sexta-feira, 4 de março de 2011

REVOLTA NO MUNDO ÁRABE - 4


Que diferença heim? No conflito da Líbia, os Estados Unidos, Reino Unido, França e outros países ameaçam intervir militarmente no pais. Quando o povo saharaui foi massacrado em seu próprio pais pelas forças do Marrocos, nenhum destes grandes países se tocou, não estavam nem ai para os Direitos Humanos, a não ser alguma poucas críticas na Assembleia Geral da ONU, nada mais que isto. Até hoje, nada de efetivo foi feito para ajudar este humilde povo, violentado em seu próprio pais por forças estrangeiras. A diferença é que lá não tem petróleo!

Na Líbia existe uma das maiores reservas de petróleo do mundo, ai que mora o interesse das grandes nações! Não que elas se preocupem muito com os D.H. dos líbios, querem é garantir o fornecimento do ouro negro!

Segundo jornais internacionais o Presidente Barack Obama afirmou, esta quinta-feira, que caso seja necessário o seu país está preparado par intervir na Líbia.

“A violência tem de parar! Muammar Kadhafi perdeu a legitimidade e deve sair! Quero assegurar que os Estados Unidos têm capacidade para reagir de uma forma rápida, caso a situação se deteriore e se transforme numa crise humanitária”, afirmou ele.

Crise humanitária heim? No Sahara Ocidental não houve crise humanitária?

Não tive mais notícias do que tem acontecido por lá, principalmente em El Aaiun, espero que a manifestação programada tenha sido pacífica e que as manifestações no próprio Marrocos tenham uma repercussão positiva para os saharauis!
Interessante como reagem os ditadores e terroristas quando as coisas são contra eles: Kadhafi reclama da intervenção do que chama de problemas internos de seu pais, todavia, não se furtou de intervir com atos terroristas pelo mundo todo: quem não se lembra do atentado contra o avião da PAN AM em 1988 com 280 mortos, o atentado em 1986 na explosão da La Belle em Berlim com 3 mortes e 229 feridos? Constam ainda em seu curriculum a ajuda financeira e logística a todas as facções terroristas espalhadas pelo mundo durante o seu governo na Líbia!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

REVOLTA NO MUNDO ÁRABE - 3


MASSACRE NA LÍBIA
Gostaria de saber o que diria agora nosso ex-presidente, o “Cara” que, quando da abertura da Cúpula da União Africana em 2009 disse, saudando Muamar Kadafi: “Meu amigo, meu irmão e líder”.
Kadafi mandou metralhar e bombardear o seu próprio povo nas ruas de Trípoli e de outras cidades. Muitas pessoas morreram e muitas ainda vão morrer, porém o sangue derramado não será em vão, militares estão aderindo aos rebeldes, embaixadores renunciam pelo mundo afora, cada vez mais, o povo se une e o movimento aumenta nas ruas das principais cidades e também nas vilas e povoados do pais.
Kadafi, o maior apoiador do terrorismo mundial, foi escolhido a dedo pelo “Cara” para fazer parte de seu seleto grupo de amigos internacionais manchando para sempre a imagem do nosso Itamarati que sempre foi um exemplo de conduta no mundo da diplomacia.
Este terrorista teve a ousadia de declarar que na Líbia -“o poder é exercido pelo povo!” e ainda que ele vai lutar até a morte para se oferecer como mártir pelo seus pais. Tanto é verdade que seu povo teve a honra se ser metralhado e bombardeado pelas suas forças armadas. Felizmente, soldados teem família: pai, mãe, irmãos, filhos e esposas e já começaram a desertar e passar para o lado dos rebeldes. Aviões militares foram desviados para Malta com seus armamentos pesados, outros estão explodindo no deserto abandonados em pleno vôo por seus pilotos que simplesmente se ejetam e deixam o aparelho cair!
Os massacres que ele ordena contra seu povo, um dia devem ser julgados pelos tribunais internacionais e ele deverá ser condenado por genocídio e crimes contra a humanidade!
Consta que sua fortuna pessoal é da ordem de US$70 bilhões enquanto a maioria de seu povo vive na miséria! É este o governo para o povo que ele alega: dinheiro para ele, bombas para o povo!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

