terça-feira, 13 de maio de 2014

O NÓ FOI DADO - GRUPO GUARARAPES

O NÓ FOI DADO. Doc. 18 – 2014

www.fortalweb.com.br/grupoguararapes

Há notícias de que a política brasileira é tão enrolada, que já consta do
anedotário o seguinte: “para ganhar uma eleição um político afirmou que
iria fazer boi voar”. Parece que ainda não aconteceu, mas estamos próximo.
A crise nas nossas fronteiras faz o governo brasileiro ficar desesperado.
Seus amigos tontos vão afirmando coisas sem pé e sem cabeça. Parece a
história do boi que vai voar.

A VENEZUELA aos pedaços. Falta papel higiênico e o culpado é os Estados
Unidos. O povo na rua gritando pedindo paz e a culpa é da oposição. Lá
(VENEZUELA) governo não faz nada e não erra. O Presidente é tão
despreparado que afirmou que viu a alma do morto CHAVEZ num passarinho e
tem gente que acredita. O ex-presidente Lula defende o Presidente da
Venezuela – o homem que vê alma em passarinho – não porque acredite nele e
sim com medo da coisa explodir por aqui. Esta é a razão. Parece que
marchamos para isso. A candidata dele despenca e ele querendo voltar.

A coisa ficou tão louca que a nossa Presidente falou uma VERDADE: “PESSOAS
QUE USAM DA VIOLÊNCIA, PESSOAS QUE ESCONDEM O ROSTO PARA SE MANIFESTAR NÃO
SÃO DEMOCRATAS”. O que fizeram antes e depois de 1964, ela e seus amigos?
Mataram, jogaram bombas, seqüestraram, roubaram, assaltaram bancos,
justiçaram. Ela então é cercada de gente antidemocrática, o que é um perigo
para o Brasil. Ela se confessou que é contra a DEMOCRACIA.
Estamos vivendo, no Brasil, uma década de roubo ou A DÉCADA PERDIDA DE
MARCOS ANTÔNIO VILLA ou a desgraça contada por TUMA JUNIOR no seu livro
Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado” e daí o desespero do
governo.
O que fizeram os governos do PT? O ESCÂNDALO DO MENSALÃO, UM PORTO EM
CUBA e desmontaram a Petrobrás. Toda semana um escândalo. Gente presa, PF
entrando na Petrobrás, deputado André Vargas sem saber o que fazer. Uma
loucura total.
O que fizeram os militares: Os militares pegaram um país com o 45º PIB
do mundo e, 21 anos depois, entregaram aos civis com o 8ª PIB mundial.
Estamos há anos sob autoridade civil. E o crescimento do PIB é um dos
menores do MUNDO!
Outras coisinhas que os militares fizeram (tire suas conclusões):
Ø Criação de 13 milhões de empregos; Ø A Petrobrás aumentou a produção de
75 mil para 750 mil barris/dia de petróleo; Ø Estruturação das grandes
construtoras nacionais; Ø PIB chegou aos 14% de crescimento; Construção de
4 portos e recuperação de outros 20; Ø Criação da Eletrobras; Ø Criação da
Nuclebras e subsidiária; Ø Criação da Embratel e Telebras; Ø Usina Angra I
e Angra II; Ø Criação e/ou fortalecimento das Indústrias: aeronáutica,
naval, bélica e automotiva; Ø Pró-alcool (95% dos carros no país);- hoje
25% do combustível tem álcool, fora a economia proporcionada pela frota que
usa o álcool. Construiram Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú; Funrural;
Embrapa; Rodovias, Portos, Metrô no Rio, SP; Infraero com os aeroportos,
Criação do Banco Central, Expansão da agricultura e milhares de outras
obras que permitiram ao Brasil uma grande salto de qualidade e agora deram
um
NÓ CEGO E AINDA JOGARAM ÁGUA.
VEJA A ENTRAVISTA DO Dr IVES GRANDA AO GORDO E TIRE AS SUAS CONCLUSÕES:
https://www.youtube.com/watch?v=Sv-DUYgBbCw
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58
93. Cartório do 1º Registro de Títulos e Documentos, em Fortaleza. Somos
1.837 civis – 49 da Marinha - 479 do Exército – 51 da Aeronáutica; 2.416
RP: batistapinheiro30@yahoo.com.br 12 DE MAI 2014
doc. 18 – 2014‏
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“A VERDADE É A ÚNICO TERRENO SEGURO QUE PODEMOS PISAR” ELIZABETH CADY
STANTON (1815 – 1902)
“UMA SOCIEDADE DE OVELHAS COSTUMA DAR LUGAR A UM ESTADO DE LOBOS”.
JOSÉ MANUEL DE
ALMEIDA

