Há dias o Itamaraty, condecorou Dona Marisa Letícia, primeira dama, e Dona Ana Maria, esta, esposa do Ministro Celso Amorin, com a medalha da Ordem de Rio Branco, no grau de Grã-Cruz. O ministro justificou a homenagem dizendo que é em virtude "do apoio à atuação política dos maridos". Esta é a mais alta condecoração da diplomacia brasileira sendo o homenageado admitido no quadro suplementar da "Ordem do Rio Branco". Depois os brasileiros se ofendem quando usam a expressão pejorativa "Banana Republics" cunhada na década de 50 pelos americanos e usada até hoje, exatamente por estas outras do mesmo tipo. Também, até o Arruda foi homenageado com uma...
domingo, 18 de abril de 2010
ACONTECEU NO CONGRESSO
A presidenta da Associação Nacional da Prostitutas foi ao congresso para falar sobre a legalização da profissão e coisa e tal.
Quando deram a palavra a ela, a mesma não sabia o que dizer.
Ela disse:
- Não sei como começar a falar.
Então disseram a ela:
- Comece como quiser.
E ela sem pestanejar mandou:
- Meus filhos, ........
Como a vida nos mostra as verdades a todo instante não?
Diz a Band News que isso foi verídico.
Quando deram a palavra a ela, a mesma não sabia o que dizer.
Ela disse:
- Não sei como começar a falar.
Então disseram a ela:
- Comece como quiser.
E ela sem pestanejar mandou:
- Meus filhos, ........
Como a vida nos mostra as verdades a todo instante não?
Diz a Band News que isso foi verídico.
EU TUDO POSSO!
Há dias o presidente Lula, disse uma frase que irritou juizes e demais autoridades judiciárias, levando-o ao "limite da responsabilidade" . Lula disse que foi “mal interpretado”, mas a frase, semana passada, sugerindo insubordinação aos juízes, “raspou” no crime de responsabilidade, segundo os artigos 85 e 86 da Constituição, que prevê impeachment no caso de “opor-se diretamente e por fatos ao livre exercício do Poder Judiciário”. Quase esbarrou também no “cumprimento das leis e decisões judiciais”, ironizando multas do TSE .
Lula recuou dizendo que criticou “os partidos políticos” e não “o juiz que a cada eleição diga o que a gente pode ou não pode fazer”.
MERCADANTE E MARTA...
Seguindo a linha de pensamento do homem que nasceu com o vírus da paz, Marta e Mercadante, adotaram como lema de campanha: "Em 2010, Vamos colocar São Paulo a favor do Brasil". Isto quer dizer o que? São Paulo até hoje jogou contra o Brasil? E o Mercadante e Suplicy, há tantos anos como nossos representantes no senado, nada fizeram para que nosso estado ajudasse o pais como um todo? Ora, todos sabem muito bem que São Paulo sempre foi a "locomotiva do Brasil". Continuem nesta linha de propaganda senhores Mercadante e Marta, a oposição agradece!
Publicado no: Diário da Manhã - GO - 20/04/2010 e Estadão 26/04/2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
OS FORAS DA DILMA

Franklin Martins, o todo poderoso ministro da propaganda de Lulla, está desesperado com os foras que dá a candidata Dilma Rousseff a cada vez que se pronuncia de improviso, depois é aquele trabalhão para corrigir a burrada, para não dizer outra coisa... Como seu mestre Lulla, ela é um poço de irreverência!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
MONTESE, 14 DE ABRIL DE 1945


Montese, 14 de abril
15 de abril de 2010, em História, por Guilherme Poggio
Sérgio Paulo Muniz Costa (*)
Havia uma tropa que não distribuía a comida que sobrava nem queimava o excedente para evitar contaminações: a do Brasil
No momento em que o Estado brasileiro ainda debate sobre o cumprimento de um acordo diplomático de extradição com a Itália, a respeito do senhor Cesare Battisti, é oportuno destacar que ontem, dia 14 de abril, completaram-se 65 anos daquela que pode ser considerada a maior vitória da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária nos campos de batalha da Itália.
Montese foi o pontapé nas dobradiças que ajudou o 4º Corpo de Exército norte-americano a arrombar uma porta da linha Gêngis-Khan, a última linha defensiva germânica.
Foi a primeira grande vitória obtida exclusivamente pelos brasileiros, da maneira brasileira, com a participação de batalhões dos três grandes e tradicionais regimentos de infantaria originalmente sediados nos Estados de São Paulo (o 6º), Minas Gerais (11º) e Rio de Janeiro (1º).
A manobra continha a ideia da moderna infiltração, hoje familiar à nossa infantaria, e o êxito em muito se deveu à ação audaciosa do pelotão do tenente Iporã Nunes de Oliveira, do 11º RI, de Minas Gerais.
