quarta-feira, 19 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
TIRO NO PÉ
Em 2007, quando o Brasil
foi confirmado como sede da Copa do Mundo de 2014, os políticos brasileiros,
Lula da Silva em primeiro lugar, choraram de emoção, ao vislumbrarem a
oportunidade de ouro, não de medalhas de ouro para o Brasil, mais lingotes de
ouro para os seus cofres.
O tempo passou e os gastos
com os estádios, hoje chamados de arenas, ultrapassaram todos os limites e em
alguns casos até dobraram de preços, enquanto
isto, hospitais, escolas, estradas, portos, presídios foram deixados às
calendas e o povão quieto.
A FIFA impôs até a
liberação de bebidas nos estádios, contrariando a Lei tão duramente implantada
no pais, que proibia a sua venda e consumo do álcool o que evitou, sem dúvida,
muitas mortes por ocasião dos jogos de futebol, e o povão quieto.
O povão, a tudo assistia passivamente,
nada fazia, porém uma faísca, lançada pelo próprio PT, inicialmente contra o
governo de São Paulo em virtude do aumento dos preços das passagens de ônibus
deu origem a um movimento contra a corrupção, a falta de assistência à saúde, a
insegurança, a falta de escolas, as explorações de todo tipo lançou às ruas,
sem controle da petralhada, cerca de 250 mil pessoas em 23 capitais do pais e
em várias cidades de todos os estados.
Em alguma cidade as
manifestações foram pacíficas, noutros, nem tanto, porém, a semente foi lançada
e após o tiro no pé do PT, o pais despertou e hoje já se programam passeatas de
protestos por toda a nação, com o povo agora disposto a acabar com a farra que
vem acompanhando o desgoverno petista.
O Brasil finalmente
acordou e seus filhos estão alertas e
prontos para pressionar os detentores do poder para que mudem este estado de
coisas ou eles serão mudados.
Após o pibinho, a volta
iminente da inflação, a insegurança, a falta de escolas e de infraestrutura básica
deixam o pais sem esperanças de dias
melhores, o pão e o circo já não são suficientes para enganar o povão!
Nossas esperanças já
perdidas, voltaram...
sábado, 15 de junho de 2013
INCOMPETÊNCIA E CORRUPÇÃO, A MARCA DO PT
Tenho publicado artigos do
Senador Álvaro Dias, um dos mais combativos e éticos senadores porque comungo
com o seu modo de pensar, e por falar em pensar, o que você acha de uma dupla
Joaquim Barbosa e Álvaro Dias como candidatos à presidência e vice?
Já corre pela internet uma
campanha pela candidatura do Ministro Joaquim Barbosa à presidência da
república, parece que nos próximos dias este assunto será lançado a público.
Precisamos com urgência de
uma mudança na direção de nosso país que caminha a passos largos para o caos,
para a falência de nossas tradições e de nossa economia. A família está sendo
atacada de todos os modos, parece que ela é, como todos sabemos o esteio da
nação e, portanto, o alvo daqueles que buscam exatamente a destruição da moral
de nosso povo para assim implantar um regime comunista ateu.
Nossas leis parecem que são
feitas apenas para proteger bandidos, não só os de colarinho branco como também
os marginais de toda sorte que infernizam nosso povo, fazendo que já nas
pequenas cidades se tenha medo de sair à noite ou simplesmente conversar com os
vizinhos na porta de sua própria casa.
Aqueles que podem colocam
grades, alarmes, câmaras, blindam seus carros e contratam seguranças, fazendo
com que as empresas do ramo tenham tido um acréscimo de quase 1000% em suas
atividades nos últimos anos. De certa forma nós hoje somos prisioneiros dentro
de nossas próprias casas.
Nos últimos dias temos
visto o aumento da violência nas grandes cidades, onde uma manifestação popular
contra, no caso, aumento do preço das passagens de ônibus dão motivo à
infiltração de indivíduos contratados por aqueles que querem ver o circo pegar fogo
e estão ávidos em busca de um cadáver, principalmente se este for causado
pelas forças policiais, pois está claro que os infiltrados buscam a
desestabilização dos governos estaduais e municipais, já visando ás eleições de
2014.
Quem viver verá!
