quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O CIRCO ROUSSEFF - HUMBERTO DELUNA FREIRE FILHO



 O Circo Rousseff
 
   Os humoristas e contadores de história no Brasil  estão perdendo terreno. Não é para menos. Há algum tempo a trupe oficial entrou em cena com espetáculos para todos os gostos e credos, do cômico ao trágico, passando pelo tragicômico.
 
 Temos um ministro da Defesa com a coragem de Celso Amorim. Esse patriota permitiu que um avião da FAB, em missão oficial, fosse vasculhado pelos "disciplinados" soldados do amigo cocaleiro Evo Morales, mascando folhas de coca e cuspindo no assoalho da aeronave. 
 
Temos um ministro da Educação com a cultura de Aluízio Mercadante, mestrado pela UNICAMP e defesa de tese sobre o governo exercido pelo Exu de Garanhuns; é ainda especialista na confecção de dossiês. 
 
Temos um ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, com um conhecimento técnico científico de fazer inveja e Thomas Edison. Consegue, com uma certa margem de segurança, fazer a distinção entre o focinho de um porco e uma tomada de corrente.
 
 Temos um ministro da Fazenda, Guido Mantega, que há muito tenta adivinhar o PIB nacional; para o ano de 2014, ele aposta em 2.5% com uma margem de erro de três pontos  para mais ou para menos. Decididamente não foi um bom aluno das pitonisas de Delfo.
 
 Temos um ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, que já aprendeu a por a minhoca no anzol, mas ainda não pescou nada; não lhe informaram se é pesca fluvial ou marítima.
 
Temos um ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, que continua vice governador de São Paulo e em plena crise existencial. Encontra-se parado a 500 km de distância entre os dois empregos; recebe pelos dois.
 
 Temos uma ministra de Diretos Humanos, Maria do Rosário, com curso de carpideira, sempre presente em velórios de bandidos, onde derrama rios de lágrimas, isso quando não resolve dar uma de arqueóloga e passa a fuçar antigos túmulos à procura da nova história do Brasil por ela sonhada.
 
Temos uma ministra da Mulher, Eleonora Manicucci que ensina às gravidas "arrependidas" a fazerem aborto com o próprio dedo, segundo ela, "por sucção", após um brilhante curso realizado  junto às FARC.
 
 Temos um ministro da saúde, Alexandre Padilha, que contratou um exército treinado em uma ilha do Caribe para matar toda a população pobre de Brasil, que ousar procurar assistência médica no serviço público de saúde, e que, após o genocídio, pretende se esconder no Palácio dos Bandeirantes.
 
Temos um ministro da Justiça fazendo política partidária, mente descaradamente e quando desmascarado ameaça processar Deus e o mundo, da última vez que apareceu na TV quase mordeu o microfone.
 
Agora saindo da Esplanada dos Ministérios em direção à praça dos Três Poderes e em uma breve parada no Legislativo, com o devido cuidado para não ser roubado, encontraremos nobres bandidos fazendo leis e organizando caravanas para visitar colegas na cadeia pública da cidade.
 
 Já no Judiciário, temos Ministro julgando ação na qual está envolvido; outros tentando arrebanhar asseclas para juntos puxarem o tapete do chefe.
 
 Enquanto perto dali, na sede do Executivo, a dona do circo assiste tudo de camarote; com rádio e binóculo, traça planos para permanecer por mais quatro anos no comando do espetáculo mambembe.
 
Humberto de Luna Freire Filho, médico

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

PEDRINHAS: MAIS UMA PONTA DOS ICEBERGS DO CAOS - MARCO ANTONIO DOS SANTOS


Pedrinhas: mais uma ponta dos icebergs do caos.

 

Marco Antonio dos Santos

Empresário e professor
Analista de Inteligência estratégica.




Os acontecimentos no complexo penitenciário de  Pedrinhas no Maranhão são apenas mais uma das inúmeras pontas de icebergs que estão imersos no caos das más políticas públicas ou da ausência delas nas administrações federal e estaduais desde 2003. Para qualquer setor que se olhe – saúde, educação, economia, social, defesa ou segurança – o que se observa são iniciativas desconexas, traduzidas em programas pouco transparentes, embora se afirme o contrário, sempre citando números elevados para os investimentos previstos para aplicação e que, quase rotineiramente, passado algum tempo, são constatados escândalos envolvendo desvios fraudulentos.


