BILTRES. Doc. 48-2012WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPESREPASSE! É UM GRITO DE HONRA! Gostaríamos que os nossos documentos do ANO DE 2012 fossemde alegria e não de revolta ou mesmo o que bem define o santo AURÉLIO:"ressentimento amargo, não raro sopitado ou reprimido, ocasionado por algumato alheio que causa dano material ou moral". SÓ FOI POSSÍVEL MANDAR OPRESENTE DOCUMENTO EM FEVEREIRO, TAL a velocidade das DESGRAÇAS ACONTECIDASEM JANEIRO e FEVREIRO. Não iremos abordar tudo, mas outros documentos doGUARARAPES VIRÃO, onde a bofetada dada, criando um crise, nas FORÇASARMADAS NÃO FICARÁ SEM RESPOSTA, BEM COMO, A FALTA DE PUDOR QUE JÁ SEESCANCARA NO ÂMBITO GOVERNAMENTAL, onde a alcova torna-se pública perdendotodo seu RECATO, que é de fundamental importância para a sobrevivência daRepública. Faça-se o que quiser, mas que seja resguardado, com dignidade, osentimento feminino de honra, pureza e castidade, pois A COLUNA MESTRA DASOCIEDADE BRASILEIRA É A SANTA MULHER, QUE NA SUA GRANDEZA DE MÃE HÁ DESALVAR O PAÍS DA MISERÍA MORAL. Não aprovamos as Pompadour e as De Barry esim, A HEROINA BRSILEIRA QUE DEU OS SEUS FILHOS PARA A DEFESA DA PÁTRIA D.ROZA MARIA PAULINA DA FONSECA (1802-1873).Todas estas qualidades negativas, próprias de quem abraça as idéias daesquerda, pois os democratas respeitam a pessoa humana e defendem os seusdireitos, estão sendo implantadas por eles, para que, criado o caldo davingança, como assim fizeram no planeta todo, apareçam como salvadores domundo e apliquem o único remédio que conhecem: "O poder está na ponta dosfuzis" como afirmou MAO TSE THUNG. Assim, mataram mais de 150 milhões decidadãos e aqui no Brasil, estão tentando o domínio absoluto do PODER parao massacre final.Entre várias palavras - fomos buscar BILTRES para expressar o que vai naALMA DOS BRASILEIROS QUE AMAM SUA PÁTRIA E, PARTICULARMENTE, A DO GRUPOGUARARAPES. Saiu nos jornais, nas revistas, nas TV e rádio que os criminosos doMENSALÃO, como os classificou o Exmo. Sr. Procurador Geral da República, emtermos veementes,: '"Os denunciados operacionalizaram desvio de recursospúblicos, concessões de benefícios indevidos a particulares em troca dedinheiro e compra de apoio político, condutas que caracterizam os CRIMES DEQUADRILHA, PECULATO, LAVAGEM DE DINHEIRO, GESTÃO FRAUDULENTA, CORRUPÇÃO EEVASÃO DE DIVISAS." Não mais serão julgados, pois o crime prescreverá, por decurso de prazo. Já dizia PUBLILIUS SYRUS: "O JUIZ É CONDENADOQUANDO O CRIMINOSO É ABSOLVIDO". Foi claro: "NOSSOS JUIZES SÃO CRIMINOSOSPOR NÃO JULGAREM OS CRIMINOSOS". Como podemos viver em uma sociedade em que os juízes se omitem e a lei édesprezada por eles? A Constituição Federal da República Federativa doBrasil (NÃO É A DA CHINA) diz: Art. 3º - "Constituem objetivos fundamentaisda República Federativa do Brasil: I- construir uma sociedade livre, justae solidária; ART.4º VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo; e Art. 37.A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União,dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípiosde legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência" .....Pergunta-se: "prender ladrão pequeno e soltar o grande, defenderterrorista, passar a mão em ladrão de dinheiro público, ou manter nogoverno quem roubou antes de nele entrar é DEFENDER A CONSTITUIÇÃO FEDERALDO BRASIL?Agora mesmo, assistimos a um senador voltar à Câmara Alta, depois de tersido preso, algemado por ser ladrão dos cofres públicos. Será que algumministro irá empregar algum brasileiro para servi-lo, em sua casa, com passagem na Polícia? Se o fizer é um louco; agora, para dirigir o país,ladrão público grande e que se tornou rico, pode? Será que pode continuar a assaltar a CEF, que é nossa e os ladrões que adirigem, sejam de que partido for, podem ficar soltos? O PAN- AMERICANOcustou mais de 4 bilhões e agora aparece nos jornais uma tal de TETTO quecausou PREJUIZO ao País, de um bilhão. Só o FGTS poderá arcar com 100milhões de reais. O governo que aí está pavoneia-se de defender oTRABALHADOR e deixa roubar deles 100 milhões e não coloca ninguém NACADEIA. Ora bolas, para não dizer outra coisa.As Revistas, a INTERNET, os JORNAIS e outros meios de comunicação estãocheios de nomes de falsários, ladrões, proxenetas, canalhas velhos e novose novos ricos que dizem ter ficado ricos antes de entrar no governo; logo, roubar, antes, pode e parece que tudo vai bem, pois todos vão entrar deférias e a ralé