o rombo produzido no setor elétrico. A ação governamental ficou pautada exclusivamente pela manutenção do PT no poder. As intervenções estatais impuseram uma lógica voluntarista e um estatismo fora de época. Basta citar as fabulosas injeções de capital — via Tesouro — para o BNDES e os generosos empréstimos (alguns, quase doações) ao grande capital. E a dívida pública, que está próxima dos R$ 2,5 trilhões?No campo externo as opções escolhidas pelo governo foram as piores possíveis. Mais uma vez foi a ideologia que deu o tom. Basta citar um exemplo: a opção preferencial pelo Mercosul. Enquanto isso, o eixo dinâmico da economia mundial está se transferindo para a região Ásia-Pacífico.Ainda não sabemos plenamente o significado para o país desta gestão. Mas quando comparamos os nossos índices de crescimento do PIB com os dos países emergentes ou nossos vizinhos da América Latina, o resultado é assustador. É possível estimar que no quadriênio Dilma a média sequer chegue a 2%. A média dos emergentes é de 5,2%, e da América Latina, de 3,2%. E o governo Dilma ainda tem mais sete meses pela frente. Meses de paralisia econômica. Haja agonia.

Marco Antonio Villa é historiador--




domingo, 22 de junho de 2014



UM POLÍTICO ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA (acreditem, existe !!!)
"— Eu não sou pobre! Pobres são aqueles que acreditam que eu sou pobre. Tenho poucas coisas, é certo, as mínimas, mas apenas para ser rico.
Quero ter tempo para... dedicá-lo às coisas que me motivam. Se tivesse muitas coisas, teria que me ocupar de resolvê-las e não poderia fazer o que eu realmente gosto.
Essa é a verdadeira liberdade, a austeridade, o consumir pouco. Vivo em uma pequena casa, para poder dedicar tempo ao que verdadeiramente aprecio. Senão, teria que ter uma empregada e já teria uma interventora dentro de casa. Se eu tivesse muitas coisas, teria que me dedicar a cuidar delas, para que não fossem levadas... Não, com três cômodos é suficiente.
Passamos a vassoura, eu e a velha, e já se acabou. Então, temos tempo para o que realmente nos entusiasma. Verdadeiramente, não somos pobres!”
José Mujica — Presidente do Uruguai
QUEM É JOSÉ MUJICA?
Conhecido como “Pepe” Mujica, o atual Presidente do Uruguai recebe USD$12.500/mês (doze mil e quinhentos dólares mensais) por seu trabalho à frente do país, mas doa 90% de seu salário, ou seja, vive com 1.250 dólares, cerca de R$2.538,00 reais ou ainda 25.824 pesos uruguaios.
O restante do dinheiro ele distribui entre pequenas empresas e ONGs que trabalham com habitação.
“— Esse dinheiro me basta e tem que bastar, porque há outros uruguaios que vivem com menos”, diz o presidente Mujica.
Aos 77 anos, Mujica vive de forma simples, usando as mesmas roupas e desfrutando da companhia dos mesmos amigos de antes de chegar ao poder.

Além de sua casa, seu único patrimônio é um velho Volkswagen, cor celeste, avaliado em pouco mais de mil dólares. Como transporte oficial, usa apenas um Chevrolet Corsa. Sua esposa, a senadora Lucia Topolansky, também doa a maior parte de seus rendimentos.
Há poucos quilômetros
de Montevidéu, já saindo do asfalto, avista-se um campo de acelgas. Mais à frente, um carro da polícia e dois guardinhas: o único sinal de que alguém importante vive na região. O morador ilustre é José Alberto Mujica Cordano, conhecido como Pepe Mujica, presidente do Uruguai.

Perguntado sobre quem é esse Pepe Mujica, ele responde: “— Um velho lutador social, da década de 50, com muitas derrotas nas costas, que queria consertar o mundo e que, com o passar dos anos, ficou mais humilde, e agora tenta consertar um pouquinho de alguma coisa”.