Inúmeras são as demonstrações inequívocas de que o país navega sem rumo definido, a não ser em direção ao tal padrão FIFA, que ninguém sabe bem a quem ou ao que serve tal paradigma. Bem, talvez alguns saibam. Mas que custa caro, ah, isso custa.


A única política, nem clara e nem transparente a bem da verdade, mas bem identificada pelos efeitos nefastos que está trazendo aos cidadãos, é a do desarmamento civil. Essa é inegável, sempre sob a ótica de que desarmando o cidadão de bem, em prazo que ninguém é capaz de prever, também os bandidos ficarão, como que por encanto, desarmados, vem sendo empreendida com eficaz empenho dos burocratas sem visão a serviço da mediocridade dos mentores da ideia.
Ninguém defende melhor a si próprio, a seus entes queridos e aos seus bens do que o próprio individuo ameaçado. Isso é antológico.


Mas o estatismo impregnado na cabeça dos socialistas ultrapassados, com visão de fins do século XVIII, que ocupam o governo, republicanamente eleitos, convém afirmar, persistem na intenção de manter a tudo sob controle, pessoas, bens, produção e economia, como se isso fosse possível. Daí o intento de  penhora da vida do cidadão às forças de segurança do Estado. Pedrinhas é o paradigma do fracasso na busca desse objetivo.
O resultado é claro: não reaja, não faça nada, leve dinheiro para dar aos bandidos, não frequente lugares bucólicos isolados, não saia a noite; negando ao brasileiro o direito de ir e vir, à propriedade e à legítima defesa, em última instância.


Mais um dos resultados dessa desorientação aí está.
Facções criminosas dominam os presídios, estabelecendo todos os ditames de conduta aos presos que passam a ter missões a cumprir nos “saidões” (matando policiais, magistrados, promotores e indivíduos incômodos;  praticando roubos e furtos, sequestrando etc); cedendo suas companheiras para abuso de chefões durantes períodos de visita;  traficando drogas; comandando suas organizações e outras ações delituosas de dentro dos estabelecimentos penais; corrompendo policiais e agentes penitenciários a quem são oferecidas apenas duas oportunidades: aceitar ou morrer. E por aí vai.


O que o país precisa é de governo.
Governo que tenha capacidade de prever e empreender políticas  antidrogas e de prevenção ao uso delas; políticas de segurança e ordem publicas integradas à outras de cunho social com objetivos bem definidos e não apenas para dar dinheiro sem retorno; políticas de saúde pública que reduzam a violência  vista nas portas de hospitais públicos diariamente; políticas de repressão aos tráficos de pessoas, drogas, armas (as armas que desequilibram a segurança pública são pistolas semiautomáticas, fuzis, metralhadoras, granadas, artefatos explosivos com meios de lançamento e outros itens bélicos contrabandeados, não os “revolverzinhos” 38 do cidadão) e pirataria ; políticas anticorrupção e contra corrupção efetivas, não os arremedos divulgados; políticas de  desaparelhamento político da administração pública que tragam competência à gestão de  setores
técnicos  do governo, como SENAD, SENASP, DPF e  DEPEN, independentes de cotas partidárias que nutrem  feudos ineficientes e corruptos; e políticas penitenciárias que diferenciem  pessoas atuantes no crime estruturado, de  praticantes ocasionais de delitos, de criminosos passionais e de portadores de síndromes associadas à violência...


É bem oportuno lembrar, tal e qual em situações de crise congêneres, no episódio presente do complexo prisional de Pedrinhas, as autoridades, como que em passes de mágica desaparecem.  Filho feio não tem dono, como diz o dito popular. É bom ser mandatário em coquetéis, solenidades e viagens ao exterior. Aliás, alguém tem visto a Secretária Nacional de Segurança Pública por aí? Ou a presidenta e seu      ministro da (in)Justiça?
É fato também que o Legislativo não faz a sua parte e o Judiciário tenta remendar o processo dentro do que é possível no estamento legal brasileiro.


O importante é que a avalanche da desagregação social  ganha dimensão de incontrolabilidade e se aproxima rápida.  Estão sendo ignorados os sinais de 20 de junho de 2013, quando as massas começaram o processo de tomada das ruas. O poder das massas, embora democrático, não é bom quando não institucionalizado sob o manto da democracia.