continua salva. Se o roubo é apurado, vai demorar nasgavetas " ad aeternum " e se for um dos três P da vida ficará nas cadeiasinfectas. Outro dia, surgiu a idéia de se construir uma cadeia especialpara ladrão grã-fino. Na certa, haverá cama para receber as amantes. Ora,bolas.Agora, temos mais os 25 milhões de dólares da CASA DA MOEDA e o cinismo étal que ninguém parece que viu o tal dinheiro chegar de maneira virtual edesaparecer sem ninguém saber. É uma canalhada só. Em conversa com um advogado, o GRUPO GUARARAPES tomou conhecimento de queum desgraçado estava preso há oito meses, por roubar duas latas, contendo leite em pó. É demais. Com certeza, este País arrebentar-se-á ouexplodirá . . . e quando o povo for à rua a exigir o apoio das suas Forças Armadas, na situação periclitante em que nos encontramos, irão, com certeza, à luta com essas FORÇAS, tão certo, como Deus no céu, tomaras devidas providências, mostrando que os Chefes, nos diversos escalõesdelas, FF AA, estiveram, estão e estarão, sempre, atentos, aguardando ahora, o minuto e o segundo, para atenderem os reclamos de um povo, quenasceu sob o signo da Cruz, não permitindo, como aconteceu em 1.964 queregime estranho a este BELO, GRANDE E PODEROSO PAÍS, nele se estabeleça. Não adianta querer correr, pois a explosão da massa é incontrolável. QUANDO SE PERDE O PUDOR; QUANDO SE FERE O SENTIMENTO DE VERGONHA DE UMPOVO; QUANDO PREDOMINA O SENTIMENTO DO CINISMO, NADA MAIS RESTA DO QUECOLOCAR OS BILTRES NA CADEIA.CADEIA PARA OS BILTRES! VIVA O BRASIL! POR AMOR DE DEUS! REVOLTEM-SE! REPASSEM PARA OS AMIGOS E ACORDEM OS QUE DORMEM!REPASSEM! É UM GRITO DE HONRA!ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 5893. Cartório do 1º egistro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos1.798 civis - 49 da Marinha - 474 do Exército - 51 da Aeronáutica; TOTAL 2.372 Batistapinheiro30@yahoo.com.br. WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES 28 DE FEV. 2012PUBLICADO NO JORNAL EL PAÍS (ESPANHA)Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha,mas que não se mobiliza contra a corrupção?"(07/08/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol ElPaís)COMO VOCÊ SE SENTE COMO BRASILEIRO! LUTE POR UM BRASIL SÉRIO!
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
O OCIDENTE ESTÁ PRESTES A DECLARAR GUERRA À CHINA - GIUSEPPE TROPPI SOMA

De Giuseppe Troppi Somma
O Ocidente está preste a declarar guerra à China! Será uma luta desigual e o ataque será a qualquer momento
Os motivos são graves. A China vinha sorrateiramente se preparando há tempos com estratégias para enfraquecer o futuro inimigo. Ela conseguiu, destruindo todas as estruturas econômicas dos países ocidentais. O Ocidente está em profunda crise econômica, só resta reagir com o uso de sua estrutura militar antes que seja tarde demais.
Por isso o primeiro ataque será a qualquer momento. Você se assustou? Ainda bem que podemos brincar com coisas sérias numa situação seríssima.
Os motivos são graves. A China vinha sorrateiramente se preparando há tempos com estratégias para enfraquecer o futuro inimigo. Ela conseguiu, destruindo todas as estruturas econômicas dos países ocidentais. O Ocidente está em profunda crise econômica, só resta reagir com o uso de sua estrutura militar antes que seja tarde demais.
Por isso o primeiro ataque será a qualquer momento. Você se assustou? Ainda bem que podemos brincar com coisas sérias numa situação seríssima.
A economia ocidental realmente está em profunda crise e todos querem culpar a China. Mas a China não tem culpa nenhuma. Ela apenas retirou o pano sob o qual se escondiam os resultados negativos que as falsas políticas sociais produziram no Ocidente. É necessário ter política social, mas isso é tarefa de governo e não se pode impor tal tarefa ao cidadão que cria empregos. Quando se cria vantagem para uma pessoa e desvantagem para outra, é óbvio que se cria um desequilíbrio operacional, e um dia a conta chegará ao próprio beneficiário.
As políticas sociais, no âmbito trabalhista, são 100% originárias da demagogia política, porque são direitos artificiais oferecidos às custas de quem, ao criar um emprego, já está praticando o maior ato social. Um direito trabalhista não é um direito social, ele é um assalto institucional que obriga a vítima (o empregador) a colocar a mão no bolso e passar o dinheiro para uma terceira pessoa (o empregado), do qual o assaltante (o governo) espera um repasse da parcela em forma de “voto”.
