quinta-feira, 11 de agosto de 2011

PARA REFRESCAR A MEMÓRIA... MANOEL PASTRANA




O ex-chanceler Celso Amorim e o ex-guerrilheiro José Genoino, o primeiro como ministro da Defesa e o segundo como assessor especial, são exemplos de coragem e patriotismo que servem de estímulo à tropa. Certamente os militares devem estar muito satisfeitos, orgulhosos com a missão que têm de defender o país. O Brasil está muito bem em termo de defesa, assim como está no combate à corrupção (os corruptos estão com tanto medo da repressão contra eles, que o verbo corromper só se conjuga no passado...).

Quando Evo Morales, também conhecido como “Evo Petrobale” ou “Evo Cocale”, com seus bem nutridos soldados de 1,90m de altura, invadiram as instalações da Petrobras na Bolívia e tomaram no grito a propriedade brasileira, Celso Amorim, então ministro das Relações Exteriores, disse a Lula que Morales estava no direito dele. Parece que Lula gostou do que ouviu e nada fez em defesa da estatal brasileira. Como “prêmio” à “coragem” de “Cocale”, Lula perdoou dívida de 52 milhões de dólares da Bolívia para com o Brasil e ainda aceitou que o invasor aumentasse o preço do gás que vende para nós.

Celso Amorim também auxiliou Lula a ajudar o bispo mulherengo Fernando Lugo a cumprir promessa de campanha pela Presidência do Paraguai. O bispo Lugo, que não levava a sério as limitações do sacerdócio e “faturou” umas devotas, engravidando várias delas, elegeu-se presidente do Paraguai prometendo obrigar o Brasil a pagar o “preço justo” da energia que o país dele nos “vende”, em decorrência da sociedade que tem na Hidrelétrica de Itaipu. Lula aceitou a imposição do companheiro guarani e o Brasil passou a pagar 300% a mais pela energia “comprada” do Paraguai.

O Paraguai é sócio do Brasil na Hidrelétrica de Itaipu. Como aquele país consome apenas 5% da energia a que tem direito na sociedade, vendia o restante ao Brasil pelo preço de custo. Fernando Lugo fez campanha e foi eleito, acusando o nosso país de ser explorador. Ele teria razão, se não fosse um pequeno detalhe: o Paraguai não gastou um único centavo com a construção da mega hidrelétrica. Tudo foi suportado pelo contribuinte brasileiro.



Para se ter uma ideia da dimensão de Itaipu, que continua sendo a maior hidrelétrica do mundo, mais de 40 mil operários participaram da obra. Foram 13 anos de construção, sendo gasto 15 vezes mais concreto do que no Eurotúnel que liga a Inglaterra à França. Aliás, 15 mil operários levaram sete anos escavando a construção do Eurotúnel, porém o volume de escavação na construção de Itaipu é 8,5 vezes maior do que o do empreendimento europeu. Itaipu é tão grande que hoje, 26 anos depois de sua construção, o Paraguai só consegue consumir 5% dos 50% da energia que lhe cabe na sociedade.



Nessa sociedade, o país vizinho só entrou com a cara. É como se um empresário convidasse um mendigo para construir um shopping no lugar onde este dormia. O mendigo teria 50% de direito na sociedade, sendo que sua quota financeira no empreendimento seria paga com o faturamento do shopping quando entrasse em funcionamento. Mutatis mutandis (feitos os ajustes necessários), foi isso o que aconteceu no referido empreendimento. O Paraguai não teria a menor condição de arcar financeiramente, pois o investimento representava várias vezes o seu PIB (Produto Interno Bruto). Então o Brasil assumiu o ônus financeiro, sendo que a parte do Paraguai ficou para ser paga com excedente da energia que lhe cabe na sociedade, e não consegue consumir.



Pelo acordo, o Brasil comprava o excedente da energia a preço de custo, sendo que a quitação da dívida do Paraguai ocorrerá no ano de 2023. A compra pelo preço de custo era justa, pois o investimento fora realizado apenas pelo contribuinte brasileiro. Não é razoável o Paraguai, que nada investiu, querer ter lucro em cima do investimento brasileiro. É muito o que aquele país já ganhou, porquanto desde a construção, no início da década de setenta, ele vem se beneficiando, pois milhares de empregos diretos e indiretos contemplaram tanto brasileiros como paraguaios, e a estes só coube o bônus; alem disso, em 2023, com a quitação da dívida na sociedade, o Paraguai será dono de 50% de um empreendimento de muitos bilhões de dólares, várias vezes superior ao seu PIB.



