“Não te irrites por causa dos que agem mal, nem inveje os que praticam a iniquidade”.
Nestes dias em que vemos o triunfo dos corruptos e corruptores, desonestos, mentirosos, falsos e a iniquidade prevalecer, devemos ter em mente que isto é passageiro e que a verdade e a justiça algum dia sobrepujarão estes homens e mulheres que envergonham a pátria e usurpam os cargos em que deveriam proteger aqueles que os elegeram, o bem comum e o progresso do país. Não, pensam somente em si mesmo e na sua patota (para não dizer quadrilha), aproveitam, para si e para os seus, as benesses dos cargos que ocupam. Nunca tivemos um período de nossa história em que prevalecesse tanto a iniquidade, a injustiça, a corrupção a falta de respeito pelo povo. Somos tratados pelos políticos e pelo governo como débeis mentais, incapazes de enxergar o que está acontecendo neste pais tão bem aquinhoado por Deus em seus recursos naturais e tão maltratado pelos homens que o habitam.
É lastimável que as pesquisas indiquem que apenas uma pequena percentagem da população se preocupa com a corrupção vigente, sendo que uma grande parte simplesmente afirmou que não rouba por falta de oportunidade. O povo, de um modo geral, gosta de ser enganado por promessas vãs, no que é um especialista o nosso presidente e os políticos em geral. Não se preocupam em apurar a verdade do que eles falam, a viabilidade de suas promessas, se tem mesmo a intenção de cumpri-las.
Há dias um deputado afirmou que está "pouco se lixando para a opinião pública", que quanto mais a imprensa denuncia suas maracutaias mais votos ele tem. É triste, mas é a realidade. Nós votamos nestes safados, ou seja, nós os colocamos lá!
“pois eles logo serão ceifados como a erva dos campos, e como a erva verde murcharão” Hebreus 37
terça-feira, 23 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
CPI DA PETROBRÁS
Carta enviada a todos os senadores:
Senhores(as) Senadores(as),
As notícias todos os dias veiculadas pela imprensa dando conta de irregularidades cabeludas na Petrobrás, como esta última de gastos sem licitação de mais de R$ 120 milhões além do orçamento de R$ 31 milhões, ou seja, 4 vezes mais, indica, sem sombra de dúvidas, a necessidade da CPI da Petrobrás, tão temida pelo governo. As denúncias são de que esta verbas foram parar nas campanhas do PT, de Jaques Wagner, prefeitos, festa de São João e Carnaval na Bahia. Deputados petistas chamam de salafrários aqueles que querem a referida CPI. Afinal, quem são os salafrários?
Esperamos uma ação enérgica daqueles que forem designados para formarem a CPI, sejam de que partido for, façam jus aos votos que receberam, não podemos deixar que este patrimônio nacional, já tão dilapidado pela inércia do nosso governo contra a exploração estrangeira seja também dilapidado por gatunos nacionais.
Atenciosamente
Antonio Carlos Pereira
Rua Dom Bosco, 48 - Batatais sp
Senhores(as) Senadores(as),
As notícias todos os dias veiculadas pela imprensa dando conta de irregularidades cabeludas na Petrobrás, como esta última de gastos sem licitação de mais de R$ 120 milhões além do orçamento de R$ 31 milhões, ou seja, 4 vezes mais, indica, sem sombra de dúvidas, a necessidade da CPI da Petrobrás, tão temida pelo governo. As denúncias são de que esta verbas foram parar nas campanhas do PT, de Jaques Wagner, prefeitos, festa de São João e Carnaval na Bahia. Deputados petistas chamam de salafrários aqueles que querem a referida CPI. Afinal, quem são os salafrários?
Esperamos uma ação enérgica daqueles que forem designados para formarem a CPI, sejam de que partido for, façam jus aos votos que receberam, não podemos deixar que este patrimônio nacional, já tão dilapidado pela inércia do nosso governo contra a exploração estrangeira seja também dilapidado por gatunos nacionais.