E chamam isso de política social. Puro engano! A verdadeira política social é quando toda a sociedade, representada por seu governo, se mobiliza para ajudar quem necessita, mostrando como deveria realmente ser eficiente com a saúde, a segurança, a educação, para seus cidadãos contribuintes. Mas ele não o faz, para priorizar com mais recursos os salários milionários do corporativismo do Estado; para alimentar a corrupção e acobertar a incompetência administrativa, expressa na má qualidade dos eleitos pela maioria inculta ou inconsciente de eleitores. A carga tributária e a ineficiência administrativa são diretamente proporcionais ao índice de corrupção e demagogia do país.
As políticas sociais, no âmbito trabalhista, são 100% originárias da demagogia política, porque são direitos artificiais oferecidos às custas de quem, ao criar um emprego, já está praticando o maior ato social. Um direito trabalhista não é um direito social, ele é um assalto institucional que obriga a vítima (o empregador) a colocar a mão no bolso e passar o dinheiro para uma terceira pessoa (o empregado), do qual o assaltante (o governo) espera um repasse da parcela em forma de “voto”.
E chamam isso de política social. Puro engano! A verdadeira política social é quando toda a sociedade, representada por seu governo, se mobiliza para ajudar quem necessita, mostrando como deveria realmente ser eficiente com a saúde, a segurança, a educação, para seus cidadãos contribuintes. Mas ele não o faz, para priorizar com mais recursos os salários milionários do corporativismo do Estado; para alimentar a corrupção e acobertar a incompetência administrativa, expressa na má qualidade dos eleitos pela maioria inculta ou inconsciente de eleitores. A carga tributária e a ineficiência administrativa são diretamente proporcionais ao índice de corrupção e demagogia do país.
Nós só temos que agradecer, e muito, à China. Quando um político, demagogo por excelência, fala que mais de 40 milhões de brasileiros chegaram à classe média nos últimos anos não é porque o poder de compra deles aumentou, mas é porque o produto do sonho de consumo deles tornou-se muito barato e acessível, graças à China. “Não foi Maomé que foi à montanha, mas a montanha que foi até Maomé.”
Não fosse pela China, nós estaríamos pagando mais de R$ 500,00 por uma camisa e não R$ 25,00. Uma chapa de agulhas para máquina de costura reta, que há 30 anos se importava do Japão por US$ 6,00 (seis dólares) e se vendia por R$ 30,00, hoje se importa por US$ 0,20 (vinte centavos de dólar) e se vende por R$ 1,00. Tudo isso porque a China tem uma carga tributária entre 10% e 12% do PIB, e não de 40% como a nossa. Porque o chinês ama o trabalho e sua produção de um dia vale por cinco dias de produção de um trabalhador ocidental. Produz bem e barato porque vende apenas seu trabalho e não leva para a empresa empregadora obrigações produzidas por direitos artificiais de leis demagogas que só servem para aumentar o custo do produto e a ociosidade do trabalhador.
Na China recolhem-se apenas tributos para a previdência social.
Prestem atenção a esta realidade da nossa sociedade: Quando uma pessoa vai trabalhar para uma empresa, só fica preocupada com os direitos que os políticos criaram para ela, como vale-transporte e alimentação, direitos de maternidade, paternidade, férias, 13º, PLR etc., e reclamando de trabalho escravo, movimentos repetitivos, acúmulo de funções, pressão psicológica, carga horária rigorosa, riscos na viagem de ida e volta ao trabalho etc.
Mas quando essa mesma pessoa, não encontrando trabalho nas empresas, decide montar seu próprio “ganha-pão” em casa, com uma máquina de costura ou outra coisa, ela passa a trabalhar 15, 16 horas por dia, visando a uma grande produção e boa qualidade. Quem é, nesse momento, seu escravizador? Ninguém. É a sua vontade de trabalhar. Quem é que está lhe tirando os direitos? Simplesmente não existem direitos. Existe, sim, a grande perspectiva de ser bem-sucedido, porque o sucesso só se alcança com muito trabalho, e não com direitos artificiais.
E lá na China essa filosofia não é de uma pessoa, mas de toda a nação. É no trabalho que os chineses estão encontrando a solução de todos os seus problemas, o sucesso de 1,5 bilhão de pessoas. Então nosso inimigo não está na China, mas dentro de casa. Em tudo o que torna nosso produto caro. Está na corrupção, na impunidade e, acima de tudo, nas leis trabalhistas, que só foram engenhadas e serviram para levar ao poder políticos corruptos e sindicalistas demagogos.
Pior que, em pleno século 21, com o povo já culturalmente evoluído, ainda há “caras de pau” insistindo em novas leis, querendo reduzir a semana de trabalho de 44 para 40 horas, e que, com o Projeto de Lei 3941/89, já conseguiram aumentar o tempo de aviso prévio em até 300%, para onerar ainda mais o trabalho. Demagogia não falta para encarecer ainda mais o custo Brasil.