Surpreende constatar que a passagem das tropas brasileiras no norte da Itália está nítida na paisagem e nas pessoas da região da Emilia-Romanha. Monumentos de eloquente singeleza feitos pelas municipalidades locais despertam emoção em quem lê os agradecimentos pela participação brasileira na luta pela liberdade e pela democracia.
Préstimos e sorrisos se abrem a quem pede informações sobre os locais por onde passaram os brasileiros, e se apontam as alturas onde lutaram “i soldati brasiliani”.
O monumento brasileiro no sopé de Monte Castelo está no lugar certo.
Não é preciso conhecer a história ou a ciência militar nem ler o texto correto que ali se encontra, castigado pela neve e pelo vento gelado, para pressentir o campo de batalha, onde honra e sacrifício arrostaram as metralhadoras e morteiros alemães.
Dali, voltando o olhar para o sul, pode-se perceber a famosa estrada 64 serpenteando ao lado do Reno na direção de Pistoia, por onde fluíam para a luta os suprimentos e reforços e refluíam os feridos e mortos.
O monumento votivo militar brasileiro em Pistoia é um lugar de paz, ao lado do pequeno cemitério que a comunidade resolveu limitar para dar lugar aos mortos brasileiros que ali repousaram. O pároco local, percebendo brasileiros, apressa-se em lhes entregar lembranças e folhetos do monumento.
O que ficou em todos esses locais por onde passaram as tropas brasileiras? Por que essa memória dos brasileiros, que nem maioria eram naquela Babel de tropas aliadas?
Os números da FEB, segundo padrões brasileiros, impressionam até hoje -cerca de 25 mil homens e mulheres-, mas não eram predominantes. A dimensão do esforço e dos feitos da divisão de infantaria da FEB parece ainda não ter sido notada pelos historiadores brasileiros. Assim, não é de se esperar que o seja por estrangeiros.
Uma pista veio da curiosidade de um adido militar brasileiro, impressionado com a disposição de um italiano em ceder o terreno para acolher um monumento brasileiro.
O proprietário, percebendo a pergunta não feita, antecipou-lhe a resposta: “Nós não esquecemos”. Havia uma tropa que não distribuía a comida que sobrava nem queimava o excedente para evitar contaminações.
Ela dividia sua comida com os habitantes e as crianças entravam na fila antes dos soldados. Eram os brasileiros.
Após a rendição alemã, o Brasil declinou do oferecimento de um setor de ocupação aliado na Áustria. Fez bem. Das guerras, o país ficou apenas com lembranças, e, se andou pelo lado certo da história, muito deve à cordialidade, seu traço cultural distintivo.
Mas não foi só isso. Uma sensata tradição diplomática de respeito ao direito internacional deu-lhe credibilidade, um patrimônio a ser preservado com a atuação equilibrada do governo brasileiro nos grandes temas da política internacional.
O que, no caso da extradição com a Itália, recomenda o afastamento de qualquer decisão política que ameace a amizade e o reconhecimento dos italianos a tudo aquilo que o Brasil lá deixou em prol dos direitos dos povos.
As lembranças de guerra do Brasil estão vivas no bom combate que travou na luta pela paz. Preservemo-las.
(*)SÉRGIO PAULO MUNIZ COSTA é historiador. Foi delegado do Brasil na Junta Interamericana de Defesa, órgão de assessoria da OEA (Organização dos Estados Americanos) para assuntos de segurança hemisférica.
GENUÍNO É CONTRA O PROJETO FICHA LIMPA
O que temos visto nos últimos dias com respeito ao Projeto Ficha Limpa deixa bem claro que nossos políticos, salvo as raras e honrosas exceções, não querem saber de "ficha limpa" pois a maioria deles seria atingida. Não querem, porque não querem que o Projeto passe do jeito que está. Alega o Deputado Genuíno, aquele mesmo do "mensalão", irmão daquele que foi preso no Aeroporto de Congonhas com US$ 100 mil na cueca, lançando uma nova moda, "cuecão-carteira", que o projeto como está cerceia o direito de defesa, o que não é verdade, já que o cidadão já teria sido condenado em primeira instância, ou seja, não tem a ficha limpa. Ora, quer o deputado e seus amigos de maracutaia, que só sejam punidos depois de esgotadas todas as possibilidades de defesa, o que, na prática levaria anos e anos, como bem sabemos. O que é ficha limpa, no entender das pessoas de bom senso? É alguém que não tenha nenhuma mancha, conduta ilibada, digno de representar o povo numa assembléia. Do jeito que as coisas estão caminhando vai ficar tudo com dantes no quartel de Abrantes, como diz o velho ditado! Também, quem mandou os paulistas votarem na criatura?
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