REVOLTA NO MUNDO ÁRABE - 2


O fogo aceso por Mohamed Bonazizi em sua auto-imolação em Túniz em 17 de dezembro de 2010 e os protestos do povo saharaui no acampamento de Gdeim Izik (dignidade) algum tempo antes, foram o estopim da revolta que tem levado ao desespero os déspotas do norte da África e do Oriente Próximo. Na Tunísia caiu o “presidente” Ben Ali, no poder há 23 anos, depois foi a vez de Osni Mubarak, no Egito, ditador há mais de 30 anos.
O vento da liberdade se espalhou: Marrocos, Líbia, Argélia, Yemen, Jordânia, Sultanato de Omã, Irã, as populações se rebelaram em busca do: progresso humano, dignidade, liberdade e justiça que é o que os tiranos não querem oferecer, pois querem apenas o poder e a riqueza para si próprios, e o povo que se dane...
A pressão popular tem tirado o sono dos tiranos de plantão, a pressão popular tem conseguido a adesão de parte das forças armadas dos vários países e assim vai aumentando cada vez mais o poder das revoltas e da vontade do povo. Em alguns países, como o Irã, a rebeldia tem custado a vida de muitos ativistas, embora nosso ex-presidente tenha comparado a revolta de lá a apenas uma briga de torcidas inconformadas com a derrota de seu time, assim como de um Fla-Flu, que ignorância e insensibilidade!
Na Líbia, de outro amigo de nosso ex-presidente, a repressão tem sido brutal... é o que se esperava do terrorista Kadafi!
Aproveitando a força do apoio que o mundo árabe tem dado aos rebelados e o movimento no Marrocos, o povo saharaui também programou uma manifestação para hoje. Vamos ver no que vai dar... Esperamos que não ocorra o mesmo que aconteceu na última manifestação quando da destruição do acampamento de Gdeim Izik!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

ORIENTE, VENTOS DE LIBERDADE!

Caiu hoje mais um ditador no mundo árabe, com a renúncia de Hosny Mubarak, depois de vinte nove anos no poder, por pressão popular. Antes dele, o tunisiano , Zine Bem Ali, foi deposto em 14 de janeiro deste ano. Esperamos que estas mudanças, causadas pelos ventos da liberdade iniciadas pela chamada Revolução do Jasmim sejam mesmo para valer e que a democracia verdadeira, estribada na garantia dos direitos humanos seja estabelecida, tanto na Tunísia, como no Egito e também em outras plagas que certamente aproveitarão as forças que vem deste verdadeiro tsunami humano exigindo seus direitos.
Nossos votos são que também o Sahara Ocidental, por força do que ocorrer no Marrocos, onde o rei Mohammed, perde sua força a cada dia, diluída pela corrupção desenfreada que oriunda de seu próprio palácio. O povo marroquino não é como seu rei, é um povo pacato e sofredor que almeja apenas um pouco de liberdade que lhe é sistematicamente negada há várias gerações e certamente não perderá esta oportunidade de se livrar do tirano.
Quem sabe, a semente plantada no acampamento de Gdeim Izik, montado no deserto pelos saharauis, exatamente para chamar atenção do mundo contra as constantes violações dos direitos humanos perpetradas pelo Marrocos, finalmente germine e o povo do Sahara Ocidental consiga a tão almejada independência!!!