Gostaria de pedir a esses sindicalistas que nos demonstrem que, além da farta demagogia, possuem também inteligência e apresentem uma solução que possa resolver o atual problema. Que promovam o ressurgimento de nossas indústrias, e em condições competitivas com as chinesas. E não me venham com a velha história de que os chineses ganham US$ 20 ou US$30 mensais porque nas cidades industriais o salário do operário, em moeda chinesa, é de 2 mil RMB (mais ou menos US$ 300), maior do que no Brasil; só que com 1 RMB se compra o equivalente ao que se compra com US$ 1 no Ocidente.
Isso porque os preços internos não são inflacionados por altíssimos impostos e por leis trabalhistas demagogas. Sindicalistas não sabem nada! E não têm o mínimo senso de responsabilidade em sua consciência, para pensar nos efeitos negativos de seus atos. Só sabem falar besteiras e, enquanto “defendem” os trabalhadores brasileiros, só usam produtos chineses!
Na China recolhem-se apenas tributos para a previdência social.
Prestem atenção a esta realidade da nossa sociedade: Quando uma pessoa vai trabalhar para uma empresa, só fica preocupada com os direitos que os políticos criaram para ela, como vale-transporte e alimentação, direitos de maternidade, paternidade, férias, 13º, PLR etc., e reclamando de trabalho escravo, movimentos repetitivos, acúmulo de funções, pressão psicológica, carga horária rigorosa, riscos na viagem de ida e volta ao trabalho etc.
Mas quando essa mesma pessoa, não encontrando trabalho nas empresas, decide montar seu próprio “ganha-pão” em casa, com uma máquina de costura ou outra coisa, ela passa a trabalhar 15, 16 horas por dia, visando a uma grande produção e boa qualidade. Quem é, nesse momento, seu escravizador? Ninguém. É a sua vontade de trabalhar. Quem é que está lhe tirando os direitos? Simplesmente não existem direitos. Existe, sim, a grande perspectiva de ser bem-sucedido, porque o sucesso só se alcança com muito trabalho, e não com direitos artificiais.
E lá na China essa filosofia não é de uma pessoa, mas de toda a nação. É no trabalho que os chineses estão encontrando a solução de todos os seus problemas, o sucesso de 1,5 bilhão de pessoas. Então nosso inimigo não está na China, mas dentro de casa. Em tudo o que torna nosso produto caro. Está na corrupção, na impunidade e, acima de tudo, nas leis trabalhistas, que só foram engenhadas e serviram para levar ao poder políticos corruptos e sindicalistas demagogos.
Pior que, em pleno século 21, com o povo já culturalmente evoluído, ainda há “caras de pau” insistindo em novas leis, querendo reduzir a semana de trabalho de 44 para 40 horas, e que, com o Projeto de Lei 3941/89, já conseguiram aumentar o tempo de aviso prévio em até 300%, para onerar ainda mais o trabalho. Demagogia não falta para encarecer ainda mais o custo Brasil.
Gostaria de pedir a esses sindicalistas que nos demonstrem que, além da farta demagogia, possuem também inteligência e apresentem uma solução que possa resolver o atual problema. Que promovam o ressurgimento de nossas indústrias, e em condições competitivas com as chinesas. E não me venham com a velha história de que os chineses ganham US$ 20 ou US$30 mensais porque nas cidades industriais o salário do operário, em moeda chinesa, é de 2 mil RMB (mais ou menos US$ 300), maior do que no Brasil; só que com 1 RMB se compra o equivalente ao que se compra com US$ 1 no Ocidente.
Isso porque os preços internos não são inflacionados por altíssimos impostos e por leis trabalhistas demagogas. Sindicalistas não sabem nada! E não têm o mínimo senso de responsabilidade em sua consciência, para pensar nos efeitos negativos de seus atos. Só sabem falar besteiras e, enquanto “defendem” os trabalhadores brasileiros, só usam produtos chineses!
*Reprodução liberada*GIUSEPPE TROPI SOMMA É EMPRESÁRIO E PRESIDENTE DA ABRAMACO. GIUSEPPE@CAVEMAC.COM.BR
domingo, 19 de fevereiro de 2012
SANTO DE PÉS DE BARRO - HUMBERTO DE LUNA FREIRE FILHO

Uma escola de samba de São Paulo, a Gaviões da Fiel, está antecipando os acontecimentos em pelo menos dois anos e passando à frente do que seria prerrogativa do Vaticano ao declarar Luiz Inácio Lula da Silva um santo. Queimou inclusive a etapa da beatificação. O homem já é São Jorge do Agreste. Derrotou a ditadura, estabilizou a economia, defendeu a liberdade de imprensa e acabou com a fome. Esqueceram de dizer que ele ficou rico e deixou no poder uma das maiores quadrilhas já surgidas na face da terra. Perdoo as emoções plenamente justificadas dos torcedores do Corinthians e encaro isso como festa de carnaval. Porém para 60% do editorado brasileiro é uma pura verdade e o santo de pés de barro ainda vai ter mais algum tempo na Terra Brasilis para continuar, mesmo fora da Ilha da Fantasia, promovendo milagres para alegrar a alma do bravo, heróico e politizado povo tupiniquim.