Atenciosamente
Antonio Carlos Pereira
Rua Dom Bosco, 48 - Batatais sp
domingo, 21 de junho de 2009
CIDADÃO FORA DO COMUM
Quando o senador Jarbas Vasconcelos atacou diretamente o "cidadão fora do comum", José Sarney, no que foi endossado pelo senador Pedro Simon, todos do PMDB, já se podia prever o que viria no futuro. Se à frente do senado, que se aprimorou ainda mais em ser um balcão de negócios e de falcatruas, imagine o que este senhor terá aprontado quando foi presidente do país
NOVO DICIONÁRIO DA POLÍTICA BRASILEIRA
FONTE: CARTAS FORUM ESTADÃO:
Do “Novo Dicionário da Política Brasileira”, edição 2009: Pessoa comum - aquela que paga impostos. Pessoa incomum - aquela que gasta em benefício próprio os impostos que as pessoas comuns pagam.
Fernando Del Corso fdelcorso@gmail.comAmparo
Do “Novo Dicionário da Política Brasileira”, edição 2009: Pessoa comum - aquela que paga impostos. Pessoa incomum - aquela que gasta em benefício próprio os impostos que as pessoas comuns pagam.
Fernando Del Corso fdelcorso@gmail.comAmparo
sábado, 20 de junho de 2009
O AIATOLÁ LULA DA SILVA
O AIATOLÁ LULA DA SILVA
Maria Lucia Victor Barbosa
20/06/2009
O presidente Lula da Silva para uso interno, ou seja, no Brasil, é visto por companheiros e admiradores como uma espécie de aiatolá, uma criatura dotada de poderes supremos. Ele paira acima de qualquer suspeita, de qualquer lei, faça o que fizer, diga o que lhe passar pelo bestunto. Frei Betto chamou Lula da Silva de ‘luz do mundo”. A propaganda tratou de divinizar o “pobre operário” no altar da pátria como um redentor capaz de redimir pobres e oprimidos. Funcionou bem a religião de Estado.
Em tempos idos o PT foi uma espécie de seita religiosa com dogmas, credos e auréola. Seus adeptos diziam orgulhosamente pertencer ao único partido ético do Brasil e o fanatismo dos militantes era tal que granjeou ao PT a alcunha de Partido do Taleban, zombaria que os seguidores de Lula-lá reagiam com ira revolucionária.
Da época da “santidade” petista nada restou, pois a chegada ao poder sempre transforma revolucionários naquilo que sempre foram contra. E eles costumam serem mais corruptos, mais aproveitadores, mais gananciosos, mais apegados aos privilégios do que seus antecessores, pouco se lixando para os que outrora disseram defender. Ex-revolucionários costumam ir à forra sublimando seus recalques, vingando-se da vida anterior medíocre, sem brilho, sem a fascinante grandeza que os cobiçados cargos conferem.
O PT foi à forra quando na quarta tentativa emplacou o ex-sindicalista. O grande sacerdote José Dirceu tornou o Estado território sagrado dos companheiros. E do cargo mais alto da República Sindicalista, com o aiatolá Lula, a sacerdotisa Dilma, ou quem for eles não saem mais. Para manter a permanência, contudo, é necessário que Lula garanta e proteja sua “guarda” nada revolucionária que incorpora não só a elite dos companheiros, como os “basij”, “reservistas” constituídos pelos adeptos de outros partidos, de banqueiros, de grandes empreiteiros, de grandes empresários, enfim, o eleitorado pouco mencionado, mas vital para que o PT permaneça por pelo menos mais vinte anos no poder, tempo sempre ventilado sutilmente.
Internamente, segundo pesquisas de opinião, o prestígio de Lula da Silva cresce não só na massa dos agraciados com as bolsas esmolas, mas também em meio à elite financeira que sustenta as custosas campanhas de Lula e dos petistas.
Externamente, contudo, o bestialógico do presidente da República, constante em suas numerosas viagens, além de incidentes diplomáticos como o havido no caso do assassino e terrorista italiano, Cesare Battisti, protegido do Ministro da Justiça, devem esta minando a imagem do próprio país no exterior.
A última conversa de botequim de Lula da Silva aconteceu na ONU, quando comentou em forma de piada futebolística sobre as eleições no Irã e os protestos de milhões de iranianos, eleitores de Mir Hossein Mousavi, que alegam ter havido fraudes no pleito que reelegeu Mahmoud Ahmadinejad.
O presidente brasileiro afirmou que as manifestações violentas nas quais pessoas morreram e outras ficaram feridas, eram apenas “coisa entre flamenguistas e vascaínos”, “choro de perdedores.” Duvidando das fraudes grosseiras cada vez mais evidentes na eleição iraniana, Lula da Silva contou que pretende fazer mais uma viagem, desta vez ao Irã, e que Ahmadinejad pode vir ao Brasil na hora que quiser.