Talvez, tenhamos um caos de violência em junho / julho de 2014 se persistirem os fatores determinantes agora vistos, depois o Brasil terá eleições. É bom pensar em quem votar.
As situações que aí estão são de total responsabilidade dos políticos que aí também estão.
Com diz um dito do interior: se não podemos trocar a carniça, troquemos as moscas.


Marco Antonio dos Santos
Empresário e professor
Analista de Inteligência estratégica.
09 Jan 2014


 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

PEDRINHAS OU PEDREIRA? - MARA MONTEZUMA ASSAF

Nada como as palavras "bem" usadas na mídia para tentar diminuir o impacto de um fato escabroso: a senadora Ana Rita (PT/ES) presidente da Comissão dos Diretos Humanos do Senado, após fazer uma visita no presídio maranhense de Pedrinhas (marcada por frustrada tentativa de maquiagem pois direcionou-se para uma área em reforma...) assim se expressou: " Saio daqui bastante preocupada e também com a compreensão de que o sistema prisional do Maranhão não é tão diferente do sistema prisional de outros Estados". Senadora, a sua capacidade de tentar minimizar o estrago no governo de sua aliada peemedebista Roseana Sarney é tão evidente que até choca ! O sistema prisional do Brasil é mesmo uma vergonha como um todo, por desleixo do próprio Estado, porque construir presídios não coloca votos nas urnas. Mas no Maranhão , Estado onde o governo se omite por completo,  a criminalidade tomou conta , e o descalabro nos presídios e fora deles virou barbárie, ou a senhora já ouviu falar de mais de uma dezena de decapitações levadas a cabo dentro de um presídio,como aí aconteceu? Isso para falar de estupro de familiares visitantes...na morte da pequena Ana Clara...Ora, estas palavras, vindas da presidente da Comissão dos Direitos Humanos do Senado simplesmente desacredita este órgão perante os brasileiros. Desacredita principalmente o PT, que só diz aquilo que lhe interessa dizer, pois a verdade não interessa! Que Pedrinhas se transforme numa pedreira à frente do caminho dos maus políticos, é o que espero!
 

Mara Montezuma Assaf

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

CARROS BLINDADOS PARA OS MINISTROS DO STF


Você sabia que os Ministros do STF usam carros blindados, pagos por nós, para transitarem no Rio de Janeiro e em São Paulo?

É isto mesmo, por isto eles não se preocupam em forçar uma lei mais severa para a bandidada!

Veja a notícia publicada por Bruno Lupion
Do UOL, em Brasília:

Leia mais em: http://zip.net/bkl4Cy

 

O STF (Supremo Tribunal Federal) assina nesta segunda-feira (13) contrato para fornecer veículos blindados aos ministros durante suas visitas ou estadias no Rio de Janeiro, ao custo de R$ 181 mil por ano.

O edital prevê o aluguel de 250 diárias de veículo de luxo, com no mínimo 200 cavalos de potência, blindado na categoria III-A, que resiste a tiros de calibres 38, 9 milímetros, 44 e de submetralhadoras Uzi. Cada diária custará R$ 724 aos cofres públicos.

O próprio tribunal sugere alguns modelos de carros: Hyundai Azera (à venda nas concessionárias por R$ 129 mil), Honda Accord (R$ 146 mil) ou Ford Fusion (R$ 90 mil).

Quatro dos 11 integrantes do Supremo nasceram no Rio de Janeiro ou têm casa no Estado: o atual presidente da corte, Joaquim Barbosa, e os ministros Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Marco Aurélio Mello.

Em 2013, o STF usou 150 diárias de veículos blindados no Rio. O UOL pediu a relação individualizada por ministro, mas o tribunal disse que não poderia fornecer a informação "por razões de segurança institucional".

Em Brasília, cada ministro tem um carro oficial com motorista à disposição, da frota própria do tribunal, mas os veículos não são blindados.

A assessoria do Supremo afirma que o uso de blindagem no Rio é necessário por motivo de segurança. Cita como exemplo assalto sofrido em dezembro de 2006 pela então presidente do STF Ellen Gracie (aposentada em 2011) e o ministro Gilmar Mendes, durante um arrastão na Linha Vermelha.

Aumento de 400%

Os ministros do Supremo têm veículos blindados à disposição no Rio desde fevereiro de 2009. O novo contrato, que deve ser homologado nesta segunda-feira, representa crescimento de 400% no volume de diárias anuais no período: elas saltaram de 50, em 2009, para 250 em 2014.