Humberto de Luna Freire Filho, médico
Humberto de Luna Freire Filho, médico
sábado, 18 de fevereiro de 2012
PREPARANDO O TERRENO

O corte de R$ 5, 4 bilhões nas verbas da saúde para o orçamento de 2012 não é só um absurdo sem tamanho, ai se está preparando o caminho para a volta do famigerado CPMF, a tal “imposto do cheque” que seria, segundo seus criadores, investido na saúde do brasileiro.
Não foi isto que aconteceu, a Saúde não viu nada do que foi arrecadado. Depois de muita luta conseguiu-se a extinção do tributo, coisa que o governo petista nunca se conformou. Agora, com o corte programado, quando a saúde estiver pior, muito, muito pior mesmo, do que já está, clamarão pela volta de um tributo que substitua o CPMF, agora, com os aplausos do povão. Eles não dão ponto sem nó!!!
Não foi isto que aconteceu, a Saúde não viu nada do que foi arrecadado. Depois de muita luta conseguiu-se a extinção do tributo, coisa que o governo petista nunca se conformou. Agora, com o corte programado, quando a saúde estiver pior, muito, muito pior mesmo, do que já está, clamarão pela volta de um tributo que substitua o CPMF, agora, com os aplausos do povão. Eles não dão ponto sem nó!!!
Imagem: WEB
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
DUPLIPENSAR - DEMÉTRIO MAGNOLI
Duplipensar
16 de fevereiro de 2012 3h 09
DEMÉTRIO MAGNOLI - O Estado de S.Paulo
A blogueira Yoani Sánchez, os aeroportos privatizados, os policiais amotinados - por três vezes, sucessivamente, o PT exercitou a arte da duplicidade, desfazendo com uma mão o que a outra acabara de fazer. Há mais que oportunismo na dissociação rotinizada entre o princípio da realidade e o imperativo da ideologia. A lacuna abissal entre um e outro sugere que, aos 32 anos, o maior partido do País alcançou um estado de equilíbrio sustentado sobre o rochedo da mentira.
Peça número 1: O governo brasileiro concedeu visto de entrada a Yoani Sánchez, enviando um nítido sinal diplomático, mas Dilma Rousseff se negou a pronunciar em Havana umas poucas palavras cruciais sobre o direito de ir e vir, enquanto seus auxiliares reverenciavam o "direito" da ditadura castrista de controlar os movimentos dos cidadãos cubanos. A voz do PT emanou de fontes complementares, que pautaram as declarações presidenciais na ilha. Circundando a Declaração Universal dos Direitos Humanos, diversos tratados internacionais e a Constituição brasileira, o assessor de política externa Marco Aurélio Garcia qualificou como um "problema de Yoani" a obtenção da autorização de viagem. Ecoando o pretexto oficial castrista, a ministra Maria do Rosário (dos Direitos Humanos!) declarou que Cuba não viola os direitos humanos, mas é vítima de uma violação histórica, representada pelo embargo norte-americano.
O alinhamento automático do PT à ditadura cubana revela extraordinária incapacidade de atualização doutrinária. A social-democracia europeia definiu sua relação com o princípio da liberdade política por meio de duas experiências históricas decisivas: a ruptura com os bolcheviques russos em 1917 e o confronto com a URSS de Stalin na hora do Pacto Germano-Soviético de 1939. O PT, contudo, não é um partido social-democrata. A sua inspiração tem raízes em outra experiência histórica, instilada no seu interior pelas correntes castristas que formam um dos três componentes originais do partido. Tal experiência é o "anti-imperialismo" da esquerda latino-americana, uma narrativa avessa ao princípio da liberdade política.
Peça número 2: Contrariando o renitente alarido petista de condenação da "privataria tucana", o governo leiloou três aeroportos para a iniciativa privada, mas, ato contínuo, o PT regurgitou as sentenças ortodoxas que compõem um estribilho estatista reproduzido à exaustão. Uma nota partidária anunciou a continuidade da "disputa ideológica sobre as privatizações", enquanto o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) se enredava na gramática da hipocrisia para formular distinções arcanas entre "concessões" e "privatizações".
A explicação corrente sobre essa dissonância radical entre palavras e atos aponta as motivações eleitorais de um partido que descobriu as vantagens utilitárias de demonizar adversários indisponíveis para defender a própria herança. Há, contudo, algo além disso, como insinua uma declaração do presidente petista Rui Falcão, que classificou os "adversários" do PSDB como "privatistas por convicção". O diagnóstico não faz justiça ao governo FHC, mas oferece pistas valiosas sobre a natureza de seu próprio partido.