Anteriormente Ahmadinejad, o homem que odeia os Estados Unidos, prega a destruição de Israel, nega o Holocausto cancelara sua vinda ao Brasil por conta dos protestos de judeus e de movimentos sociais. Contudo, o presidente brasileiro respalda também as detenções arbitrárias e a brutal censura que se estende no Irã aos partidários de Mousavi, inclusive, as feitas na Internet.
Digamos que para uso externo Lula da Silva não fez bonito diante das críticas dos líderes europeus às eleições iranianas, e mesmo perante a neutralidade norte-americana. Ele parecendo exultante diante da vitória do companheiro Ahmadinejad e se uniu a Hugo Chávez, a quem considera um democrata, e ao déspota da Coréia do Norte, Kim Jong-il, nos cumprimentos ao iraniano reeleito, o que evidencia a atual tendência da política externa brasileira de se agregar à escória mundial. E o gracejo, “flamenguistas e vascaínos”, traduziu mais um vexame internacional que fez corar os brasileiros que prezam a democracia, a liberdade e possuem respeito pelos direitos humanos.
Não é à-toa que ONGs internacionais deploram o papel que o Brasil vem tendo no tocante ao apoio dado a países que não respeitam os direitos humanos. Mas, para uso interno, o aiatolá Lula da Silva provoca êxtases e ainda terá reforço considerável na mídia que lhe dá azia, segundo sua afirmação. Além de não sair da TV, de deitar falação no programa semanal de rádio, Café com o Presidente, ele terá uma coluna de perguntas e respostas em jornais e um blog especial – imitação do blog do presidente Barack Obama – para comunicação mais coloquial com eleitores.
Conforme Franklin Martins, ministro da Comunicação Social: “em 2008 (as verbas de publicidade) alcançaram 5.297 órgãos de comunicação em 1.149 municípios – um aumento da ordem de 961%” (O Estado de S. Paulo, 16/06/2009). E, assim sendo, internamente, o aiatolá Lula da Silva seguirá sendo um sucesso.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
Maria Lucia Victor Barbosa
20/06/2009
O presidente Lula da Silva para uso interno, ou seja, no Brasil, é visto por companheiros e admiradores como uma espécie de aiatolá, uma criatura dotada de poderes supremos. Ele paira acima de qualquer suspeita, de qualquer lei, faça o que fizer, diga o que lhe passar pelo bestunto. Frei Betto chamou Lula da Silva de ‘luz do mundo”. A propaganda tratou de divinizar o “pobre operário” no altar da pátria como um redentor capaz de redimir pobres e oprimidos. Funcionou bem a religião de Estado.
Em tempos idos o PT foi uma espécie de seita religiosa com dogmas, credos e auréola. Seus adeptos diziam orgulhosamente pertencer ao único partido ético do Brasil e o fanatismo dos militantes era tal que granjeou ao PT a alcunha de Partido do Taleban, zombaria que os seguidores de Lula-lá reagiam com ira revolucionária.
Da época da “santidade” petista nada restou, pois a chegada ao poder sempre transforma revolucionários naquilo que sempre foram contra. E eles costumam serem mais corruptos, mais aproveitadores, mais gananciosos, mais apegados aos privilégios do que seus antecessores, pouco se lixando para os que outrora disseram defender. Ex-revolucionários costumam ir à forra sublimando seus recalques, vingando-se da vida anterior medíocre, sem brilho, sem a fascinante grandeza que os cobiçados cargos conferem.
O PT foi à forra quando na quarta tentativa emplacou o ex-sindicalista. O grande sacerdote José Dirceu tornou o Estado território sagrado dos companheiros. E do cargo mais alto da República Sindicalista, com o aiatolá Lula, a sacerdotisa Dilma, ou quem for eles não saem mais. Para manter a permanência, contudo, é necessário que Lula garanta e proteja sua “guarda” nada revolucionária que incorpora não só a elite dos companheiros, como os “basij”, “reservistas” constituídos pelos adeptos de outros partidos, de banqueiros, de grandes empreiteiros, de grandes empresários, enfim, o eleitorado pouco mencionado, mas vital para que o PT permaneça por pelo menos mais vinte anos no poder, tempo sempre ventilado sutilmente.
Internamente, segundo pesquisas de opinião, o prestígio de Lula da Silva cresce não só na massa dos agraciados com as bolsas esmolas, mas também em meio à elite financeira que sustenta as custosas campanhas de Lula e dos petistas.