sábado, 29 de janeiro de 2011

REVOLTA NO MUNDO ÁRABE


Nos últimos dias a imprensa internacional, o rádio, a TV têm noticiado a revolta no mundo árabe contra os governos autocráticos e corruptos, aliados por lideranças igualmente venais e corruptas que esperam apenas levar vantagem no poder, pondo de lado o interesse de seus países e de seus povos.
Tem acontecido no Sudão, no Egito, no Sultanato de Omã, na Jordânia, no Iêmen, na Tunísia, no Marrocos e em outros países onde os governantes pensam apenas em si, no poder pelo poder e aquisição de incalculáveis riquezas enquanto o povo passa por igualmente incalculáveis agruras e misérias.
Porém, sobre o que se passa no Sahara Ocidental, mais precisamente em El Aaiun, desde a destruição do acampamento montado no deserto pelo povo saharaui como uma forma pacífica de protesto pela falta de seus direitos básicos, amplamente e indevidamente negados pelo Marrocos, onde o Rei e sua corte também são acusados de enriquecimento ilícito, abuso de poder e outros delitos, nada foi noticiado.
Como se trata de um povo humilde, pobre e onde na há tantas riquezas que interessem às grandes potências, tudo fica por isto mesmo. Salvo alguns blogs de pessoas preocupadas com os “Direitos Humanos” e alguns órgãos da imprensa espanhola o mundo desconhece os padecimentos deste povo, cujo país foi invadido há anos e que a ONU, omissa e covarde, com acordos firmados inclusive com o invasor, nada faz para que estes acordos sejam cumpridos.
Numa série de crônicas neste blog relatamos parte da incrível odisseia deste povo, seu indescritível sofrimento, as humilhações das famílias, os impunes assassinatos, as violações, as prisões arbitrárias, os espancamentos e torturas, foram expostos os comentários dos leitores, relatados os apelos às autoridades e à imprensa, infelizmente, nada conseguimos de positivo com as grandes potências que não tem interesses econômicos na região, contudo, o próprio povo humilhado acabou por se revoltar e tentar por abaixo aqueles reis, sultões, ditadores, presidentes fajutos e outros mandatários corruptos... que Deus os ajude e, quem sabe, este movimento acabe por ajudar o povo saharaui!!!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

OS FATOS, ORA OS FATOS - CARLOS BRICKMANN

Do Observatório da Imprensa Circo da Notícia - Coluna de 25 de janeiro


Por Carlos Brickmann -

Os fatos, ora os fatos

Estamos comemorando o aniversário da maior cidade italiana depois de Roma, da maior cidade japonesa fora do Japão, da maior cidade nordestina do Brasil. A cidade que é chamada de bairrista e elitista, mas teve entre seus prefeitos dois negros, uma nordestina, um matogrossense, dois fluminenses, um filho de imigrantes libaneses, um neto de imigrantes libaneses. É a capital de um Estado que colocou como seus representantes na Presidência da República dois fluminenses, um pernambucano e um matogrossense. Que, entre os diversos ditadores que assolaram o país, pode orgulhar-se de dizer que nenhum nela nasceu, nem cresceu, nem se familiarizou com sua vida.

E, no entanto, boa parte da imprensa diz que São Paulo é uma cidade preconceituosa, capital de um Estado preconceituoso. Sempre há, nas mentiras, um toque de verdade: os paulistas costumam chamar todos os nordestinos de "baianos" (já os cariocas sempre preferiram chamá-los de "paraíbas"). Adhemar de Barros usou a origem matogrossense de Jânio para torpedear sua candidatura, mas Jânio venceu a eleição. Quércia era conhecido como "calabrês", Mário Covas como "espanhol", Maluf como "turco", mas todos eles foram vitoriosos nas urnas.

Uma das coisas mais impressionantes, entre muitos jornalistas, é a falta de informações sobre São Paulo.

Há muitos anos, quando o Rio comemorou 400 anos, o governador Carlos Lacerda mandou fazer um imenso bolo de aniversário. Um garoto de São Paulo escreveu a Lacerda, pedindo que lhe enviasse um pedaço do bolo. Lacerda, excelente marqueteiro, preferiu mandar ao garoto três passagens para o Rio - ele, o pai e a mãe comeriam o bolo pessoalmente, a seu lado. Um jornal carioca mandou a pauta para a Sucursal paulistana, dando o endereço do menino, na rua Duque de Caxias. Na cidade de São Paulo havia na época cinco endereços possíveis, entre ruas, avenidas, praças e largos. E nada do garoto.