O PT confusamente socialista das origens pouco se importava com o destino das empresas estatais, engrenagens do capitalismo nacional tardio erguido por Getúlio Vargas e aperfeiçoado por Ernesto Geisel. O partido só aderiu à ideia substituta do capitalismo de Estado após a queda do Muro de Berlim. No governo, aprendeu toda a lição: a rede de estatais configura um sistema de vasos comunicantes entre a elite política e a elite econômica, servindo ao interesse maior de perpetuação no poder e a uma miríade de interesses políticos e pecuniários menores. Os aeroportos foram privatizados para conjurar o espectro do fracasso da operação Copa do Mundo. Ao largo do território das convicções, sempre podem ser deflagradas novas privatizações: afinal, o partido antiprivatista tem como ícone José Dirceu, uma figura que prospera exercendo a função de intermediário entre o poder público e grandes grupos empresariais privados.
Peça número 3: O governo reprimiu o movimento dos PMs da Bahia e o PT condenou os atos criminosos de suas lideranças, mas não caracterizou a greve de militares como motim, deixando entreaberta a vereda para voltar a surfar na onda de episódios similares em Estados governados pela oposição. Os precedentes são conhecidos. Em 1992, quando o pefelista ACM governava a Bahia, o atual governador petista, Jacques Wagner, solidarizou-se com os PMs grevistas. Nove anos depois, quando a Bahia era governada pelo também pefelista César Borges, foi a vez do deputado Nelson Pelegrino, hoje candidato do PT à prefeitura de Salvador, proclamar seu apoio à greve dos PMs baianos. Durante a greve parcial de PMs paulistas, em 2008, no governo "inimigo" de José Serra, o PT formou uma comissão parlamentar de defesa do movimento.
A clamorosa duplicidade tem sua raiz profunda no papel desempenhado pelos sindicalistas do PT. A partidarização petista do movimento sindical moldou um corporativismo sui generis, que substitui os interesses da base sindical pelos do partido. No sindicalismo tradicional, tudo se deve subordinar às reivindicações de uma categoria. No sindicalismo petista, as reivindicações da base sindical devem funcionar como alavancas do projeto de poder do PT. Hoje, os PMs da Bahia são classificados como criminosos; amanhã, nas circunstâncias certas, PMs amotinados serão declarados trabalhadores comuns em busca de direitos legítimos.
O pensamento duplo não é um acidente no percurso do PT, mas, desde que o partido alcançou os palácios, sua alma política genuína. A tensão entre princípios opostos é real, mas não explosiva. Num país em que a oposição renunciou ao dever de discutir ideias, o partido governista tem assegurado o privilégio de rotinizar a mentira.
*SOCIÓLOGO, DOUTOR EM GEOGRAFIA HUMANA PELA USP
-- http://groups.google.com/group/por1brasilmelhor?hl=pt-BR
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
PRIORIDADE É CUBA - HUMBERTO DE LUNA FREIRE FILHO
Dona Dilma corta 5,5 bi no orçamento dos ministérios da Saúde e da Educação. Tem razão, ela está certíssima. Por que investir na saúde pública se os membros da Mega Quadrilha, quando precisam, frequentam os melhores hospitais privados do país e se deslocam da ilha da fantasia para São Paulo em jatos particulares ou da Força Aérea, tudo custeado pelo contribuinte? Para que investir em educação se quantos mais idiotas compuserem a massa eleitoral mais fácil será ganhar eleição? Lógico que esse dinheiro poderá ser investido no porto de Mariel. A múmia caribenha, o grande defensor dos direitos humanos, merece, não é verdade dona Dilma? Esse investimento terá valido se evacuar a sofrida população cubana. É só o que a ilha tem a exportar.
Humberto de Luna Freire Filho
Humberto de Luna Freire Filho
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
OS CANALHAS NOS ENSINAM MAIS - ARNALDO JABOR
PUBLICADO DO ESTADÃO DE 31/01/2012 - Arnaldo Jabor
Nunca vimos uma coisa assim. Ao menos, eu nunca vi. A herança maldita da política de sujas alianças que Lula nos deixou criou uma maré vermelha de horrores. Qualquer gaveta que se abra, qualquer tampa de lata de lixo levantada faz saltar um novo escândalo da pesada. Parece não haver mais inocentes em Brasília e nos currais do País todo. As roubalheiras não são mais segredos de gabinetes ou de cafezinhos. As chantagens são abertas, na cara, na marra, chegando ao insulto machista contra a presidente, desafiada em público. Um diz que é forte como uma pirâmide, outro que só sai a tiro, outro diz que ela não tem coragem de demiti-lo, outro que a ama, outro que a odeia. Canalhas se escandalizam se um técnico for indicado para um cargo técnico. Chego a ver nos corruptos um leve sorriso de prazer, a volúpia do mal assumido, uma ponta de orgulho por seus crimes seculares, como se zelassem por uma tradição brasileira.
Temos a impressão de que está em marcha uma clara “revolução dentro da corrupção”, um deslavado processo com o fito explícito de nos acostumar ao horror, como um fato inevitável. Parece que querem nos convencer de que nosso destino histórico é a maçaroca informe de um grande maranhão eterno. A mentira virou verdade? Diante dos vídeos e telefonemas gravados, os acusados batem no peito e berram: “É mentira!” Mas, o que é a mentira? A verdade são os crimes evidentes que a PF e a mídia descobrem ou os desmentidos dos que os cometeram? Não há mais respeito, não digo pela verdade; não há respeito nem mesmo pela mentira.