Parte da alta se explica pela nomeação recente de dois ministros nascidos no Estado do Rio: Luiz Fux, que assumiu o cargo em 2011, e Roberto Barroso, em 2013.

No ano passado, o contrato vigente previa o uso de 150 diárias, mas a quantidade foi insuficiente para dar conta da demanda dos ministros e esgotou-se. Em dezembro, o Supremo fez nova contratação, desta vez sem licitação. O tribunal recorreu ao artigo 24, inciso II, da Lei 8.666, que autoriza a dispensa em casos de "emergência" ou "calamidade pública". Segundo o STF, tratava-se de uma situação de "emergência", pois os veículos seriam "imprescindíveis" para a segurança dos ministros.

Além do Rio, os ministros também têm direito a usar veículos blindados na cidade de São Paulo desde outubro de 2011. Foram contratadas 120 diárias anuais, mas o número também se mostrou inadequado. Em outubro de 2012, um novo contrato ampliou a oferta para 200 diárias por ano na capital paulista, no valor individual de R$ 700.

Desde janeiro de 2012, os pregões para fornecer os veículos blindados são vencidos pela mesma empresa, a Rural Rental Service, de Porto Alegre. A empresa não tem site próprio, mas está sediada no mesmo local de outra companhia de locação, a Pontual Autolocadora.

Leia mais em: http://zip.net/bkl4Cy

 

domingo, 12 de janeiro de 2014

CORRUPÇÃO E SABEDORIA



Os escândalos se sucedem neste governo petralha, viram o que a Caixa Federal aprontou para inflar seus lucros? Simplesmente se apoderou de mais de 500 mil contas inativas de poupança que foram encerradas à revelia dos poupadores, algumas até com cinco mil reais, numa ação totalmente fora das leis e dos regulamentos o que inflou seu balanço positivo em mais de 700 milhões de reais. Tudo isto acontece porque estes malandros não tem medo de punição como também não tem medo os políticos corruptos que roubam a cada dia os nossos impostos e dilapidam o patrimônio nacional. O pior é que não é só dinheiro que nos roubam, roubam também nossas memórias, nossos heróis e nossa história!

Recebi por estes dias uma charge muito interessante tocando no alvo mesmo, os dizeres são mais ou menos assim: “Não adianta reclamar como leão e depois votar como jumento” e um cartaz lançando uma campanha: “Um povo que elege corruptos não é VÍTIMA, é CÚMPLICE”.

Realmente é a mais pura verdade, estes corruptos estão no poder porque o povo votou neles, não importa que se foram enganados, pois se o foram não foi por falta de aviso!

Vejam o que está acontecendo no feudo de Sarney, lá no Maranhão, onde sua filha Roseana é governadora e o poder está nas mãos da família há mais de meio século sempre com os votos do povão. Tem havido muita revolta nos presídios e por isto, nosso ilustre ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, pegando um avião da FAB lá se reuniu com Roseana e chegaram à conclusão que o aumento da criminalidade no estado se deve ao enriquecimento havido no seu progressivo governo e assim, não tem mais lugar para presos o que tem gerado as rebeliões nos presídios!
No entanto, eles plagiaram o ilustre ministro das relações exteriores da Venezuela que declarou: "Está faltando papel higiênico no país, porque a população está se alimentando mais", consequentemente...! 

Quanta sabedoria!