Por ter cedido ao capricho do presidente Paraguaio, Lula onerou o contribuinte brasileiro em 300% do valor da energia adquirida da quota do Paraguai, cujo investimento foi brasileiro. O presente de Lula foi aprovado pelo Congresso Nacional em maio desde ano. A “justificativa” para a aprovação é que o aumento do valor da energia, que representará algumas centenas de milhões de dólares a jorrar nos cofres paraguaios todos os anos, não será repassado ao consumidor, pois os recursos sairão do Tesouro Nacional. A pergunta que se faz é quem banca o Tesouro Nacional? É o Lula com suas palestras? É o Celso Amorim com suas aulas? Ou...



É o espoliado contribuinte brasileiro que trabalha mais de cinco meses por ano somente para pagar impostos e terá mais uma conta a ser suportada em razão dos caprichos megalomaníacos de uma pessoa, que nunca deu duro para estudar (há estudantes no interior da Amazônia que saem de suas casas 11 horas da noite para estudar no outro dia. Lula não precisaria fazer tal sacrifício, mas ele preferiu não estudar...), bem como se aposentou muito cedo, não sabendo como é duro trabalhar para pagar impostos.

A propósito, em apenas oito anos de mandato, Lula endividou o Brasil em um trilhão de reais (dívida pública interna), o que representa mais de seiscentos bilhões de dólares. Em 20 anos de governo, os militares endividaram o país em 100 bilhões de dólares, ou seja, em apenas oito anos, Lula endividou o Brasil seis vezes mais do que os militares endividaram em 20 anos de governo, sendo que os milicos fizeram várias obras gigantescas como, por exemplo, a Hidrelétrica de Itaipu; enquanto Lula apenas prometeu, mas não fez nenhuma obra de porte grande. A infraestrutura do país continua a mesma do século passado. E mais. Ao contrário dos governos Sarney, Collor, Itamar e FHC que passaram por situações de instabilidade econômica, sendo necessário investir em vários planos econômicos, Lula não precisou investir em nenhum plano, pois apenas continuou com o Real.

Pois é, além de Lula ter saído passeando pelo mundo, torrando o dinheiro suado do imposto do contribuinte no luxuoso Aerolula, ele fazia muita “caridade”, perdoando dívidas de países devedores do Brasil. A paixão dele era por ditadores; por exemplo, ele perdoou dívida do Gabão, governado por um ditador, acusado de possuir bilhões de dólares em paraísos fiscais. Se não bastassem a roubalheira com a corrupção interna, os gastos astronômicos com cabide de empregos e exageradas mordomias, o grande “estadista” distribuía benesses mundo a fora. Tudo, claro, custeado pelo contribuinte brasileiro.

Lula, o Papai Noel de ditadores, saiu, mas a conta ficou. A dívida interna está quase chegando a dois trilhões de reais. A externa, que disseram ter sido paga em 2005 (e muita gente acreditou...), está quase chegando a 300 bilhões de dólares. Os efeitos disso repercutem diretamente no emprego das montanhas de recursos arrecadados com os impostos. Só nos cinco primeiros meses do ano, foram arrecadados meio trilhão de reais. Grande parte desse gigantesco recurso deve ter sido utilizada para pagar juros da dívida, principalmente a interna, outra robusta parte deve ter vazado pelo ralo da corrupção, uma parte menor, mas de bom tamanho, deve ter sido utilizada para fazer publicidade, a fim de ocultar a verdadeira realidade, sobrando muito pouco como retorno à sociedade. É por isso que o Brasil está com a infraestrutura do século passado, e a educação, saúde, segurança e outros serviços públicos são prestados em condições piores as de países do Terceiro Mundo.

A propósito, no livro “Viagens com o Presidente”, editora Record, 2ª edição, p.93, está registrado para que gerações futuras saibam, já que a atual parece não querer saber, o critério utilizado pelo ex-presidente Lula para “conquistar o mundo”. O registro consigna a grande importância do atual ministro da Defesa, Celso Amorim, no magnífico trabalho desenvolvido pelo ex-presidente, que hoje ensina o que fez nas suas palestras. Vejamos o registro:

“Nas viagens internacionais, (Lula) tem outra mania. Logo no início do trajeto de volta ao Brasil, chama o ministro Celso Amorim e um oficial da Aeronáutica à sua cabine e, com a ajuda de um grande mapa-múndi, trata de ficar imaginando quais poderiam ser as próximas nações a serem visitadas. A rotina, então, é questionar Amorim sobre as características dos países apontados por ele no mapa, e ao militar pergunta a respeito de questões técnicas das rotas imaginadas, como escalas e trajetórias viáveis à aeronave.”