Mas, pensando bem, pode ser que esta grande onda de assaltos à Republica seja o primeiro sinal de saúde, pode ser que esta pletora de vícios seja o início de uma maior consciência critica. E isso é bom. Estamos descobrindo que temos de pensar a partir da insânia brasileira e não de um sonho de razão, de um desejo de harmonia que nunca chega.
Avante, racionalistas em pânico, honestos humilhados, esperançosos ofendidos! Esta depressão pode ser boa para nos despertar da letargia de 400 anos. O que há de bom nesta bosta toda?
Nunca nossos vícios ficaram tão explícitos! Aprendemos a dura verdade neste rio sem foz, onde as fezes se acumulam sem escoamento. Finalmente, nossa crise endêmica está em cima da mesa de dissecação, aberta ao meio como uma galinha. Vemos que o País progride de lado, como um caranguejo mole das praias nordestinas. Meu Deus, que prodigiosa fartura de novidades sórdidas estamos conhecendo, fecundas como um adubo sagrado, tão belas quanto nossas matas, cachoeiras e flores. É um esplendoroso universo de fatos, de gestos, de caras. Como mentem arrogantemente mal! Que ostentações de pureza, candor, para encobrir a impudicícia, o despudor, a mão grande nas cumbucas, os esgotos da alma.
Ai, Jesus, que emocionantes os súbitos aumentos de patrimônio, declarações de renda falsas, carrões, iates, piscinas em forma de vaginas, açougues fantasmas, cheques podres, recibos laranjas de analfabetos desdentados em fazendas imaginárias.
Que delícia, que doutorado sobre nós mesmos!… Assistimos em suspense ao dia a dia dos ladrões na caça. Como é emocionante a vida das quadrilhas políticas, seus altos e baixos – ou o triunfo da grana enfiada nas meias e cuecas ou o medo dos flagrantes que fazem o uísque cair mal no Piantella diante das evidências de crime, o medo que provoca barrigas murmurantes, diarreias secretas, flatulências fétidas no Senado, vômitos nos bigodes, galinhas mortas na encruzilhada, as brochadas em motéis, tudo compondo o panorama das obras públicas: pontes para o nada, viadutos banguelas, estradas leprosas, hospitais cancerosos, orgasmos entre empreiteiras e políticos.
Parece que existem dois Brasis: um Brasil roído por ratos políticos e um outro Brasil povoado de anjos e “puros”. E o fascinante é que são os mesmos homens. O povo está diante de um milenar problema fisiológico (ups!) – isto é, filosófico: o que é a verdade?
Se a verdade aparecesse em sua plenitude, nossas instituições cairiam ao chão. Mas, tudo está ficando tão claro, tão insuportável que temos de correr esse risco, temos de contemplar a mecânica da escrotidão, na esperança de mudar o País.
Já sabemos que a corrupção não é um “desvio” da norma, não é um pecado ou crime – é a norma mesmo, entranhada nos códigos, nas línguas, nas almas. Vivemos nossa diplomação na cultura da sacanagem.
Já sabemos muito, já nos entrou na cabeça que o Estado patrimonialista, inchado, burocrático é que nos devora a vida. Durante quatro séculos, fomos carcomidos por capitanias, labirintos, autarquias. Já sabemos que enquanto não desatracarmos os corpos públicos e privados, que enquanto não acabarem as emendas ao orçamento, as regras eleitorais vigentes, nada vai se resolver. Enquanto houver 25 mil cargos de confiança, haverá canalhas, enquanto houver Estatais com caixa-preta, haverá canalhas, enquanto houver subsídios a fundo perdido, haverá canalhas. Com esse Código Penal, com essa estrutura judiciária, nunca haverá progresso.
Já sabemos que mais de R$ 5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas. Não adianta punir meia dúzia. A cada punição, outros nascerão mais fortes, como bactérias resistentes a antigas penicilinas. Temos de desinfetar seus ninhos, suas chocadeiras.
Descobrimos que os canalhas são mais didáticos que os honestos. O canalha ensina mais. Os canalhas são a base da nacionalidade! Eles nos ensinam que a esperança tem de ser extirpada como um furúnculo maligno e que, pelo escracho, entenderemos a beleza do que poderíamos ser!
Temos tido uma psicanálise para o povo, um show de verdades pelo chorrilho de negaças, de “nuncas”, de “jamais”, de cínicos sorrisos e lágrimas de crocodilo. Nunca aprendemos tanto de cabeça para baixo. Céus, por isso é que sou otimista! Ânimo, meu povo! O Brasil está evoluindo em marcha à ré!