sábado, 11 de janeiro de 2014

A TRAGÉDIA DO MENSALÃO - GRUPO GUARARAPES

A TRAGÉDIA DO MENSALÃO  doc. 7 – 2014
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
 Altas figuras dos nossos poderes executivo e legislativo, em recente
governança do PT, se apoderaram de enormes recursos do país, num ato de
rapinagem inédito na história, com acusações recíprocas na imprensa e nas
casas legislativas entre os próprios implicados no crime. Os abutres e
chacais que bolaram a engenharia financeira da montanha de ladroagem desses
recursos contrariaram uma regra universal de que “não há crime perfeito”.
No Brasil, ladrão do povo é tido como profissão rendosa, respeitosa,
imputável e considerado um ato de esperteza, astúcia e inteligência, onde o
infrator ao ser preso com a mão na massa alega “perseguição política”. Em
qualquer país do mundo, roubar o erário acarretaria sérias sanções. Ninguém
gosta de ser chamado de ladrão. Existe até lei que dá direito ao marginal
de esconder a sua cara. Os larápios de pequenos furtos quando são
capturados tapam o rosto com a barra da camisa. Além de esconder a sua
identidade, esses simplórios meliantes não gostam de ser reconhecidos pelos
parentes, amigos ou vizinhos. Nessas circunstâncias o gatuno comum revela
uma condição humana de honradez e vergonha na cara.
No crime do mensalão a honra e a vergonha na cara foram deixadas de lado.
Ninguém se omitia nas acusações. Os figurões delinquentes apontavam o dedo
na cara uns dos outros. Dói no coração do povo toda a torpeza desses maus
brasileiros dirigentes dos destinos da nossa nação.
Depois de cinco anos na gangorra das engrenagens enferrujadas do nosso
complicado sistema jurídico, finalmente os acusados foram julgados e
condenados, pelo nosso Supremo Tribunal Federal, com provas irrefutáveis,
sendo-lhes aplicadas penalidades consideradas suaves, ante o odioso e
debochado roubo das finanças do Brasil. Muitos foram recolhidos aos
presídios em carros luxuosos e até em avião do governo. Alguns, numa
atitude grotesca e agressiva erguiam os braços com punhos fechados num
gesto insultuoso, querendo demonstrar que foram injustiçados. Outros
alegaram enfermidades graves para ficar detidos em suas residências para
tratamento das doenças.
Geralmente eles são gatunos de elevado nível funcional, bafejados pela
sorte, ganhando altos salários, trabalhando muito pouco e que só pensam em
enganar e roubar os seus pouco favorecidos semelhantes. Não respeitam o
sacrificado contribuinte que os elegeu. .Aparecem na mídia reclamando na
Justiça os seus “direitos” de não serem encarcerados pelos crimes
cometidos.
Se não houver uma radical reforma na política, na Justiça e no atual Código
Penal, outros crimes de mensalões certamente se repetirão.

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58
93. Cartório do 1º Registro de Títulos e Documentos, em Fortaleza.  Somos
1.837 civis – 49 da Marinha -  479 do Exército – 51 da Aeronáutica; 2.416
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doc.   7 – 2014â€
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“A VERDADE É A ÚNICO TERRENO SEGURO QUE PODEMOS PISAR”  ELIZABETH CADY
STANTON (1815 – 1902)
“UMA SOCIEDADE DE OVELHAS COSTUMA DAR LUGAR A UM ESTADO DE LOBOS”.        
                                                        JOSÉ MANUEL DE ALMEIDA

PRECISAMOS APRENDER PARA EVOLUIR. A EVOLUÇÃO É INTELIGENTE. A MUDANÇA É
TRAUMÁTICA NA  HISTÓRIA DO MUNDO.

OS QUE QUEREM MUDANÇAS QUEREM O PODER PARA ELES.

OS QUE QUEREM EVOLUÇÃO AMAM A DEMOCRACIA.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

ENTREVISTA DO PAPA FRANCISCO QUANDO CARDEAL.


ENTREVISTA DO PAPA FRANCISCO QUANDO CARDEAL.

TIRO PELA CULATRA

ENTREVISTA OU, MELHOR DIZENDO, TENTATIVA DE FAZER O CARDEAL BERGOGLIO
ENTRAR NUMA “SAIA JUSTA”.

Começa a circular a transcrição de uma entrevista feita com o atual Papa
quando ele era o então cardeal Bergoglio, na Argentina.

Na realidade foi uma emboscada realizada pelo jornalista Chris Mathews da MSNBC, mas Bergolio encurralou Mathews de tal forma que a entrevista nunca foi ao ar, porque, ao perceber que seu plano havia falhado, Mathews arquivou o vídeo.

Porém, um estudante de Notre Dame, que prestava serviços sociais na MSNBC, apoderou-se dele e o deu para seu professor.
 
A entrevista começou quando o jornalista, tentando embaraçar o Cardeal,
perguntou-lhe o que ele pensava sobre a pobreza no mundo.

O cardeal respondeu:
- Primeiro na Europa e agora nas Américas, alguns políticos têm se dedicado a endividar as pessoas, fazendo com que fiquem dependentes.

- E para quê? Para aumentar o seu poder. Eles são grandes especialistas em criação de pobreza e isso ninguém questiona. Eu me esforço para lutar
contra esta pobreza.