PRECISAMOS APRENDER PARA EVOLUIR. A EVOLUÇÃO É INTELIGENTE. A MUDANÇA É
TRAUMÁTICA NA HISTÓRIA DO MUNDO.
OS QUE QUEREM MUDANÇAS QUEREM O PODER PARA ELES.

OS QUE QUEREM EVOLUÇÃO AMAM A DEMOCRACIA.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

O VALOR DA ESPERANÇA - Pe. PAULO M. RAMALHO


Fugindo um pouco dos meus temas políticos, principalmente contra este governo corrupto,
resolvi publicar esta mensagem que recebi do Padre Paulo M. Ramalho:


Eis a ideia para vocês refletirem ao longo da semana: “o valor da esperança”.

Existe uma história muito antiga que mostra a importância capital da virtude da esperança. Não sei se vocês já ouviram falar da caixa de Pandora.


Pandora foi criada por Zeus para se vingar da humanidade, pelo fato de ela, através de Prometeu, ter roubado o fogo, monopólio dos deuses. Ao criá-la, Zeus lhe deu uma caixa, a caixa de Pandora, na qual foram colocados todos os males que poderiam afligir a humanidade: dor, doença, tristezas etc. Ela desceu à Terra e aproximou-se de Epimeteu, o irmão de Prometeu; diante dele, abriu a tampa da caixa, e começaram a sair todas as desgraças que existem no mundo... Tornou a fechá-la rapidamente, antes que o único benefício que havia no fundo dela escapasse: a esperança.


De fato a esperança é tudo!!! É o bem dos bens!!! Porque nesta vida serão inúmeras as dificuldades que teremos de enfrentar:

- as limitações pessoais;
- o cansaço;
- a falta de gosto por fazer as coisas;
- a situação do país onde vivemos;
- as dificuldades de relacionamento; os fracassos;
- o calor, o frio... e muitas coisas mais...

E, diante de todas essas dificuldades, precisamos ter uma força extraordinária para superá-las, uma a uma, por maiores que elas sejam, sejamos nós mais novos ou mais velhos. E essa força se chama “esperança”.


A esperança nos torna jovens, qualquer que seja nossa idade. Por outro lado:


Quando nos falta essa injeção rejuvenescedora da esperança, não só passamos por maus bocados como também — e isso é realmente o pior — a cada pequeno abalo nos tornamos mais velhos, alguma fibra do coração morre para o futuro.

E, se esse fenômeno se repete sucessivamente, o nosso espírito, a nossa personalidade vai, pouco a pouco, se anquilosando, vai sofrendo um endurecimento progressivo.
As fibras da alma, uma a uma — a intelectual, a afetiva, a profissional, a social, a religiosa... —, vão ficando paulatinamente esclerosadas, e assim nos deparamos — ainda que só se tenha 18 anos — com a alma de um homem velho, a alma enrugada, murcha e passada de um velho caduco.
Seria bom que cada vez que alimentássemos um sentimento de derrotismo, de incapacidade, de pessimismo, escutássemos uma voz íntima que nos dissesse: estás ficando velho!!
Que cada vez que assimilássemos um sentimento de autocompaixão, um complexo de inferioridade, um triste saudosismo, escutássemos a mesma frase: estás ficando velho!!
Cada lamentação, cada mágoa, cada rancor, cada queixa que incorporamos negativamente à nossa personalidade é como 1 centímetro a mais que faz crescer a nossa corcunda de velhos, uma corcunda que nos pesa nas costas do passado e que nos impede de correr para os projetos do futuro (Rafael Llano Cifuentes).