GESTÃO INCOMPETENTE - SENADOR ÁLVARO DIAS
Para Alvaro Dias, modelo promíscuo e gestão incompetente
paralisam economia do País
A perda da credibilidade das instituições do País junto à sociedade, os equívocos cometidos pelo Congresso ao deixar de exercer suas prerrogativas na votação de projetos como o do FPE, a omissão de parlamentares diante do modelo do balcão de negócios alimentado pelo governo que estimula a corrupção, a incompetência da equipe econômica, a impotência da oposição para combater e denunciar o modelo promíscuo de governabilidade. Essas foram algumas das críticas feitas pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR) em seu discurso em plenário, na sessão desta sexta-feira (14/06). Na tribuna, o senador Alvaro Dias expressou seu apoio ao entendimento da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal, que indeferiram o mandado de segurança que impedia a tramitação do projeto de lei que cria restrições à criação de novos partidos políticos. O Plenário do STF irá finalizar na próxima semana o julgamento do mandado. Para Alvaro Dias, se ratificada a decisão da maioria dos ministros, estará consagrado o respeito à interdependência dos poderes. Desde o primeiro momento manifestei preocupação com esta iniciativa, porque entendo que o Congresso precisa dirimir seus impasses internamente. Esta questão cabe ao Poder Legislativo definir. Imaginar o STF interrompendo o processo legislativo seria admitir uma subtração das prerrogativas do Congresso Nacional. Por isso, concordo com a decisão para a qual se caminha, porque garante que não haja uma invasão de competência entre os poderes, disse. O senador do PSDB do Paraná considerou um equívoco ter partido de congressistas o pedido ao Supremo de interrupção do projeto de lei destinado a inibir a criação de novos partidos políticos. Devemos encontrar competência para dirimir nossos impasses internamente, assinalou o senador, que, ao mesmo tempo, criticou a decisão do Supremo, no caso da imposição de um tempo exíguo para definição de novas regras para a partilha dos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O projeto aprovado pelo Senado em abril foi derrubado nesta semana pelos deputados. Ainda na questão da demora em solucionar a questão do FPE, Alvaro Dias criticou a demonstração de incompetência do Congresso para definir uma nova sistemática de distribuição dos recursos do fundo. Além da demora dos parlamentares, o senador apontou também a omissão da Presidência da República neste processo. Estamos sob a égide de um presidencialismo forte, e questões que dizem respeito ao pacto federativo só conseguem prosperar e alcançar o consenso se houver competência da Presidência da República na condução desse processo. Mas o que vemos é o afastamento completo da presidente neste tema do FPE. A presidente Dilma, aliás, já deu mostras de que não gosta do debate político. Ela gosta da clandestinidade, gosta de manter sigilo sobre os gastos nos cartões corporativos, de tornar secretos os gastos em viagens, os empréstimos para Cuba e Angola. Não se vê na presidente o gosto pela essência da democracia, que é o debate. Como resultado, há esse impasse que coloca o Congresso sob risco de viver um novo desgaste com o STF, provocando nova crise que amplia a descrença generalizada da população nas suas instituições, afirmou. O senador Alvaro Dias também reservou críticas contundentes ao Poder Executivo, que a seu ver conduz o país a uma crise econômica profunda. Alvaro Dias acusou a equipe econômica do governo Dilma de adotar a contabilidade criativa para escamotear a realidade e também atacou os gastos considerados ruins, como o uso de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para financiar eletrodomésticos, no programa Minha Casa Melhor, além de mencionar práticas de corrupção. O governo doura a pílula para manter popularidade, lança mão de programas eleitoreiros, mente à opinião pública brasileira e aceita a corrupção como uma prática usual já que demonstra a sua incapacidade de combatê-la e prefere tornar-se cúmplice dela, acusou. Para o líder tucano, o desvio de dinheiro do FAT para o novo programa anunciado pela presidente, o Minha Casa Melhor, assim como para financiar grandes empresas e empréstimos no exterior, faz parte de um problema mais sério: um modelo de barganha política idealizado para "cooptar partidos e políticos". Essa seria a matriz dos males que sacodem o país, dificultando que se possa oferecer a seu povo uma vida melhor. O senador do PSDB fez um alerta: a administração de Dilma está armando uma bomba-relógio com efeito retardado que pode explodir no colo do País, com estilhaços fulminantes atingindo todas as famílias brasileiras. O senador destacou que desde o Plano Real, que, como lembrou, recuperou e conferiu à economia do País sustentabilidade financeira e responsabilidade fiscal, além de ampliar a competitividade das empresas, indústrias e do agronegócio, não se dá um passo adiante. O governo aproveita-se das conquistas, do patrimônio adquirido e acumulado desde o Plano Real, e além de consumir os frutos da estabilização, está dilapidando este patrimônio, avançando, por exemplo, no fundo dos trabalhadores. Por isso, arma-se esta bomba-relógio, porque não se avança, não se promove reformas, e ficamos atrelados a estruturas carcomidas, superadas, que impedem nosso crescimento e desenvolvimento. Por que nos conformamos e aceitamos esta realidade? Por que homenagear-se a presidente, que lança mão de recursos públicos para fazer programas eleitoreiros, onerando as famílias, fazendo cortesia com chapéu alheio, endividando ainda mais os brasileiros? questionou.