- A pobreza tornou-se algo natural e isso é ruim. Minha tarefa é evitar o
agravamento de tal condição. As ideologias que produzem a pobreza devem ser denunciadas. A educação é a grande solução para o problema.

- Devemos ensinar as pessoas como salvar sua alma, mas ensinar-lhes também a evitar a pobreza e a não permitir que o governo os conduza a esse estado lastimável

Mathews ofendido pergunta:
-
 O senhor culpa o governo?

- Eu culpo os políticos que buscam seus próprios interesses. Você e seus
amigos são socialistas. Vocês (socialistas) e suas políticas, são a causa
de 70 anos de miséria, e são culpados de levar muitos países à beira do
colapso. Vocês acreditam na redistribuição, que é uma das razões para a
pobreza. Vocês querem nacionalizar o universo para poder controlar todas as atividades humanas. Vocês destroem o incentivo do homem, até mesmo para cuidar de sua família, o que é um crime contra a natureza e contra Deus. Esta vossa ideologia cria mais pobres do que todas as empresas que vocês classificam de diabólicas”.

Replica Mathews:

- Eu nunca tinha ouvido nada parecido de um cardeal.

- As pessoas dominadas pelos socialistas precisam saber que não têm que ser pobres.

Ataca Mathews:

- E a América Latina? O senhor quer negar o progresso conseguido?

- O império da dependência foi criado na Venezuela por Hugo Chávez, com
falsas promessas e mentindo para que se ajoelhem diante de seu governo.
Dando peixe ao povo, sem lhes permitir pescar. Se na América Latina alguém aprende a pescar é punido e seus peixes são confiscados pelos socialistas. A liberdade é castigada.

- Você fala de progresso e eu falo de pobreza. Temo pela América Latina.
Toda a região está controlada por um bloco de regimes socialistas, como
Cuba, Argentina, Equador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua. Quem vai salvá-los (a América Latinadessa tirania?

Acusa Mathews:

- O senhor é um capitalista.

- Se pensarmos que o capital é necessário para construir fábricas, escolas,
hospitais, igrejas, talvez eu seja capitalista. Você se opõe a este
raciocínio?

- Claro que não, mas o senhor não acha que o capital é retirado do povo
pelas corporações abusivas?

- Não, eu acho que as pessoas, através de suas escolhas econômicas, devem decidir que parte do seu capital vai para esses projetos. O uso do capital deve ser voluntário. Só quando os políticos se apropriam (confiscam) esse capital para construir obras públicas e para alimentar a burocracia é que surge um problema grave. O capital investido voluntariamente é legítimo, mas o que é investido com base na coerção é ilegítimo.

- Suas idéias são radicais, diz o jornalista.

- Não. Há anos Khrushchev advertiu: "Não devemos esperar que os americanos abracem o comunismo, mas podemos ajudar os seus líderes com injeções de socialismo, até que, ao acordar, eles percebam que abraçaram o comunismo".

Isto está acontecendo agora mesmo no antigo bastião da liberdade. Como os EUA poderão salvar a América Latina, se eles próprios se tornarem escravos de seu governo?

Mathews diz:

- Eu não consigo digerir (aceitar) tal pensamento.

O cardeal respondeu:

- Você está muito irritado porque a verdade pode ser dolorosa. Vocês (os
socialistas) criaram o estado de bem-estar que consiste apenas em atender às necessidades dos pobres, pobres esses que foram criados por vocês mesmos, com a vossa política. O estado interventor retira da sociedade, a sua responsabilidade. Graças ao estado assistencialista, as famílias deixam de cumprir seus deveres para obterem o seu bem-estar, incluindo as igrejas.


As pessoas já não praticam mais a caridade e veem os pobres como um
problema de governo.

- Para a igreja já não há pobres a ajudar, porque foram empobrecidos
permanentemente e agora são propriedade dos políticos. E algo que me irrita profundamente, é o fato dos meios de comunicação observarem o problema sem conseguir analisar o que o causa. O povo empobrece e logo em seguida, vota em quem os afundou na pobreza ..

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Todos estão sabendo que teremos eleições em 2014.
Todos têm consciência que os eleitos serão os dirigentes do Brasil por 4
anos.
Todos admitem que os eleitos dependêm de seus votos.
Todos reconhecem que não adianta reclamar se os eleitos não corresponderem ao sonho de um Brasil sério. O eleito chegou lá com seu voto

Todos precisam ajudar ao Brasil. O Brasil será grande com grande filhos