Tenho sido uma pessoa jovem, cheia de esperança?

Como crescer na esperança? Confiando, por um lado, totalmente em Deus e, por outro lado, colocando tudo da nossa para que os problemas sejam resolvidos.
Como dizia um santo: “Saber esperar é colocar todos os meios humanos como se não houvessem os divinos e colocar todos os meios divinos (oração) como se não houvessem os humanos”.
Tenho colocado todos os meios humanos para resolver os problemas da minha vida? Tenho, por outro lado, confiado totalmente em Deus, deixando os problemas nas suas mãos, rezando confiadamente?
Façamos o propósito esta semana de crescer na virtude da esperança.

Uma santa semana a todos!


Pe. Paulo M. Ramalho

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Pe. Paulo M. Ramalho - Sacerdote ordenado em 1993. Engenheiro Civil formado pela Escola Politécnica da USP; doutor em Filosofia pela Pontificia Università della Santa Croce; Capelão do IICS (Instituto Internacional de Ciências Sociais). Atende direção espiritual na Igreja de São Gabriel, em São Paulo.

Observação do blogueiro: O PT abriu a tal Caixa de Pandora há doze anos aqui no Brasil!

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domingo, 11 de maio de 2014

OS LADRÕES DA PETROBRÁS - HUMBERTO D LUNA FREIRE FLHO

Não sou rico, nem sou beneficiário desse sistema corrupto que tomou conta do país. Sou apenas um entre milhares de outros cidadãos que acreditando no Brasil resolveu investir na Petrobras alguns trocados amealhados. Outrora a maior empresa brasileira e uma das maiores do mundo, hoje falida, após dez anos sendo chiqueiro de uma quadrilha registrada oficialmente como "Partido dos Trabalhadores", e que a usou para financiar uma politica podre e ideologicamente superada, além de engordar a conta corrente de uma escória que se acha dona do país e acima da lei.
Sinto pelos trabalhadores, que acreditando nessa bandidagem que ocupa há 12 anos os porões dos palácios e ministérios de Brasília, investiram seu FGTS, fruto de dezenas de anos de trabalho honesto, nessa estatal e que hoje, 3 anos depois, não conseguem resgatar nem a metade do capital inicialmente investido Muitos decidiram resgatar o que lhes restava antes de virar cinzas, consolidando o prejuízo, e garantindo aos ladrões suas cotas no butim resultante do ataque ao dinheiro público.
O cidadão lesado precisa tomar conhecimento de que a defesa própria também inclui defesa do patrimônio, portanto qualquer ação nesse sentido, contra qualquer um desse bandidos, não será considerada crime indefensável. O nome da bandidagem é de domínio público, circula diariamente nos maiores jornais e revistas do país. Eles passeiam nas barbas de uma justiça inerte e até certo ponto aparelhada. Eles são de fácil localização. Portanto só resta agirmos ou estaremos consolidando a velha e desmoralizante tese de que o Brasil é realmente um país de covardes.
Humberto de Luna Freire Filho, médico

sexta-feira, 9 de maio de 2014

ABORTE OU VOLTE!


ABORTE OU VOLTE!

       Justamente às vésperas do Dia das Mães o comunista regime cubano que os brasileiros, omissos uns, criminosos outros, pretendem impor ao nosso querido Brasil, cientes de que cinco médicas cubanas, do absurdo programa “Mais Médicos” estão grávidas, determinou que tenham que optar entre o aborto ou a volta à ilha de Fidel. O programa “Mais Médicos”, uma forma de, com os nossos sofridos impostos, quase 40 por cento de nosso trabalho, ajudar o regime cubano que há anos vive de ajuda externa, da Rússia, da Venezuela, enquanto esta pode, agora do Brasil através de Dilma Rousseff e antes de Luís Inácio, já que o regime imposto ao povo cubano desestimula o trabalho e o empreendimento, gerando, por consequência, a miséria!