Temos a impressão de que está em marcha uma clara “revolução dentro da corrupção”, um deslavado processo com o fito explícito de nos acostumar ao horror, como um fato inevitável. Parece que querem nos convencer de que nosso destino histórico é a maçaroca informe de um grande maranhão eterno. A mentira virou verdade? Diante dos vídeos e telefonemas gravados, os acusados batem no peito e berram: “É mentira!” Mas, o que é a mentira? A verdade são os crimes evidentes que a PF e a mídia descobrem ou os desmentidos dos que os cometeram? Não há mais respeito, não digo pela verdade; não há respeito nem mesmo pela mentira.
Mas, pensando bem, pode ser que esta grande onda de assaltos à Republica seja o primeiro sinal de saúde, pode ser que esta pletora de vícios seja o início de uma maior consciência critica. E isso é bom. Estamos descobrindo que temos de pensar a partir da insânia brasileira e não de um sonho de razão, de um desejo de harmonia que nunca chega.
Avante, racionalistas em pânico, honestos humilhados, esperançosos ofendidos! Esta depressão pode ser boa para nos despertar da letargia de 400 anos. O que há de bom nesta bosta toda?
Nunca nossos vícios ficaram tão explícitos! Aprendemos a dura verdade neste rio sem foz, onde as fezes se acumulam sem escoamento. Finalmente, nossa crise endêmica está em cima da mesa de dissecação, aberta ao meio como uma galinha. Vemos que o País progride de lado, como um caranguejo mole das praias nordestinas. Meu Deus, que prodigiosa fartura de novidades sórdidas estamos conhecendo, fecundas como um adubo sagrado, tão belas quanto nossas matas, cachoeiras e flores. É um esplendoroso universo de fatos, de gestos, de caras. Como mentem arrogantemente mal! Que ostentações de pureza, candor, para encobrir a impudicícia, o despudor, a mão grande nas cumbucas, os esgotos da alma.
Ai, Jesus, que emocionantes os súbitos aumentos de patrimônio, declarações de renda falsas, carrões, iates, piscinas em forma de vaginas, açougues fantasmas, cheques podres, recibos laranjas de analfabetos desdentados em fazendas imaginárias.
Que delícia, que doutorado sobre nós mesmos!… Assistimos em suspense ao dia a dia dos ladrões na caça. Como é emocionante a vida das quadrilhas políticas, seus altos e baixos – ou o triunfo da grana enfiada nas meias e cuecas ou o medo dos flagrantes que fazem o uísque cair mal no Piantella diante das evidências de crime, o medo que provoca barrigas murmurantes, diarreias secretas, flatulências fétidas no Senado, vômitos nos bigodes, galinhas mortas na encruzilhada, as brochadas em motéis, tudo compondo o panorama das obras públicas: pontes para o nada, viadutos banguelas, estradas leprosas, hospitais cancerosos, orgasmos entre empreiteiras e políticos.
Parece que existem dois Brasis: um Brasil roído por ratos políticos e um outro Brasil povoado de anjos e “puros”. E o fascinante é que são os mesmos homens. O povo está diante de um milenar problema fisiológico (ups!) – isto é, filosófico: o que é a verdade?
Se a verdade aparecesse em sua plenitude, nossas instituições cairiam ao chão. Mas, tudo está ficando tão claro, tão insuportável que temos de correr esse risco, temos de contemplar a mecânica da escrotidão, na esperança de mudar o País.
Já sabemos que a corrupção não é um “desvio” da norma, não é um pecado ou crime – é a norma mesmo, entranhada nos códigos, nas línguas, nas almas. Vivemos nossa diplomação na cultura da sacanagem.
Já sabemos muito, já nos entrou na cabeça que o Estado patrimonialista, inchado, burocrático é que nos devora a vida. Durante quatro séculos, fomos carcomidos por capitanias, labirintos, autarquias. Já sabemos que enquanto não desatracarmos os corpos públicos e privados, que enquanto não acabarem as emendas ao orçamento, as regras eleitorais vigentes, nada vai se resolver. Enquanto houver 25 mil cargos de confiança, haverá canalhas, enquanto houver Estatais com caixa-preta, haverá canalhas, enquanto houver subsídios a fundo perdido, haverá canalhas. Com esse Código Penal, com essa estrutura judiciária, nunca haverá progresso.
Já sabemos que mais de R$ 5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas. Não adianta punir meia dúzia. A cada punição, outros nascerão mais fortes, como bactérias resistentes a antigas penicilinas. Temos de desinfetar seus ninhos, suas chocadeiras.
Descobrimos que os canalhas são mais didáticos que os honestos. O canalha ensina mais. Os canalhas são a base da nacionalidade! Eles nos ensinam que a esperança tem de ser extirpada como um furúnculo maligno e que, pelo escracho, entenderemos a beleza do que poderíamos ser!
Temos tido uma psicanálise para o povo, um show de verdades pelo chorrilho de negaças, de “nuncas”, de “jamais”, de cínicos sorrisos e lágrimas de crocodilo. Nunca aprendemos tanto de cabeça para baixo. Céus, por isso é que sou otimista! Ânimo, meu povo! O Brasil está evoluindo em marcha à ré!
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