A perda da credibilidade das instituições do País junto à sociedade, os equívocos cometidos pelo Congresso ao deixar de exercer suas prerrogativas na votação de projetos como o do FPE, a omissão de parlamentares diante do modelo do balcão de negócios alimentado pelo governo que estimula a corrupção, a incompetência da equipe econômica, a impotência da oposição para combater e denunciar o modelo promíscuo de governabilidade. Essas foram algumas das críticas feitas pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR) em seu discurso em plenário, na sessão desta sexta-feira (14/06). Na tribuna, o senador Alvaro Dias expressou seu apoio ao entendimento da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal, que indeferiram o mandado de segurança que impedia a tramitação do projeto de lei que cria restrições à criação de novos partidos políticos. O Plenário do STF irá finalizar na próxima semana o julgamento do mandado. Para Alvaro Dias, se ratificada a decisão da maioria dos ministros, estará consagrado o respeito à interdependência dos poderes. Desde o primeiro momento manifestei preocupação com esta iniciativa, porque entendo que o Congresso precisa dirimir seus impasses internamente. Esta questão cabe ao Poder Legislativo definir. Imaginar o STF interrompendo o processo legislativo seria admitir uma subtração das prerrogativas do Congresso Nacional. Por isso, concordo com a decisão para a qual se caminha, porque garante que não haja uma invasão de competência entre os poderes, disse. O senador do PSDB do Paraná considerou um equívoco ter partido de congressistas o pedido ao Supremo de interrupção do projeto de lei destinado a inibir a criação de novos partidos políticos. Devemos encontrar competência para dirimir nossos impasses internamente, assinalou o senador, que, ao mesmo tempo, criticou a decisão do Supremo, no caso da imposição de um tempo exíguo para definição de novas regras para a partilha dos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O projeto aprovado pelo Senado em abril foi derrubado nesta semana pelos deputados. Ainda na questão da demora em solucionar a questão do FPE, Alvaro Dias criticou a demonstração de incompetência do Congresso para definir uma nova sistemática de distribuição dos recursos do fundo. Além da demora dos parlamentares, o senador apontou também a omissão da Presidência da República neste processo. Estamos sob a égide de um presidencialismo forte, e questões que dizem respeito ao pacto federativo só conseguem prosperar e alcançar o consenso se houver competência da Presidência da República na condução desse processo. Mas o que vemos é o afastamento completo da presidente neste tema do FPE. A presidente Dilma, aliás, já deu mostras de que não gosta do debate político. Ela gosta da clandestinidade, gosta de manter sigilo sobre os gastos nos cartões corporativos, de tornar secretos os gastos em viagens, os empréstimos para Cuba e Angola. Não se vê na presidente o gosto pela essência da democracia, que é o debate. Como resultado, há esse impasse que coloca o Congresso sob risco de viver um novo desgaste com o STF, provocando nova crise que amplia a descrença generalizada da população nas suas instituições, afirmou. O senador Alvaro Dias também reservou críticas contundentes ao Poder Executivo, que a seu ver conduz o país a uma crise econômica profunda. Alvaro Dias acusou a equipe econômica do governo Dilma de adotar a contabilidade criativa para escamotear a realidade e também atacou os gastos considerados ruins, como o uso de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para financiar eletrodomésticos, no programa Minha Casa Melhor, além de mencionar práticas de corrupção. O governo doura a pílula para manter popularidade, lança mão de programas eleitoreiros, mente à opinião pública brasileira e aceita a corrupção como uma prática usual já que demonstra a sua incapacidade de combatê-la e prefere tornar-se cúmplice dela, acusou. Para o líder tucano, o desvio de dinheiro do FAT para o novo programa anunciado pela