Houve as piadas de praxe ("desculpe termos mandado poucas informações, só o nome e o endereço, da próxima vez mandamos também a foto") e, no dia seguinte, veio no próprio jornal a informação completa: o garoto morava em Amparo, a 125 km da capital. O pauteiro era jornalista dos bons, mas não sabia que São Paulo tinha mais de 500 municípios, alguns a centenas de quilÃ?metros da capital, todos com rua, praça e avenida Duque de Caxias.

Um repórter nordestino trabalhou por muitos anos em São Paulo. Certo dia, viajou para Ribeirão Preto. Voltou impressionadíssimo: pensou que o Interior fosse uma região agreste, e encontrou uma área riquíssima da qual não suspeitava, com agricultura próspera, indústria, comércio ativo. Era outro mundo.

Certa vez, Juscelino Kubitschek se queixou a Ulysses Guimarães de que São Paulo só gerava monstros políticos. Mas o próprio Ulysses não foi um monstro político. Foram políticos paulistas como ele, como Franco Montoro, como Olavo Setúbal, como AntÃ?nio Ermírio, que desistiram de seus sonhos presidenciais para juntar forças em volta do mineiro Tancredo Neves.

Cabe aos meios de comunicação buscar mais informação e exibir menos preconceito. A campanha divisionista, preconceituosa, que fez parte da luta pela Presidência, não é boa para ninguém e é péssima para o país. Não há vitória eleitoral que valha a estupidez do preconceito antipaulista. E que melhor ocasião do que o 457º aniversário da cidade criada pelo cacique Tibiriçá, pelos três notáveis jesuítas Manoel da Nóbrega, José de Anchieta e Manoel de Paiva, pelo judeu João Ramalho e sua esposa, a índia Bartira, filha de Tibiriçá, para lembrar à imprensa que este país é um melting pot que só tem sentido se recusar preconceitos?
PRA FRENTE BRASIL!_.___






domingo, 23 de janeiro de 2011

SONHO DE LIBERDADE - DOCA RAMOS MELO




Ainda não entendi bem a implicância de parte do povo brasileiro com o Battisti. Por que será que existe tanta má vontade com o pobrezinho do italiano? Por conta daquela cara sempre debochada, com um meio sorriso sarcástico, debochado, safado, afivelado no jeitão dele em todas as aparições e fotos, não pode ser, não acredito, pois temos muito mais gente cínica por aqui, inclusive com poder de mando no país, nos governos, e ditando regras mesmo para Estados miseráveis com população desdentada e cheia de vermes, e nem por isso invocam com essas santas pessoas, né não? Pelo contrário, na maioria das vezes, endeusam essa tropa – deve ser aquela síndrome que acometeu a filha do Sílvio Santos, quando de seu seqüestro...

Mas, quando o brasileiro encana com alguém, sai de baixo! Normalmente receptivo, gente boa e pouco exigente para certos detalhes, uma vez tendo cismado com o sujeito ou a sujeita, pronto, é um Deus nos acuda! Começa a perseguição, como fizeram com o ZéDirceu, aquele que garantiu: “O PT não rouba e não deixa roubar”, infeliz dele.

Da minha parte, sou favorável a Battisti, até porque ele tem aquela carinha deveras ordinária que me lembra, de certo modo, as tirinhas do Henfil, que saudade... Além disso, de que o acusam, afinal? De meia dúzia de mortes, me parece, mas ninguém para para pensar que se tratou de ideologia, de filosofia política, o italiano não tinha como fazer diferente. Além disso, a Itália está lotada de gente, quem vai reparar em algumas baixas? Sim, sei que existe um compatriota dele amarrado pelo resto da vida a uma cadeira de rodas em função dos ataques do acusado, porém, são os riscos de qualquer guerra, minha gente, é isso aí.

Fica, Battisti.

Deixem o Battisti em paz.

Soltem o Battisti.