Como se vê, Celso Amorimo, ex-ajudante do Papai Noel de ditadores, foi muito importante no governo passado e agora o será no Governo Dilma, ainda mais contando com o assessoramento do ex-guerrilheiro José Genoino. Para quem não sabe, Genoino participou da chamada Guerrilha do Araguaia, ou melhor, ele quase participou, pois antes mesmo que fosse dado o primeiro tiro, o nosso herói desistiu da luta. Não só desistiu, como ajudou a seus companheiros a desistir.

Havia cerca de 90 guerrilheiros na Selva Amazônica. Os militares não tinham certeza da existência deles, então enviaram cerca de dez homens do serviço de inteligência para a região. Quando os guerrilheiros souberam que os milicos estavam na área, eles fizeram igual àqueles “corajosos” trezentos e poucos bandidos, armados de fuzis, que fugiram do morro igual a galinhas assustadas com medo da raposa, quando dois pequenos tanques com duas dúzias de policiais subiram o morro. Os “valentes” guerrilheiros fizeram o mesmo, tomaram doril e sumiram na densa selva, deixando para trás o acampamento e um faminto cachorro vira lata.

Genoino foi pego no meio do caminho, interrogado pelos milicos, ele disse que se chamava “Geraldo” e que era um caboclo da região. Os militares pediram para ver a mão dele e observaram que era igual a do Lula (a mão do caboclo é grossa, devido ao trabalho duro). “Geraldo” foi conduzido para o acampamento abandonado. Lá chegando foi “dedurado” pelo vira lata que foi para cima dele abanando o rabo e fazendo ruídos característicos de cães que pedem desesperadamente comida. Com a certeza de que “Geraldo” não era Geraldo, os militares disseram que se ele não colaborasse, seus “documentos” seriam extraídos com o próprio facão (ele portava um facão na cintura, quando foi pego) e serviriam de fonte de proteína para o animal faminto.

Apavorado com o “argumento” dos militares, Genoino abriu o verbo. Informou o nome falso que cada guerrilheiro usava, posição que ocupava na guerrilha etc. Além disso, tirou foto e fez declaração a seus companheiros para que se entregassem. O material foi confeccionado em panfletos e jogado de helicópteros no meio da selva. A estratégia funcionou, a maioria se entregou e quem não seguiu o conselho de Genoino virou presunto.

Portanto, Genoino tem todos os requisitos para o importante cargo que exerce, inclusive foi condecorado em maio deste ano com a “Medalha da Vitória”. Ele faz jus à condecoração, pois é um vitorioso, ponha vitorioso nisso...

Com efeito, a experiência e o elevado espírito nacionalista do ex-chanceler Celso Amorim e mais a coragem do ex-guerrilheiro José Genoino, os brasileiros podem ficar tranquilos: a defesa do país está em boas mãos; boas, não, ótimas...



Manoel Pastana

Procurador da República e Escritor

www.manoelpastana.com.br







quinta-feira, 4 de agosto de 2011

SEQUÊNCIA DE ESCÂNDALOS NA GESTÃO DILMA ROUSSEFF AMEAÇA O RECORD DE LULLA - JÚLIO FERREIRA

Pense numa gestãozinha esculhambada! Em sete meses na Presidência da República, Dilma Rousseff já enfrentou pelo menos três escândalos envolvendo diretamente alguns dos ministros que escolheu para participar do seu Governo, tais como: 1) Sobre o Chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, descobriu-se que tinha o "vício de multiplicar dinheiro", através do qual, somente durante o período em que coordenou da campanha presidencial de 2010, conseguiu "potencializar" sua fortuna pessoal em algumas dezenas de vezes. Em um acesso de vergonha na cara, ou talvez com medo de que as investigações fossem aprofundadas, pediu pra sair; 2) Posteriormente, veio o escândalo envolvendo Aloizio Mercadante, titular do Ministério da Ciência e Tecnologia (???), acusado de ter sido o "aloprado-mor", naquele tragicômico episódio da compra do falso dossiê contra o então candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra, em 2006. Esse, com a resiliência que lhe é peculiar, fez cara de paisagem, e manteve a "boquinha"; 3) O mais recente é o escândalo do Ministério dos Transportes, onde foi descoberto um gigantesco esquema de fraudes em licitações e superfaturamentos nas obras do PAC, que acabou por causar a queda do ministro Alfredo Nascimento, mas está longe de ter chegado ao fim, pois, ao que tudo indica, ainda tem muita sujeira escondida "debaixo do tapete". Do jeito que a coisa vai, dona Dilma vai acabar batendo o triste recorde de escândalos vivenciados por seu "padrinho" e antecessor, o indefectível Lulla, aquele que durante oito anos usou e abusou da estratégia de fingir que não sabia nada sobre nada. Se cinismo pagasse imposto...