       O governo de Raul Castro estaria exigindo o regresso dessas mulheres grávidas, determinando que só poderão continuar no Brasil se abortarem. Eis a questão: o aborto é crime em nosso país, além de ferir todos os princípios de moral e dos direitos humanos. Só mesmo um regime como o de Fidel Castro e seu irmão Raul, que por mais de meio século dominam com mão de ferro, com a imposição do terror que só os ditadores do ex-paraíso caribenho poderiam imaginar uma maldade destas.


       Como afirmou um cronista, a notícia é tão estarrecedora que parece coisa de filme de terror, ou coisa de filme de ficção em que governos ditatoriais são retratados com exagero na maldade.  Porém, tragicamente, é um dado dos dias de hoje, acontecendo justamente no Brasil com a conivência de nossa presidenta!


       Acorda BRASIL!

quinta-feira, 8 de maio de 2014

VISÃO MÍOPE - ADRIANO PIRES

Visão míope


A discussão da autossuficiência energética no Brasil tem se limitado à questão do petróleo e dos combustíveis fósseis. De fato, a estagnação da produção da Petrobras, a insuficiente capacidade de refino num cenário de consumo crescente, vem fazendo com que o volume de importações seja cada vez maior, sendo responsável por parte significativa da deterioração das contas externas e dos maus resultados da estatal. No entanto, essa discussão deveria ter um caráter mais abrangente, uma vez que o Brasil possui uma grande diversidade de fontes energéticas, capazes de garantir a autossuficiência energética e a segurança de abastecimento, fatores fundamentais para um país que deseja ter um papel preponderante na cena internacional.
Nesse sentido, tanto o gás natural quanto o etanol têm apresentado uma participação na matriz energética brasileira muito abaixo dos seus potenciais. Isso é consequência de uma visão míope por parte do governo, que não leva em consideração as características desses dois combustíveis em relação aos demais, principalmente, no que se refere ao meio ambiente.
O monopólio da Petrobras tem sido prejudicial ao crescimento do gás na matriz energética. Na realidade, a estatal sempre considerou o gás como subproduto do petróleo, focando suas campanhas exploratórias na descoberta de petróleo na plataforma continental. Com o sucesso das descobertas de petróleo e gás associado no mar criou-se a ideia de que o Brasil não tem petróleo e gás em terra. Quando a verdade está no fato de que quase não se furou em terra no Brasil. Assim, têm-se adiado a descoberta e a produção de um gás natural mais barato, quer pela ausência de leilões onshore contínuos, quer pela ausência de uma legislação e regulação específicas que diferenciem a exploração do mar e da terra.
A ideia de que não existe gás em terra já foi contrariada pela descoberta de pelo menos três bacias: Bacia do Solimões, Bacia do Parnaíba e Bacia do São Francisco. Na Bacia do Parnaíba, já se descobriram reservas com mais de 30 bilhões de m³ de gás natural, dos quais mais de 7 bilhões de m³ já são provados na Agência Nacional do Petróleo (ANP). Em relação à Bacia do São Francisco, que tem potencial para mudar o mercado brasileiro de gás, devido à proximidade com os centros consumidores, a campanha exploratória já notificou mais de 16 descobertas de hidrocarbonetos, desde 2005.
O monopólio da Petrobras tem sido prejudicial ao crescimento do gás na matriz energética
No entanto, as médias empresas que estão à frente desses projetos esbarram na falta de tecnologia, capital e infraestrutura para levar esse gás ao mercado. O seu aproveitamento parcial vem se dando por meio da instalação de usinas termoelétricas na “boca do poço”, deixando-se de lado usos mais nobres como a cogeração e o consumo na indústria.
No caso do etanol, que antes do pré-sal era visto como estratégico, perdeu competitividade por conta da política de preços subsidiados da gasolina e pelo fim da Cide. A baixa competitividade do etanol fez com que os consumidores optassem pela gasolina, fazendo com que as vendas do derivado disparassem, enquanto as do biocombustível se reduziram nos últimos anos. Com a redução da demanda, as empresas se viram em dificuldades financeiras, levando o setor a um ciclo negativo de falta de investimento, baixa de produtividade e queda de produção. O resultado é que trocamos o projeto “Arábia Saudita Verde” pelo projeto de nos tornarmos membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), à semelhança da Venezuela.
Os problemas apontados no gás natural e no etanol afetam as demais fontes de energia e se refletem na falta de planejamento de longo prazo, abandonado pelo atual governo. Em vez de definir metas de participação para cada uma das fontes na matriz energética e estabelecer políticas públicas, baseadas em regras de mercado, que garantam esse objetivo, o governo opta por eleger o “preferido” da vez, que é beneficiado e ao mesmo tempo punido com medidas de curto prazo, como o pré-sal, criando distorções de preços relativos e contribuindo para uma má alocação de recursos na economia. O Brasil possui enorme vantagem comparativa quando o assunto é disponibilidade de energia. No entanto, a interferência governamental desastrosa não permite que essa vantagem comparativa se traduza em vantagem competitiva e desenvolvimento para o país.
Fonte: O Estado de S. Paulo, 07/05/2014