Ainda jovem, Mujica se envolveu no MLN — Movimento de Libertação Nacional e ajudou a organizar os tupamaros, grupo guerrilheiro que lutou contra a ditadura. Foi preso pela ditadura militar e torturado. “— Primeiro, eu ficava feliz se me davam um colchão. Depois, vivi muito tempo em uma salinha estreita, e aprendi a caminhar por ela de ponta a ponta”, lembra o presidente uruguaio.
Dos 13 anos de cadeia, Mujica passou algum tempo em um prédio, no qual o antigo cárcere virou shopping. A área também abriga um hotel cinco estrelas. Ironia para um homem avesso ao consumo e ao luxo.

No bairro Prado, a paisagem é de casarões antigos, da velha aristocracia uruguaia.
É onde está a residência Suarez y Reyes, destinada aos presidentes da República. Esse deveria ser o endereço de Pepe Mujica, mas ele nunca passou sequer uma noite no local. O palácio de arquitetura francesa, de 1908, só é usado em reuniões de trabalho.
Mujica tem horror ao cerimonial e aos privilégios do cargo. Acha que Presidente não tem que ter mais que os outros. “— A casinha de teto de zinco é suficiente”, diz ele. -“Que tipo de intimidade eu teria em casa, com três ou quatro empregadas que andam por aí o tempo todo?
Você acha que isso é vida?”, questiona Mujica.
Gosta de animais, tem vários no sítio. Pepe Mujica conta que a cadela Manoela perdeu uma pata por acompanhá-lo no campo e que ela está com ele há 18 anos.
A vida simples não é mera figuração ou tentativa de construir uma imagem, seguindo orientações de um marqueteiro. Não, ela faz parte da própria formação de Mujica.

No dia 24 de maio de 2012 , por ordem de Mujica, uma moradora de rua e seu filho foram instalados na residência presidencial, que ele não ocupa porque mora no sítio. Ela só saiu de lá quando surgiu vaga em uma instituição. Neste início de inverno, a casa e o Palácio Suarez y Reyes, onde só acontecem reuniões de governo, foram disponibilizadas por Mujica para servir de abrigo a quem não tem um teto.
Em julho de 2011, decidiu vender a residência de veraneio do governo, em Punta del Este, por 2,7 milhões de dólares. O banco estatal República a comprou e transformará a casa em escritórios e espaço cultural.
Quanto ao dinheiro, será inteiramente investido – por ordem de Mujica, claro – na construção de moradias populares, além de financiar uma escola agrária na própria região do balneário.

O Uruguai ocupa o 36ª posição do ranking de EDUCAÇÃO da Unesco, enquanto o Brasil ocupa a 88ª posição.
Já no ranking de DESENVOLVIMENTO HUMANO, o Uruguai ocupa o 48º lugar, enquanto o Brasil ocupa o 84º lugar.
Enquanto isso no Brasil, políticos reclamam que recebem um salário baixo para o cargo que exercem. QUE VERGONHA!!!

Mujica é um homem raro, nesses tempos de crise de valores morais e ética, dentre os políticos sul-americanos.

Compartilhe essa história, Compartilhem mesmo!
Os brasileiros e todo os políticos mundiais, têm que saber que existe um político de verdade, que trabalha em favor do povo, e não de sua conta bancária!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

VIVA A ALBÂNIA E VIVA CUBA - Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