Júlio Ferreira
Recife - PE
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terça-feira, 2 de agosto de 2011

QUAL SERÁ O LIMITE PARA A IRRESPONSÁVEL RESILIÊNCIA DOS BRASILEIROS? - JÚLIO FERREIRA







Espero que após ver o Poder Público financiar a festa armada para o sorteio dos grupos para a Copa do Mundo de 2014, distribuindo mil e uma mordomias às custas do erário, os brasileiros entendam, de uma vez por todas, que os nossos políticos, independente de opção partidária ou viés ideológico, são todos contumazes mentirosos, que não tem a mínima vergonha em enganar os otários que ainda acreditam em suas balelas. Será que os brasileiros já esqueceram as "garantias" do ex-presidente Lulla, quando da escolha do Brasil para sede da Copa do Mundo de 2014, de que o dinheiro público só seria utilizado em obras de infraestrutura, tal como melhorias nas áreas de transportes e comunicações? Que mentira, que lorota boa! O que estamos vendo é um contínuo "estupro" dos cofres públicos, com o dinheiro verde-amarelo sendo desviado da saúde, educação e segurança pública, de forma direta ou indireta, para custear, por exemplo, a construção de estádios desnecessários, como o que estão fazendo em Pernambuco, onde está sendo erguida uma nova "arena", mesmo tendo no Recife o Estádio do Arruda, que poderia, com alguns ajustes, ser utilizado para a Copa de 2014, ou como está sendo feito em São Paulo, onde um estádio "particular" está sendo construído, graças a mecanismos fiscais que criam, por portas e travessas, oportunidades de aporte de dinheiro público na obra. Isso é uma vergonha! Quando chegará a hora em que os brasileiros, deixando de lado sua característica resiliência, darão um basta para essa "epidemia de maracutaias" que assola o país?

Júlio Ferreira
Recife - PE
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sábado, 30 de julho de 2011

O RATO QUE RUGE - JÚLIO FERREIRA



Toda vez que vejo o novo Ministro dos Transportes relatando seus "feitos" em termos da implementação de uma política de moralização no órgão, lembro-me de uma antiga comédia inglesa, intitulada "O Rato que Ruge", lançado em 1959, no qual o hilário rei de um minúsculo país europeu, protagonizado por Peter Sellers, na ânsia de ganhar visibilidade mundial, e resolver os problemas do reino, usa o falacioso artifício de invadir os Estados Unidos da América. Assistindo as "lorotas" do ministro Paulo Passos, ao exaltar sua competência no papel de "faxineiro" do Ministério dos Transportes, fico cada vez mais convencido de que a escolha do seu nome para o cargo foi uma manobra friamente elaborada, exatamente para que, ao dar a impressão de que grandes descobertas estão sendo feitas, inclusive com punições para alguns "gatos pingados", as mais escabrosas maracutaias possam ser devidamente maquiadas e/ou "empurradas para baixo do tapete". Afinal, ao colocar Paulo Passos no lugar do ex-ministro Alfredo Nascimento, afastado por conta de fraudes em concorrência, superfaturamento de obras e "otras cositas más", entregou-se a tarefa de conduzir as investigações ao ex-ocupante da Secretaria Executiva do Ministério dos Transportes, função na qual, nada mais lógico pensar, que estivesse, pelo menos, ciente de muitas das "armações" engendradas por seu antecessor. É isso ai! Se é para fazer uma "faxina seletiva", nada melhor do que nomear para a "devassa" alguém que sabe perfeitamente o que deve, e o que não deve, ser "descoberto". Entendeu o "espírito da coisa"?