quarta-feira, 7 de maio de 2014

QUE POVO É ESTE? - Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

“QUE POVO É ESTE?”
As denúncias, muitas irrefutáveis contra os desgovernos petistas se repetem e renovam, diariamente. Contudo, são palavras ao vento.
Não percebemos a menor marola de indignação no povaréu brejeiro, e ao que tudo indica nada alterará o abominável trajeto que os donos do Brasil têm traçado para esta impoluta Pátria.
Por vezes, podemos imaginar que um suspiro de contrariedade percorre o coração da plebe, pois em grupelhos indignados saem às ruas para externar a sua insatisfação.
No início, nos alegramos, pois parece que no reino da fantasia baixara o espírito da justiça. Porém, ledo e tenebroso engano. A turma querendo algum tipo de desforra ataca e incendeia com satisfação e enorme gáudio, os ÔNIBUS.
Realmente, ao incendiar os transportes coletivos, que não podem se defender e muito menos reagir, encontramos sintetizada toda a bravura e a coragem nacional.
Diariamente, nem sei quantos ônibus são incendiados. Um monte.
No Guarujá uma cidadã foi espancada. Moradores da área onde residia a infeliz Fabiana julgaram - na como sequestradora de crianças, e por ser parecida com uma pretensa criminosa mimoseada no facebook, fizeram a sua injustiça com as próprias mãos.
A turba “justiceira” linchou a pobre mulher. Uma vergonha, uma violação dos direitos de outrem, que nunca será resgatada.
Não sabemos como começou a barbárie.
Provavelmente, um ou uma idiota alertou um grupo de moradores da área de que ela era a sequestradora. Até aí tudo bem ou tudo mal, como queiram, mas o impressionante é que os justiceiros, livres de qualquer responsabilidade, amoitando - se no anonimato, agrediram - na com a desculpa de que era preciso justiçar.
Fabiana, que também foi arrastada no meio da rua, teve ferimentos graves e chegou a ser socorrida com vida. O Corpo de Bombeiros a encontrou com os pés amarrados e o rosto desfigurado”.
Ela foi internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Santo Amaro, com traumatismo craniano, mas não resistiu e faleceu ontem.
Meus conterrâneos, nós tivemos uma pálida ideia de que “povo é este”, descaradamente jeitoso e alegremente irresponsável, capaz de atacar ônibus sem qualquer defesa, e de linchar pessoas sem qualquer culpa.
É o mesmo povo que recebe esmolas governamentais, que não se importa com as denúncias, que não liga em chamar de heróis conhecidos terroristas, que não se amofina de pagar régias indenizações a alentados facínoras da subversão, e que não dá a mínima para a desmoralização das Forças Armadas e dos agentes que batalharam para a manutenção da lei e da ordem e, grotescamente, são perseguidos pela Comissão da Verdade.
Este é o povo que nem liga para os esculachos que são realizados na frente da residência dos abnegados agentes que ainda sobrevivem, apesar de todas as acusações e perseguições que têm sofrido,
Um vergonhoso povo que merece a reeleição da inútil, que merece o retorno da maior praga que já assolou esta pobre terra.
É, merecemos tudo o que o futuro do petismo comuna e o sindicalismo boçal nos destinam.
Entretanto, continuaremos denunciando, reagindo, pois os nossos mestres nas Escolas Militares nos ensinaram a ter determinação, a preservar a nossa honra e a lutarmos com dignidade. Lamentavelmente, parece que alguns dormiram nas aulas.
Mas, prosseguiremos desiludidos, pois a dimensão da galera é por demais insignificante, para termos a menor esperança de que poderemos mudar o nosso fatídico e infeliz futuro.
Seguidamente, nos deparamos com equivocada indagação “que País é este?”, quando, de fato, a grande incógnita é, “que miserável povo é este”?
Brasília, DF, 07 de maio de 2014
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O NAVIO QUE NÃO NAVEGA... Júlia Rodrigues