Externamente, contudo, o bestialógico do presidente da República, constante em suas numerosas viagens, além de incidentes diplomáticos como o havido no caso do assassino e terrorista italiano, Cesare Battisti, protegido do Ministro da Justiça, devem esta minando a imagem do próprio país no exterior.
A última conversa de botequim de Lula da Silva aconteceu na ONU, quando comentou em forma de piada futebolística sobre as eleições no Irã e os protestos de milhões de iranianos, eleitores de Mir Hossein Mousavi, que alegam ter havido fraudes no pleito que reelegeu Mahmoud Ahmadinejad.
O presidente brasileiro afirmou que as manifestações violentas nas quais pessoas morreram e outras ficaram feridas, eram apenas “coisa entre flamenguistas e vascaínos”, “choro de perdedores.” Duvidando das fraudes grosseiras cada vez mais evidentes na eleição iraniana, Lula da Silva contou que pretende fazer mais uma viagem, desta vez ao Irã, e que Ahmadinejad pode vir ao Brasil na hora que quiser.
Anteriormente Ahmadinejad, o homem que odeia os Estados Unidos, prega a destruição de Israel, nega o Holocausto cancelara sua vinda ao Brasil por conta dos protestos de judeus e de movimentos sociais. Contudo, o presidente brasileiro respalda também as detenções arbitrárias e a brutal censura que se estende no Irã aos partidários de Mousavi, inclusive, as feitas na Internet.
Digamos que para uso externo Lula da Silva não fez bonito diante das críticas dos líderes europeus às eleições iranianas, e mesmo perante a neutralidade norte-americana. Ele parecendo exultante diante da vitória do companheiro Ahmadinejad e se uniu a Hugo Chávez, a quem considera um democrata, e ao déspota da Coréia do Norte, Kim Jong-il, nos cumprimentos ao iraniano reeleito, o que evidencia a atual tendência da política externa brasileira de se agregar à escória mundial. E o gracejo, “flamenguistas e vascaínos”, traduziu mais um vexame internacional que fez corar os brasileiros que prezam a democracia, a liberdade e possuem respeito pelos direitos humanos.
Não é à-toa que ONGs internacionais deploram o papel que o Brasil vem tendo no tocante ao apoio dado a países que não respeitam os direitos humanos. Mas, para uso interno, o aiatolá Lula da Silva provoca êxtases e ainda terá reforço considerável na mídia que lhe dá azia, segundo sua afirmação. Além de não sair da TV, de deitar falação no programa semanal de rádio, Café com o Presidente, ele terá uma coluna de perguntas e respostas em jornais e um blog especial – imitação do blog do presidente Barack Obama – para comunicação mais coloquial com eleitores.
Conforme Franklin Martins, ministro da Comunicação Social: “em 2008 (as verbas de publicidade) alcançaram 5.297 órgãos de comunicação em 1.149 municípios – um aumento da ordem de 961%” (O Estado de S. Paulo, 16/06/2009). E, assim sendo, internamente, o aiatolá Lula da Silva seguirá sendo um sucesso.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
quinta-feira, 18 de junho de 2009
JOSÉ RIBAMAR, IMORTAL E INTOCÁVEL
Lá de longe, do Cazaquistão, Lulla, chamado por Obama de "o cara", com toda a sua autoridade moral, disse que Sarney, o José Ribamar, não pode ser tratado como uma pessoa comum, de fato, José Ribamar, não é uma pessoa comum, ele é imortal, e também, segundo Lulla, intocável: "Sarney tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum." Convenhamos, eles se merecem. Nós é que não os merecemos...
terça-feira, 16 de junho de 2009
MESTRE OKARA, O SABE-TUDO.
Nosso amado Mestre Okara, aquele que nunca sabe de nada que se passa aqui no Brasil, declarou que não houve fraude na eleição no Irã, ou seja, na reeleição do Presidente Mahmoud Ahmadinejad. Segundo especialistas, embora ainda não existam provas, há evidências de manipulação de resultados para beneficiar Ahmadinejad. Por falar no Mestre Okara, novamente ele teve que morder a língua, pois declarou que o governo francês iria indenizar as vítimas do voou 447, o que foi imediatamente desmentido pelas autoridades francesas, já que a responsabilidade é da Air France conforme previsto em convenção internacional. Enquanto isto no senado...
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