presidente, o Minha Casa Melhor, assim como para financiar grandes empresas e empréstimos no exterior, faz parte de um problema mais sério: um modelo de barganha política idealizado para "cooptar partidos e políticos". Essa seria a matriz dos males que sacodem o país, dificultando que se possa oferecer a seu povo uma vida melhor. O senador do PSDB fez um alerta: a administração de Dilma está armando uma bomba-relógio com efeito retardado que pode explodir no colo do País, com estilhaços fulminantes atingindo todas as famílias brasileiras. O senador destacou que desde o Plano Real, que, como lembrou, recuperou e conferiu à economia do País sustentabilidade financeira e responsabilidade fiscal, além de ampliar a competitividade das empresas, indústrias e do agronegócio, não se dá um passo adiante. O governo aproveita-se das conquistas, do patrimônio adquirido e acumulado desde o Plano Real, e além de consumir os frutos da estabilização, está dilapidando este patrimônio, avançando, por exemplo, no fundo dos trabalhadores. Por isso, arma-se esta bomba-relógio, porque não se avança, não se promove reformas, e ficamos atrelados a estruturas carcomidas, superadas, que impedem nosso crescimento e desenvolvimento. Por que nos conformamos e aceitamos esta realidade? Por que homenagear-se a presidente, que lança mão de recursos públicos para fazer programas eleitoreiros, onerando as famílias, fazendo cortesia com chapéu alheio, endividando ainda mais os brasileiros? questionou.
terça-feira, 11 de junho de 2013
GOVERNO INCOMPETENTE... - SENADOR ÁLVARO DIAS
Governo é incompetente na
gestão e vive de propaganda, afirma Alvaro DiasAo analisar,
na sessão plenária desta segunda-feira (10/06), a recente pesquisa Datafolha,
que revelou uma queda de oito pontos na popularidade da presidente Dilma, o
senador Alvaro Dias salientou que no Brasil atual vive-se um período de grave
inversão de prioridades. Segundo o senador do PSDB do Paraná, a avaliação do
desempenho do governo federal não se dá em razão do seu sucesso ou insucesso de
gestão e sim, primordialmente, por conta da qualidade da propaganda oficial. Se
há uma sensação de bem-estar coletivo, aprova-se os governos, mesmo que eles
sejam absolutamente incompetentes e desonestos. Temos que fazer essa
constatação. Não se trata de comemorar se a presidente Dilma sofreu uma queda de
oito pontos na sua popularidade. Trata-se, isto sim, de analisar o que está
acontecendo no Brasil, afirmou Alvaro Dias. Um dos problemas destacados por
Alvaro Dias que comprometem a eficiência da administração Dilma está na falta de
seriedade e competência com que são tocadas as obras públicas. O senador citou
no Plenário declarações recentes de ministros do governo federal, que tentam
justificar o abandono dos projetos executivos das obras e a demora na sua
conclusão, apesar da constatação de que existem recursos disponíveis para os
projetos. Para Alvaro Dias, as declarações dos ministros representam a prova
cabal da irresponsabilidade pública com a questão ética no País. Verificamos,
há poucos dias, uma ministra justificando que não havia projeto executivo porque
a obra era mais importante. A obra é importante, mas o projeto executivo também
é importante para evitar o sobrepreço e o superfaturamento da obra. Portanto, a
declaração é irresponsável, o dinheiro público é jogado pelas janelas da
incompetência e da desonestidade. Ainda nesse domingo, nós ouvimos outro
ministro afirmando que dinheiro o governo tem, mas as obras não acontecem por
falta de competência nos últimos anos. Ou seja, é o reconhecimento de um
ministro do atual governo que, aliás, já tem 10 anos ou mais. O governo
reconhece que os recursos existem, mas por incompetência dele próprio, não
conseguem usá-lo. Por isso, é nosso dever despertar os olhos dos que prestam
menos atenção ao que está ocorrendo no Brasil, afirmou o senador Alvaro Dias. O
senador do PSDB, em seu discurso, criticou também o governo por desrespeitar
compromissos assumidos, especialmente com relação às obras não realizadas.