Como vocês veem, estou em campanha, afinal afino meu ideal de justiça com o (triste memória, vade retrum!) do filho do Brasil que, no apagar dos refletores, mandou que todo mundo deixasse o Battisti aproveitar o mesmo sol tropical ao qual fez jus nosso renomado hóspede Ronald Biggs, o assaltante inglês. Só falta agora o governo conceder a ele um Bolsa Estrangeiro Acusado de Crimes, num valor simbólico de R$ 20 mil mensais – afinal, ele precisa tomar bons vinhos italianos para reverenciar suas origens, portanto carece de incentivo monetário. Depois, se ele for mesmo bem esperto como aparenta, bota sua assessoria para cuidar dos negócios e da agenda, pois deverá ganhar uma baba dando palestras sob temas do tipo “Mate uns e outros na sua terra, fuja para o Brasil e saiba o que é que a baiana tem” ou “Seja um feliz refugiado e valorizado pelo governo no país de Chico Buarque”. Ou ainda “Das facilidades para viver um vidão em ordem e progresso”. Bom, ele ainda terá de fazer aulas de samba no pé e arrumar uma mulata bunduda com quem tenha filhos brasileiros, mas isso é mole. Aí, é sair para o abraço e ganhar programa na tv.

Ah, deixem o Battisti dar consultoria nos presídios de segurança máxima. Ali, há grandes talentos desperdiçados pela sociedade preconceituosa nacional, gente do naipe de Fernandinho Beira-Mar, Elias Maluco, Susane Rishtoffen, Goleiro Bruno, etc. Por que razão não burilar esses potenciais, dar-lhes o desenvolvimento merecido, fazer deles novas celebridades? Seria oferecer à população padrões de sucesso, exemplos para a infância e a juventude.

Mas... Não! Vem a parcela rançosa dos brasileiros e inventa de meter o cacete no Battisti, todo mundo querendo que ele volte para a Itália, até mesmo o governo de lá faz questão que o Cara Cínica volte aos domínios de Sophia Loren, que coisa mais chata isso.

Ainda bem que O Cabra assinou a favor do italiano, afinal ele ama o Brasil como poucos nascidos aqui o fazem e já deu mostras disso, escolhendo nossos solos para fincar seu futuro. Por que não dar valor a essa escolha tão amorosa?

A assessoria de Battisti também não me parece grande coisa (recomendo Duda Mendonça, que tem mais experiência no setor), pois não soube aproveitar o gancho das enchentes nas serras do Rio, ora bolas. Por que não o colocaram lá, enlameado e de botas, a salvar aquelas pobres almas que tudo perderam nas águas e no barro? Aposto que, se o filho de Dona Lindu ainda fosse (Deus afaste de mim esse cálice e esta garrafa de água de passarinho não bebe) o presidente desta escola de samba, não teria deixado passar tamanha oportunidade de divulgação, ele nunca perdeu esse tipo de chance, foi sempre um ás na construção de um personagem. Entretanto, o rei do marketing aposentou-se e a nova presidente tem estilo contido (graças aos céus!), aí deu nessa lambança danada, com Battisti sendo injustamente execrado pela opinião pública. Por isso mesmo, eu gostava mais quando o metalúrgico era a voz, o verbo, o sangue e, acima de tudo, a opinião popular, ô tempo bão, sô! Agora, a gente tem de se esfolar para opinar por nós mesmos, porque a chamada “presidenta” (há termo mais feio que esse?!), nova “gerenta” do Planalto, não diz o que nós temos de pensar, fazer, engolir, digerir, de sorte que estamos meio sem rumo, confesso.

Nesse cenário, vaga Battisti, pobrezinho, como se ele fosse o único bandido alojado neste país de sarneys, novais, collors, jucás, roriz, calheiros, malufs e companhia bela. Acho que o Papa tem de fazer alguma coisa, tomar providências urgentes, ou vai virar bagunça. P’ra nós, honestamente, um meliante a mais (ou um a menos) não faz a menor marolinha...

DOCA publicou esta crônica em:
http://www.papolivre.com.br