Júlio Ferreira
Recife - PE
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AMAZÔNIA - PAULO CONRADO

O Estado de São Paulo, 30-07-2011
Dos Leitores
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110730/not_imp751856,0.php
AMAZÔNIA

A criação da reserva indígena Raposa Serra do Sol teve quatro grandes culpados. Os prejudicados foram os brancos que viviam em paz, e produzindo na região, os índios, que hoje se encontram na indigência e, principalmente, o país, que ficou com suas fronteiras escancaradas, completamente vulneráveis aos traficantes de drogas, contrabandistas de armas para dentro do país, e de riquezas minerais para fora. O primeiro grande culpado foi Lula, que assinou o decreto criando-a. Tarso deu tudo de si para que se concretizasse a desgraça. O STF não fez nada para evitar a tragédia. O papel de Lula explica-se pelo limitado conhecimento. Tarso, devido a seu maldito fanatismo comunista. O STF não tem desculpa, por desrespeitar a Constituição Federal. E, por fim, o Congresso, que cruzou os braços, e não fez nada para evitar que a tragédia acontecesse. Da Funai, não há nada a comentar. Não passa de um sorvedouro do dinheiro público, marcado pela corrupção. Não podemos esquecer as dezenas de ONGs que atuam abertamento na região amazônica, sem qualquer fiscalização, muitas delas trabalhando a favor de grupos estrangeiros. De qualquer forma vamos perder a Amazônia, ou com a ONU decretando-a patrimônio da humanidade, ou pela tomada das grandes potências estrangeiras.

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

sexta-feira, 29 de julho de 2011

ROUBOU, TÁ ROUBADO!

Temos visto nos últimos dias, a seqüência de escândalos que espocaram, assim como pipoca no forno micro-ondas, no Ministério dos Transportes. A presidente Dilma, tentando tapar o sol com a peneira, quer passar a idéia de que está fazendo uma faxina no ministério, em particular, no Dnit. Todavia, o que se vê, são demissões de alguns funcionários e também do ministro da área, porém, a faxina, se fosse para valer, seria total, com a mudança de cima em baixo, com a nomeação de alguém, capaz e com "ficha limpa" se é que se poderia encontrar tal elemento nos hostes petistas ou aliadas. Agora, o que chama bastante atenção e nos deixa ainda mais indignados com a roubalheira, que a cada dia se torna maior, é que os ladrões estão sendo demitidos, porém, o dinheiro roubado, como é que fica? Ninguém vai para a cadeia, ninguém devolve o butim?

quinta-feira, 28 de julho de 2011

CULTURA: IMPORTANTE DIFERENCIAL PARA SE DESTACAR NO MUNDO CORPORATIVO - LUIZ CARLOS CABRERA




Cultura: importante diferencial para se destacar no mundo corporativo

Investimento em tempo e dedicação para uma boa formação cultural tem retorno imediato no cenário corporativo globalizado, principalmente com a crescente participação de empresas multinacionais na economia brasileira. "O profissional culto se destaca por onde quer que passe, seja numa entrevista de emprego, numa conversa informal com um cliente ou no fechamento de um importante negócio", garante o professor de Gestão de Carreiras e consultor, Luiz Carlos Cabrera.

Conhecer a cultura do País e se munir de informações acerca da realidade local é obrigação de todo indivíduo. “Entretanto, conhecer a cultura de outros países deve se tornar um hábito para os profissionais recém-egressos ao mercado de trabalho e também para aqueles que já atuam há muito tempo”, salienta Cabrera, garantindo que essa dica é infalível para quem busca galgar novos espaços e expandir seus negócios.

Para que um profissional se posicione, apresente seus pontos de vista e forneça novas idéias sobre determinado assunto é necessário manter um olhar crítico e obter conhecimentos gerais sobre os temas reinantes na mídia e na sociedade. “Pessoas que possuem uma consistente bagagem cultural são mais interessantes e atrativas em suas conversas e participações”.

“Geralmente, o profissional opta por agregar conhecimentos técnicos à sua carreira, relevando o investimento em cultura para um segundo plano. A técnica, sem dúvida, é muito importante, mas o profissional que alargar seus conhecimentos para outras áreas, temas e aspectos da empresa poderá lidar melhor com os problemas. Em um horizonte mais amplo, quem possui um bom repertório cultural desenvolve a capacidade de diagnosticar mais rapidamente as situações, chegando a soluções adequadas, associando estas à técnica profissional ”, afirma Cabrera.

O consultor observa que o profissional do mundo moderno deve estar sempre bem informado sobre vários assuntos, desenvolvendo uma análise crítica sobre os mesmos. Para isso ele recomenda: ler um livro por quinzena, assistir a um filme por quinzena, ir a um concerto por mês, fazer uma visita a um museu a cada dois meses, fazer um curso sobre filosofia a cada três meses. “O mercado de trabalho está carente de profissionais cultos. Falta conhecimento de história, geografia, pintura, música e literatura. O nível cultural é que leva o indivíduo a entender rapidamente contextos complexos e a fazer julgamentos acertados”, observa.

FONTE: CRC/SP ON-LINE