Segundo o senador, dos R$ 130 bilhões que seriam destinados para obras neste
ano, apenas R$ 22 bilhões foram aplicados, o que equivale a 17%. Nós ficamos na
dúvida porque, em determinados momentos, nós ouvimos que faltam recursos, que os
recursos são escassos. Especialmente quando se fala de saúde pública, de
educação, de segurança pública, a justificativa é a de que os recursos são
insuficientes, mas nós ouvimos ministros afirmando que os recursos existem,
disse. Alvaro Dias citou algumas obras prometidas pelo governo Dilma e até hoje
ainda não entregues à população, tais como: a Ferrovia Norte-Sul; a
Transnordestina; a Ferrovia Oeste-Leste; as estradas federais; a Transposição do
Rio São Francisco. Alvaro Dias lembrou que, todos os anos, ministérios devolvem
ao Tesouro Nacional recursos que não foram gastos, sinal de que compromissos não
foram cumpridos. Não podemos quantificar o prejuízo quando se trata da perda de
seres humanos, como vimos ontem [domingo], na televisão, um pai afirmando que se
a obra tivesse sido concluída no tempo prometido sua filha poderia estar viva.
Enfim, essa é uma questão que afeta todos os brasileiros, certamente, lamentou.
Eleição no caminho Alvaro Dias também criticou no Plenário a deterioração das
contas públicas, com desonerações e empréstimos concedidos pelo governo
federal. O senador citou o alerta do economista Mansueto de Almeida, do
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que aponta desequilíbrio
causado pela agenda de curto prazo" do governo. Essa agenda de curto prazo, na
opinião do parlamentar, tem como objetivo as próximas eleições. A marca deste
governo é a de operar no curtíssimo prazo em busca da aprovação popular,
tentando frear o declínio da popularidade que se esvai. Planejamento estratégico
é uma expressão banida na gestão da presidente Dilma. O economista Mansueto
Almeida lembra que o montante de empréstimos do BNDES concedidos em 2009
passíveis de equalização pelo Tesouro totalizam R$ 44 bilhões. Em 2013 o
montante é de R$ 320 bilhões. Para ele, boa parte dessa despesa está sendo
postergada para o próximo governo, que vai assumir num cenário de superávit
primário menor, despesas correntes elevadas e baixa arrecadação. Ou seja,
praticamente não terá espaço fiscal, afirmou. Além dos gastos excessivos, com
redução da meta de superávit primário, Alvaro Dias citou outros problemas por
que passa a economia no Brasil, e que denunciam a falta de estratégias para
combater as dificuldades atuais: 1. Inflação em alta (projeções por volta de
6%); 2. Redução da meta do resultado superávit primário; 3. Crescimento do
déficit em conta corrente (3% do PIB em 12 meses); 4. Atrasos no cronograma de
concessões das rodovias e ferrovias; 5. Forte redução no saldo da balança
comercial (menos de US$ 10 bilhões projetados para 2013 e 2014 pior resultado
dos últimos 12 anos); 6. Fraca recuperação da indústria; 7. Valorização do dólar
devido à recuperação em curso da economia americana; 8. Crescimento fraco do
PIB. Como disse o poeta, ´no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra
no meio do caminho
´. No caminho a ser percorrido, essa pedra tem nome: eleição.
Ou seja, se o governo ficar muito preocupado e adotar novas medidas com o foco
no curto-prazo, corre-se o risco de piorar ainda mais o cenário para o médio
prazo, finalizou o senador Alvaro Dias.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
TIA DILMA VAI DAR A LUZ EM 2014 -NEIL FERREIRA
Tia Dilma só vai dar
a luz em 2014
Neil diógenes
Ferreira
Antes
Scriptum. O Ministro Barroso disse que “O STF
“endureceu” (no Julgamento dos mensaleiros) e foi “Um ponto fora da curva”.
Julgar, condenar e sentenciar ex-importantes políticos petistas , provadamente
criminosos, e tratá-los como cidadãos iguais aos outros , é elementar é função
da Justiça e não “endurecimento” e “ponto fora da cruva”. Podemos esperar de sua
atuação futura “amolecer” e “colocar o ponto n curva”. Pobre Brasil.
(NF).
Com o “fator Neymar”, a
Moça dá um tapa na cara dos pessimistas de plantão, que viviam acusando a
política de exportações de fracassada.