O navio João Cândido, construído no Brasil, só navegará a contento se for consertado no exterior  (de acordo com o próprio estaleiro)
  O navio que não navega 
R$ 336 Milhões
O NAVIO QUE NÃO NAVEGA...
Júlia Rodrigues

Em 7 de maio de 2010, ao lado da sucessora que escolhera e do governador pernambucano Eduardo Campos, o presidente Lula estrelou no Porto de Suape um comício convocado para festejar muito mais que o lançamento de um navio: primeiro a ser construído no país em 14 anos, o petroleiro João Cândido fora promovido a símbolo da ressurreição da indústria naval brasileira. Produzida pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), incorporada ao Programa de Modernização e Expansão de Frota da Transpetro (Promef) e incluída no ranking das proezas históricas do PAC, a embarcação com 274 metros de comprimento e capacidade para carregar até um milhão de barris de petróleo havia consumido a bolada de R$ 336 milhões – o dobro do valor orçado no mercado internacional.

Destacavam-se na plateia operários enfeitados com adesivos que registravam sua participação no parto de mais uma façanha do Brasil Maravilha. Seria uma festa perfeita se o colosso batizado em homenagem ao marinheiro que liderou em 1910 a Revolta da Chibata não tivesse colidido com a pressa dos políticos e a incompetência dos técnicos. Assim que o comício terminou, o petroleiro foi recolhido ao estaleiro antes que afundasse ─ e nunca mais tentou flutuar na superfície do Atlântico.

O vistoso casco do João Cândido camuflava soldas defeituosas e tubulações que não se encaixavam, além de um rombo cujas dimensões prenunciavam o desastre iminente. Se permanecesse mais meia hora no mar, Lula seria transformado no primeiro presidente a inaugurar um naufrágio. Estacionado no litoral pernambucano desde o dia do nascimento, nem por isso o navio deixou de percorrer o país inteiro. Durante a campanha presidencial, transportado pela imaginação da candidata Dilma Rousseff, fez escala em todos os palanques e foi apresentado ao eleitorado como mais uma realização da supergerente que Lula inventou.

A assessoria de imprensa da Transpetro se limita a informar que não sabe quando o João Cândido vai navegar de verdade. O Estaleiro Atlântico Sul, criado com dinheiro dos pagadores de impostos, não tem nada a dizer. Nem sobre o petroleiro avariado nem sobre os outros 21 encomendados pelo governo. No fim de 2011, o EAS adiou pela terceira vez a entrega do navio. A Petrobras, que controla a Transpetro, alegou que os defeitos de fabricação só podem ser consertados no exterior. PODE?

Quando o presidente era Nilo Peçanha, João Cândido comandou uma rebelião que exigia a abolição dos castigos físicos impostos aos marinheiros. Passados 102 anos, Dilma e Lula resolveram castigá-lo moralmente com a associação de seu nome a outro espanto da Era da Mediocridade: depois do trem-bala invisível, o governo inventou o navio que não navega