VIVA A ALBÂNIA E VIVA CUBA
No período efervescente da subversão era impressionante a propaganda do regime comunista em nosso País.
As violentas atividades subversivas, os assaltos a bancos, os sequestros, os atentados terroristas, o roubo de armas e a intensa propaganda que seria proibida ou coibida pelos governos militares.
O Pasquim corria à solta, as “ações vitoriosas” dos terroristas tanto na área urbana como na rural eram divulgadas aos quatro ventos. Como sempre, os idiotas repressores eram trucidados e desmoralizados pelos “heróis da revolução comunista” no Brasil.
As ameaças de sequestrar algumas autoridades estrangeiras eram propaladas como algo que aconteceria com êxito, a qualquer momento.
No meio estudantil proliferava a determinação de que o Brasil precisava comunizar - se, e os jovens estudantes, devidamente cooptados por “estudantes profissionais”, de todos os níveis, viviam desfraldando a bandeira da foice e do martelo.
Foram momentos difíceis, duros de aguentar.
Recordo que durante um longo período, os militares foram proibidos de transitarem nas ruas fardados. Poderiam sofrer alguma represália.
Para os que não estavam diretamente envolvidos na repressão, e nem um por cento do efetivo estava, a vida na caserna prosseguia, volta e meia açodada com sobreavisos, prontidões, e com serviços nos quartéis cada vez mais exigentes.
O Oficial - de - Dia em serviço passava a noite acordado, e no dia seguinte prosseguia normalmente a sua atividade junto à tropa.
Citamos de leve coisas bem simples e elementares, entre tantas que vivemos e convivemos, antes de destacar algumas considerações sobre a trotskista Albânia.
Lembro de que os comunas com sofreguidão apegavam - se, principalmente à noite, para escutar e desfrutar da rádio de Albânia.
Ajustar a frequência da “Rádio Tirana” era a glória para a subversão, que com certa dificuldade sintonizava a estação subversiva na busca de notícias alvissareiras.
Nós ficávamos imaginando o que ocorria na Albânia, um ícone na cuca dos comunistas do Partido Comunista do Brasil (PC do B), que renegara a “linha chinesa”, antes adotada pela “linha albanesa”. A impressão que se tinha era de que a Albânia era um monumento, um baluarte, uma potência ideológica.
Bom, até que pesquisando aquele país, verificamos que era uma miserável nação dominada pelos mais radicais comunistas.
Posteriormente, com a queda do Muro de Berlim, com o esfacelamento da União Soviética, surgiu aos olhos do povaréu, o que era de fato a grande Albânia, idolatrada pelos crédulos e fieis profitentes do PC do B, partido responsável pela “guerrilha do Araguaia”, cujos guerrilheiros, na selva amazônica, recebiam diariamente, da capital albanesa, por meio da rádio de Tirana, as diretrizes expedidas pelos comunistas trotskistas da pequenina e insignificante Albânia.
A Albânia era, e ainda é, o menos desenvolvido dos países da Europa, na época uma das desvalidas nações que compunham a poderosa União Soviética.
A Albânia era secularmente atrasada, com carroças nas ruas, com uma população paupérrima, o que deveria causar surpresa até para os seus admiradores que colavam os ouvidos para escutar a poderosa e libertaria voz da Albânia.
Hoje, impossível não mirar para Cuba, um carente país que para os nossos comunistas parece irradiar uma luz de raro esplendor, que nem a Albânia.
Cuba soa para os nossos terríveis comunas como um eldorado, como um exemplo que esperam incutir no Brasil.
Pelo andor da carruagem, pela intensidade e admiração que tinham pela Albânia, breve teremos como paradigma da civilização brasileira o modelo da “poderosa e maravilhosa ilha cubana”.
Quem votar na presidANTA, o “poste sem luz”, verá.
Brasília, DF, 20 de junho de 2014
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

terça-feira, 17 de junho de 2014

PT EM CAMPANHA - QUE ÓDIO? - leitor







Que ódio?

Leio no Estadão que o slogan da campanha de Dilma Rousseff será o de que a esperança vencerá o ódio. E me pergunto: que ódio? O ódio de pagar impostos dos mais altos do mundo e não ver benefício algum? Ódio de não ter atendimento médico decente? Ódio por ter de esperar um, dois anos para ser chamada a fim de fazer exames médicos? Ódio por ver alunos saindo das escolas analfabetos funcionais? Ódio por não poder sair à rua com segurança?

Ódio por ver o dinheiro público se esvair em obras mal planejadas ou simplesmente por desvios? Ódio de ver o patrimônio nacional (Petrobrás) sucateado, desapropriado (Bolívia), superfaturado (Abreu e Lima, Pasadena)? Ódio de ver o MST destruir propriedade alheia e não acontecer nada? Ódio de ver obras do PAC empacadas? Ódio de não ver as 6 mil creches prometidas? E depois disso tudo, ódio de assistir à presidente mentindo na TV, ao dizer que tudo o prometido para a Copa foi feito, não há dinheiro público nas obras e teremos um legado após o Mundial?

Sim, tenho ódio, mas não esse ódio de que Lula vive falando, o ódio das elites, como se nós não quiséssemos que o Brasil crescesse. Eles são os bons e nós, elites, somos os maus...?! Me poupem!




domingo, 15 de junho de 2014

FALTA DE RESPEITO


O ex-presidente Lula criticou as vaias para Dilma na abertura da Copa na arena Itaquerão, de “falta de educação que não tem relação com classe social” uma vez que elas tiveram início na ala vip do estádio, disse também que “educação se aprende em casa” e também como uma “falta de respeito”!