Com a luz não tem escuridão,
tem eleição; 2014 já começou faz um tempão; agora vemos liberados outros Bi e
Meio para mais uma vez adoçar o bico da base comprada.
A Criatura aprendeu tudo do
pouco que sabe com o seu Criador. Mudou-se do Palácio da Alvorada para o
palanque, de onde faz despachos 24 horas por dia, todos os dias e não só nas
6ªs Feiras.
Faz despacho nas esquinas:
galinha preta, farofa, marafo 51 da escolha do Pai de todos os Pais de Santo e
charuto baiano de maus bafos.
Recebe o Santo e vira cavalo
de São Jorge, que aceita trabaio da zifia marquiççista para se vingar de quem o
derrubou do cavalo branco, que montava quando aniquilava o Dragão da Oposição.
(Dragão ? Minhoquinha. Oposição ? Oposicinha).
Desde Lúcifer, estilista
criador e lançador da moda, não há na história da humanidade nenhum registro de
Criatura que não tenha se virado contra o seu Criador. Se houver, esqueci,
sorry.
Os sequazes do Criador já
se organizam com a palavra de ordem espalhada boca a boca ; “2014 Lula-lá””,
fingindo que não estão no ataque -- estão. A Criatura, em pretensa legítima
defesa -- ataca. Ambos jogam jogo semelhante, “A melhor defesa é o ataque”.
A Criatura convoca suas
hordas. “Pibinho de 0,6%” agora é Pibão, “Apagão” agora é Apaguinho; a
cumpanheradinha dela tem que orar por esse Catecismo. Haveria cizânia em
andamento ? Sei lá. Follow the money pra saber em qual bolso isso vai
parar.
Pra apagar a má imagem do
“Apagão” e transformá-lo em Apaguinho, diz que vem aí a Bolsa-Luz, rebatizada
“desconto de 16% na conta de luz”.
Vem quando ? Vinha na
eleição de Brefeito pra iluminar a cambanha do brimo Haddad. Não veio.
Engambelou quase todo mundo. Acho que o tal desconto vai pra São Nunca, como
foi a investigação da Rosegate.
Quem souber quando vem,
tanto um quanto a outra, acenda a luz pra mim por favor. Em 2012, a Imperatriz
prometeu com todas as pompas e circunstâncias que ia dar a luz (não escrevi
“dar à luz”); só não levou no beiço quem não é analfabeto funcional, ente
subversivo que entende o quê lê e sofre por isso.
Como disse o sábio Millor,
“em terra de cego quem tem um olho errou”. Erramos e sofremos; poderiamos ser
mais felizes se não enxergassemos tudo isso que está aí.
Uma Copa das Confederações,
uma Copa do Mundo e uma Olimpíada, pagas por quem paga impostos, uns 20% de
corrupa já incluídos, mais umas talagadas de marafo 51 e tudo irá bem, no
melhor dos mundos.
O anúncio saiu bombástico,
“16% a menos na conta de luz”, trombetearam as trombetas chapas-brancas e as
manchetes dos jornais de chapas igualmente lavadas com Omo.
“Da Escuridão far-se-á a
Luz”, reza o Livro Sagrado. “Fiat lux ” afirma-se que Deus disse em latim
castiço, fazendo indisfarçado merchan da Fiat.
“La luce fu fatta ”,
teriam completado em italiano nada castiço todos os Anjos e Santos
Sumirão os “gatos” dos
postes de eletricidade, tudo será banhado pela luz da EletroBaulo Maluf; os
excluídos serão iluminados, prometeram.
“De Poste em Poste eçepaíz
será iluminado”, decretou o Rei do Mundo, referindo-se aos Postes Municipais e
à sua Posta Federal, gozando com a cara da gente. Um dia a gente pega o Cara na
curva.
Um dia destes um desses
grandões da Economia acho que do Banco Central, teria falado mais ou menos
assim: “O desconto na conta de luz poderá ser de 6%” pra comemorar o Pibão de
0,6%, esquecendo os 16% .
2012 teve eleição, a notícia
do desconto na conta de luz fez todo mundo feliz, até eu que não acredito
nesse governo; mas nada me surpreende.
Bem na moita, sem trombetas
e isso também por causa da eleição, lá bem no fundão dos jornais, corpo 6
que não enxergo, o cochicho: a bondade vai ficar para 2013, os 16% vão ser
“dados” sim. Duvido, 2013 não tem eleição.
Como “eçepaíz” não é pra
principiantes , sou p*** velha, 70 anos de janela, antecipo sem peso na
consciência, me cobre se eu der bola fora. Em 2013 teremos outro anúncio
bombástico, com as trombretas oficiais trombeteando, as manchetes dos jornais
amansados mancheteando: “16% de desconto na conta da luz em 2014”.
Em
2014, as eleições serão brabas -- Presidente, Governador, Senador. O
foguetório explode em sons e cores, os mesmos 16% de 2012 e 2013 serão
reciclados e a Madama vai prometer de novo e de pés juntos que dará a luz com
desconto na conta da luz, pra iluminar a eleição de 2014. Dará ?.
Se
a Moça aprendeu na escola do Promessão, babau; a Rapariga dará a desculpa de
que o Boto Tucuxi faiô nu sirviço e num vai dá pra dá luz.
O
desconto vai dormir na gaveta em que dormem o “Fome Zero”, “Pac“, “Minha Casa
Minha Vida”, as “Seis Mil Creches”, a “Transposição do São Francisco”, e outras
enganações de igual, menor e maior naipe . Acho que hoje tô mais confuso do
que o normal, dá licença.
Vou olhar o Reinaldo Azevedo pra
saber que dia é hoje.
--
NEIL FERREIRA
MENSALEIROS QUEREM MELAR O
JULGAMENTO DO STF. CANA NELES !
MENSALEIROS QUEREM MELAR O
JULGAMENTO DO STF. CANA NELES !
quarta-feira, 29 de maio de 2013
COMO NÃO SER PESSIMISTA? - MARA MONTEZUMA ASSAF
Dilma, Lula , Mantega e petistas em geral saboreiam as palavras quando apregoam
as vitórias (?) do governo do PT e escorrem veneno ao afirmar que nós, os
pessimistas de plantão, torcemos contra as maravilhas da administração federal ,
portanto somos maus brasileiros. Como brasileiros, é evidente que não torcemos
contra o Brasil. O que acontece é que não usamos as viseiras do PT e conseguimos
obter uma visão panorâmica do país que os filiados, adeptos , militantes e
bolsistas não conseguem enxergar. Falando só da infraestrutura que não existe, e
que deveria ter sido providenciada para a Copa do Mundo mas não foi, passemos
uma rápida visão por nossas estradas paulistas: a Anchieta, embora em excelente
estado de conservação, está parada pelos caminhões que não conseguem entregar
seus contêineres no porto de Santos; a Regis Bittencourt (federal), vulgo
estrada da morte, faltando grandes trechos de duplicação de pista; a João Dias
(federal), com eternas obras sem a mínima qualidade, nos oferece até túneis às
escuras pelo fato de moradores do entorno roubarem as lâmpadas, a fiação...ou o
que houver! Elles chamam a isso de problema social, eu chamo de banditismo,
pois é um grande preconceito cometido contra os pobres supor que todos eles
sejam desonestos a ponto de viver de roubos.
Também em outros estados as rodovias estão todas com as obras atrasadas, é
só conferir. Quanto às ferrovias...não existem, e seriam a solução para o
barateamento de transporte de mercadorias , mas parece um sonho mirabolante
falar disso. O tal de trem bala, embolou no meio de campo, inviabilizado pela
ganância dos orçamentos cada vez mais astronômicos . E os aeroportos? Cumbica,
Galeão, os de Brasília, Goiânia, Recife, Cuiabá, Salvador, Porto Alegre,
Fortaleza...todos com obras em atraso com relação ao cronograma e na maioria
com os orçamentos já estourados várias vezes.
Digamos que apesar destes empecilhos, os milhões de turistas cheguem ao
Brasil para a Copa: nas ruas de nossas metrópoles servirão de tiro ao alvo dos
marginais à cata de dólares e euros? Porque não adianta tecer loas às UPPs do
Rio de Janeiro...ou às Unidades Móveis da PM de São Paulo, ou de Recife,
Brasília, Fortaleza, a realidade se mostra às claras quando os crimes se sucedem
pelo país à cada dia com mais violência e ousadia. E elles me chamam de
pessimista e de torcer contra o Brasil...elles, que levaram , com firme
determinação, este país a estas condições!
Mara Montezuma Assaf
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