De fato, houve uma certa injustiça nestas vaias, pois parte delas deveriam ser dirigidas a ele mesmo e ao seu partido, que fizeram o nosso povo de gato e sapato, com suas roubalheiras, corrupção de toda ordem, superfaturamento principalmente nas obras dos estádios, desvios de verbas da Petrobrás, Eletrobrás e até mesmo da merenda escolar em certos locais, levando-nos a perguntar: Isto não é falta de respeito?

E a educação do ex-presidente com suas costumeiras grosserias e gafes de todo tipo, seja aqui ou no estrangeiro, de onde teria vindo? Um leitor sugeriu que pode ter vindo da “boca da garrafa”!

Num pais carente de tudo, embora classificado como a oitava economia do mundo, graças à má administração de seu partido há quase doze anos no poder, o ex-presidente não teve críticas a fazer.

Outra coisa, a vaia começou na ala vip, porém, se estendeu a todo o estádio, ou seja, o povão também aderiu.

Esperamos que estas vaias representem aversão a tudo que ai está e nas eleições de outubro o povo saiba dar o troco a esta verdadeira quadrilha instalada no poder!

quinta-feira, 12 de junho de 2014

NÃO SE PREOCUPE, SEJA FELIZ - MARA MONTEZUMA ASSAF

Constatei ( felizmente) a ausência de mortes por balas perdidas no Rio de Janeiro, das UPPs em chamas, durante estes dias de ultimação de preparativos para a Copa do Mundo.Pelo menos nos telejornais não se comenta este assunto. 
Constatei também que a greve dos metroviários em São Paulo já adrede programado o dia e hora para acabar, mas que os grevistas teriam preferido se tivesse terminado com a rendição do governador Alckmin às suas imposições. Felizmente para nós , paulistas, ele se manteve firme contra a sujestão de impunidade dada pelo ex-presidente Lula que queria a readmissão dos 42 funcionários. E por que esta greve já tinha dia e hora para acabar? Porque os mandantes desta greve são os mesmos que meses atrás decidiram que em ano eleitoral eles iriam fazer o diabo , mas neste momento não seriam loucos de prejudicar a Copa do Lula justo no dia de sua abertura em São Paulo, o que teria sido péssimo para a imagem do governo Dilma Rousseff e PT em geral. Portanto, pelo menos durante a realização dos 6 jogos programados para a Arena Corinthian teremos paz e ordem em São Paulo e poderemos sair às ruas , jantar fora sem medo de arrastão, parar nos semáforos, e estaremos livres das manifestações que atravancam o trânsito paralisando a cidade....pois nestes dias...diremos, como na música: Don´t worry, Be happy , pois as hostes petistas não nos importunarão !
Mara Montezuma Assaf


terça-feira, 10 de junho de 2014

PASADENA DO MARANHÃO - DO BLOG MARRAPÁ



Mal engulimos um escândalo surge outro, sempre envolvidos o PT e seus aliados, sem esquecer a Petrobrás:

"Passadena do Maranhão"
Vocês estão sabendo que há uma "refinaria" da Petrobras em Bacabeiras, no Maranhão, onde foi investido mais de 

R$ 1 BILHÃO com o dinheiro do povo, com contratos superfaturados?

Mais uma "Pasadena" no Brasil.
Hoje, o deputado do Solidariedade, Simplicio Araujo, liderou uma visita técnica para apurar como está a situação das instalações. E sabem o que encontraram????
Apenas o terreno! (Foto de 22/5/14)
Queremos saber: ONDE FOI PARAR O DINHEIRO DO POVO???!



Refinaria de Bacabeira MA onde o Governo/Petrobrás já gastaram R$ 1,6 Bilhão


Olhem quem também estão envolvidos em mais esse escândalo:
Lobão, Roseana e Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato.
Trio parada dura responsável pela paralisação da Refinaria Premium I.

Deu em O Globo:


Refinaria no Maranhão gasta R$ 1,6 bi

 e não sai do papel

Refinaria Premium I em Bacabeira, seria a maior refinaria do Brasil,
mas construção foi paralisada. Roseana Sarnei, Dilma e Lobão fizerama festa.
Torraram todo o dinheiro e a refinaria continua um terreno baldio